domingo, 30 de março de 2008
Na calada da noite
quinta-feira, 27 de março de 2008
Algumas grandes invenções e o triunfo de um mosquito
terça-feira, 25 de março de 2008
O Brasil paradisíaco
quarta-feira, 19 de março de 2008
Pintaram os favoritos
domingo, 16 de março de 2008
Viajando na rima
quarta-feira, 12 de março de 2008
A casa caiu
quinta-feira, 6 de março de 2008
O país do futebol não é o Brasil
Sonhei comigo abrindo o jornal ATarde (o maior jornal daqui, o outro é da família Magalhães) de hoje e no caderno de esportes eu encontro a ficha técnica do jogo Bahia x Boca pelas oitavas-de-finais da Libertadores da América, partida que acontecerá logo mais a noite na Fonte Nova com a escalação dos times com jogadores desse nível. Imagine ir para um estádio hoje no Brasil para ver Ronaldinho jogar com a camisa do Grêmio, Kaká e Luís Fabiano com a camisa do São Paulo, Robinho com a do Santos, Alex ser disputado por Palmeiras, Coritiba e Cruzeiro, Daniel Alves com a camisa do Bahia... Chego na Fonte Nova para assistir o jogo e não encontro pilares rachados, ferros de sustenção saindo da parede e muito menos um buraco na arquibancada.
O futebol no Brasil está uma merda. Não existe jogador jogando aqui. O que existe são milhares de revelações que acabaram de ser promovidos das divisões de base e que dentro de no máximo 18 meses já estarão embarcando para o exterior. O resto que completam os times são jogadores veteranos que já não tem mais mercado lá fora e os problemáticos que estão em má fase por lá. Esses últimos voltam, entram dentro de campo, correm um pouco e jogam alguma coisa parecida com o futebol. Não existe aqui um clube que contrate um jogador como Cristiano Ronaldo no auge da carreira ou um Rooney, um Pirlo, um Gerrard. Os clubes estão falidos, precisando que o governo federal, descaradamente, invente uma loteria para eles pagarem uma dívida que eles não pagaram, mas recolheram o tributo na folha de pagamento (o que é um crime e todos os dirigentes de clubes deveriam estar na cadeia, além de pagarem o que recolheram e sonegaram).
Os jogadores brasileiros também procuram o exterior (os melhores que vão para os grandes centros) porque os governantes brasileiros são incapazes de oferecerem uma boa qualidade de vida aqui. Nesse país, a segurança é uma piada, enquanto que nos hospitais tem gente morrendo por falta de atendimento. O caos não é apenas aéreo, isso ocorre também no trânsito. Aqui um jogador não pode ganhar um salário condizente com o retorno que ele dá para o clube, porque seus familiares serão alvos de sequestradores. A mãe de Robinho ficou 41 dias em poder de sequestradores em 2004. Luís Fabiano viveu no mesmo drama de Robinho por 61 dias. Tudo isso interfere nas ecolhas dos jogadores tanto para sair quanto para voltar.
terça-feira, 4 de março de 2008
Imprevisível
segunda-feira, 3 de março de 2008
Ontem e hoje
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
O dia em que Salvador virou São Paulo
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
O politicamente (in)correto
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Sem inspiração
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Finalmente uma brecha na agenda!
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
AHHHHHHHcabou o Verão...
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Igual não existe
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
O Festival não presta
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Como eles conseguem?
domingo, 20 de janeiro de 2008
Cada um com seus problemas
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
O fim do único e o surgimento de mais um
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
A tradição deve ser mantida.
A decisão da escolha do novo rei Momo foi tomada na última segunda, dia 07, mas por causa dela, os candidatos gordinhos resolveram protestar e juntos fizeram com que a organização do concurso voltasse atrás e adiasse a decisão.
Sou contra essa escolha. Mas não contra Clarindo. No entanto a figura do rei Momo é um cara gordo que transmite alegria. O Clarindo pode até transmitir alegria e de fato faz muito bem, mas não é gordo. Não sei o que levou a esta mudança, mas o padrão de beleza das passarelas da moda não pode imperar no carnaval também. As mulheres do carnaval tem que ter recheio, tem que ter perna, bunda, enfim tem que ter corpo e não esqueleto como as donas das passarelas.
Vamos para o carnaval do Rio. Imaginem a rainha de bateria de uma grande escola (não digo a Mangueira porque tem piadinha...), uma mulher magérrima, esqueleto puro. Com a pouca roupa, não tem samba no pé certo que chame mais atenção do que as costelas. Não! Não pode. Rainha de bateria tem que ser uma Viviane Araújo, uma Adriana Bombom, uma Graciane Barbosa da vida. Deixa a Gisele Bundchen no camarote da Brahma tirando foto para a Caras, Contigo.
A mesma coisa é o rei Momo. A roupa de rei vai engolir o Clarindo, além de descacterizar a figura do rei. A chave da cidade tem que estar nas mãos de um gordo, porque caso contrário já não é mais Carnaval.
