terça-feira, 31 de março de 2009
Papéis Invertidos
domingo, 29 de março de 2009
460 anos!
Norte: A cidade é limitada ao Norte pelo time do 'Jaía', bem pertinho do Bompreço. Mais ao Norte, é onde ficam as praias. Oficialmente começa em Jaguaribe (uma praia) e termina em Vilas do Atlântico (outra praia), passando por Itapoã (Outra praia que ninguém sabe como se escreve, Itapoan, ou Itapoã). Seu acesso se dá pela Avenida Orlando Bloom, que tem a maior média de assalto do país: 2 assaltos por pessoa, por minuto.
Previsões:
2090 - Ivete Sangalo lança 80º CD.2090 - O metrô é inaugurado.
Clima, Vegetação e Hidrografia: Em Salvador, faz calor. Há apenas duas estações: o verão e a de trem. A vegetação da cidade consiste em coqueiros. O principal rio chama-se Cocô Beach, e fica no bairro do Costa Azul. Depois do fracasso do Bahiazul, estuda-se a possibilidade de mudar o nome do bairro para Costa Marrom, ou Costa Negra.
Língua: Em Salvador é falado o Baianês, que conta com seu próprio alfabeto: A Bê Cê Dê É Fê Guê H I Ji Lê Mê Nê O Pê Quê Rê Si T U V X Z.Ao contrário do que muitos pensam, o Baianês não é falado lentamente, mas sim cantado. Não existe também o gerúndio: o 'd' é excluído no 'ndo', o que resulta em 'falano', 'correno', ao invés de falando e correndo. A letra G (fala-se Guê), também não é usada na maioria das frases, quanto tem som de J (Ji), dando lugar ao R (Rê). Simplificando: A gente - fala-se 'Arrente.'Mas, em alguns casos, também a letra S pode ter o som de R (Rê), de forma que a frase 'As camisas das mulheres' vira 'Ar camisa dar mulé.'
'Colé, meu brodi!' = Olá, amigo!
'E aí, pai?' = Olá, amigo!
'Fala nigrinha!' = Olá, amigo!
'Diga aê, seu xibungo!' = Olá, amigo!
'Faaaaala minha puta!' = Olá, amigo!
'Colé miserê!!' = Olá, amiigo!
'Diga aê, disgraça!' = Olá, amigo!
'Diga aê negão!' (não importa a cor do amigo) = Olá, amigo!
'Ô véi!' = ô, amigo!
'Colé de mermo?', 'Oxe!' = Todo baiano usa essa expressão para tudo, mas um forasteiro nunca acerta quando usa.
'Lá ele!' = Eu não, sai fora! (Ou qualquer outra situação da qual a pessoa queira se livrar.)
Moda: Salvador é a única cidade em que o Reveillon está sempre na moda. Todo mundo veste branco o ano inteiro, a não ser no carnaval, quando a única vestimenta usada é o abadá. Lojas de moda não lucram em Salvador, pois os ingressos das festas já vêm com a camisa.
Economia: Só se sabe que o baiano nunca tem dinheiro para nada. Mas sempre sobra pra bebida.
sexta-feira, 27 de março de 2009
Olhos marejados
terça-feira, 24 de março de 2009
De volta a praça
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
O futebol na página policial
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Sorrir e cantar como Bahia
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Uma metamorfose ambulante
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
O último será o primeiro
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Feliz Natal
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Ainda tenho esperança
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Ouvindo 1 som
Acabei de chegar do ensaio da Timbalada. Sim, aqui são 03:11 da madrugada, amanhã tenho que tá de pé 07h. Tem que acordar? Tem. Mas também tenho que atualizar abagaça aqui. Não posso deixar assim. A Timbalada foi massa, ainda estou sob os efeitos dela. Domingo de noite, verão em Salvador... Isso acontece... E vai continuar acontecendo até a quarta-feira de cinzas quando decretarem o "The End" do carnaval. Quando decretarem, porque da minha boca vocês não ouvirão esse decreto. Jamais falarei isso!!!
Bom, gosto desse música, ainda mais desse vídeo Jim Morisson está simplesmente... mais doidão do que nunca!
Acho que por hoje é só. Preciso dormir, mas bem que eu queria viajar. Tenho até um tema na cabeça, já havia pensado nisso beeeeeem antes, cheguei até a conversar, e para culminar no fechamento do raciocínio "Os pingo da chuva" me deu a idéia para introdução, desenvolvimento e conclusão. Um dia explico o que eu penso, minha teoria da vida.
Por falar nisso, tenho que dormir, o fim de semana foi muitíssimo bom, totalmente excelente. Ah, tem também o filme Amnésia, que assisti quinta-feira, excelente. Ontem, sábado assisti O Iluminado. Este último não se trata de um filme de terror, trata-se simplesmente de Stanley Kubrick. Não gosto de filmes de terror, tinha medo quando era criança e, hoje em dia, do alto dos meus 26 anos de vida, procuro evitá-los. Mas assistam O Iluminado com Jack Nicholson, porém sob uma ótica mais observadora, aí vocês não terão medo, muito pelo contrário acharão que estão confusos. Dizem até que Nicholson não tinha a sombrancelha em forma de triângulo antes desse filme. Dizem que de tanto incorporar o personagem ele ficou desse jeito. No filme ele está insano!! Tem outro filme também que mudou minha forma de pensar. Naço assisti nesse final de semana, mas me lembrei agora, Magnólia. Bom filme, preciso assistí-lo novamente, mas mudou minha forma de pensar, de ver a vida (um dia eu explico).
Gosto dessa música assim como gosto de Light my fire e, a melhor de todas, My wild love (a primeira vez que ouvi essa música, fiquei olhando para os lados para ver se apareciam índios-guerreiros querendo me matar e ter um tempo, mesmo que curto, para me proteger).
Tenho que dormir, amanhã preciso estar em pé do lado da cama, me dirigindo para o banho às 07h. Essa música é massa, a performance dele está insana, aliás, nos últimos dias baixei o primeiro álbum deles, também o Waiting for the sun e um ao vivo, mas infelizmente não tem essa música The End. Morisson é o coração da banda e o teclado é a alma. Nessa música não tem muito teclado, eu sei. Mas nas outras sim.
Se divirtam com a música ou ouçam que nem Morisson cantou. Se não gostarem, leiam o texto e depois comentem, mesmo para dizer que a música não presta ou que o texto tá rum... Mas a música presta!
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Crenças de criança
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Bomba na F-1!!
domingo, 30 de novembro de 2008
Dia de Blogueiro (3)
Dia de Blogueiro (2)
Dia de Blogueiro
Acordei e fui pro sofá, ou melhor, depois que passei pelo computador... Estou assistindo Chelsea 1 x 0 Arsenal. Bom jogo. Disputado, corrido, mas discordo do Mauro Cezar Pereira, o Chelsea não teve essas chances todas para ampliar o placar. O segundo tempo ainda vai começar.
Chove bastante em Salvador. Acordei com 'os pingos da chuva' batendo forte na janela. Se continuar assim quem vai para o Harém de Alexandre Peixe é o coelho. Odeio festa com chuva. Não gosto de tomar chuva em festa e lá o espaço é aberto, pelo menos na minha "reduzida" memória, não lembro de nenhum abrigo por lá.
O segundo tempo do clássico inglês vai começar. Daqui a pouco eu volto ou mais tarde... Na pior das hipóteses depois das 18h locais (19h no horário de Brasília, ACM fez uma coisa decente de acabar com o horário de verão aqui, senão ainda teria resquício de sol na hora do "Boa Noite" de Fátima Bernardes), tenho uma idéia na cabeça e quero postá-la depois que 'o rodo passar'. Ou, muito na pior das hipótese, laaaaá no fundo do poço, amanhã, porque hoje talvez tenha Harém e eu preciso conversar...
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Ouvindo 1 som
Para quem não conhece, essa é Björk. Björk, meus leitores. Meus leitores, Björk.
Björk é uma mulher que faz da música seu parque de diversões. Não aqueles que tem roda-gigante, montanha-russa, mas sim aqueles que tem brinquedos simples como balanço, gangôrra, aqueles que as crianças brincam usando a imaginação. É exatamente isso que ela faz, usa a imaginação pra fazer músicas. E faz o que der na telha dela, sem está nem aí para os cofres das gravadoras.
Ela muda o estilo das músicas dela em todos os cds. Alguns ela faz um pouco mais próximo da música eletrônica, coloca batidas, em outro ela não usa nenhum instrumento sequer, apenas um coral de vozes imitando os instrumentos. Em outro, como essa música aí, Unison, utiliza instrumentos de música clássica.
Essa foi a primeira música que ouvi de Björk. Foi de bate e pronto. Eu gostei na hora, de primeira, nem precisei ouvir mais vezes.
Depois disso, foi apenas se aprofundar na discografia dela. O primeiro que baixei, que é ótimo para iniciantes, uma espécie de The Legend de Bob Marley, chama-se Vespertine. Em seguida o Homogenic também é espetacular. Depois disso se gostarem, procurem os outros.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Apenas dois comentários
O primeiro é a resposta de Michael Schumacher à Rubens Barrichello. Numa à Veja dessa semana, Barrichello disse que um dia dirá o que realmente aconteceu no GP da Áustria em 2002, no qual ele recebeu ordens de deixar Schumacher passar. Em resposta, o alemão falou que "Ninguém pode tornar um piloto lento somente por causa de um contrato. Se você é rápido, é rápido e ponto. Vai ser o número um".
Não sou pró-Schumacher, nem fã, nem nada, muito pelo contrário sempre torci para os adversários dele, mas convenhamos, ninguém é sete vezes campeão do mundo, por causa de uma cláusula de contrato. Schumacher foi o melhor piloto da época dele, de 2000 a 2004 ele foi imbatível. Era o mais rápido e teve o melhor carro. Rubinho foi, ops, é um bom piloto, também rápido, mas não era páreo para Schumacher. Isto é fato. Veja o caso de Felipe Massa. Ano passado, Kimi Raikkonen foi campeão do mundo. Esse ano, naturalmente, ele deveria ser o número 1 da Ferrari, mas Massa foi mais rápido do que ele e, por isso, ganhou todas as atenções do time no final dessa temporada e Raikkonen teve que se contentar em ser o segundo piloto. Não existe essa teoria da conspiração que tentam criar para explicar as derrotas de Barrichello, sem reconhecer que Schumacher era melhor do que ele.
O segundo, talvez seja até óbvio. O passeio do São Paulo sobre o Figueirense, 3 a 1. Fiquei orgulhoso do meu time. Jogou muito domingo, dominou o jogo inteiro, apesar de ter passado um pouco de sufoco quando o Figueira diminuiu a vantagem. Borges foi impecável, Jorge Wágner espetacular e Hugo excelente. Dagoberto jogou bem, brigou, marcou, porém continua perdendo gols feitos. O resto do time também jogou muito, mas não vou ficar aqui citando nome por nome.
Gostei também das goleadas do Náutico sobre o Cruzeiro por 5 a 2 e do Flamengo sobre o Palmeiras, também pelo mesmo placar. Cruzeiro e Palmeiras estão fora da briga pelo título, à eles resta apenas disputar por uma vaga na Libertadores. Já o Flamengo, com muita boa vontade e otimismo, pode-se dizer que segue na briga pelo título, porque tirar 5 pontos em 3 jogos, só na matemática. E o Grêmio também fez o dever de casa, venceu por 2 a 1 o Coritiba e continua com 2 pontos a menos que o São Paulo.
Domingo tem mais e os jogos serão fora de casa para os dois que brigam pelo título e para o terceiro que, teoricamente, está na briga. Vasco x São Paulo no São Januário, Vitória x Grêmio no Barradão (sou Vitória desde criancinha, também) e Cruzeiro x Flamengo no Mineirão. Quem somar mais pontos fora de casa deverá levar o caneco. E eu apostei uma grade (engradado de cerveja) na vitória do São Paulo...
Por hoje é só. Até a próxima!
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Trinta e dois anos de atraso
Chego lá um senhor me pede o cartão de embarque. Ele lê, olha pra mim e entra numa sala. O auto-falante anuncia 5 minutos para o trem partir. Fico nervoso. Procuro o senhor com o meu cartão de embarque e ele me diz: "O Lord quer você entre na sala dele". Explico que o meu trem já está para sair e ele repete a mesma coisa e diz para eu me apressar se não quiser perder o trem. Na sala, o Lord me aguarda e, pacientemente, manda-me sentar. Ele diz: "Hum, ano de nascimento 1950." Da janela vejo meu trem partir... Perdi o meu trem.
Eu deveria ter nascido no ano de 1950. Sim. Era para eu ter 18 anos em 1968, quando a música brasileira surgia já no seu apogeu. A revista Rolling Stone listou os 100 melhores álbuns nacionais. No site que achei ela divulga apenas 10 e apenas 1 único álbum foi lançado em 1959, o resto entre 1968-1972. Eu deveria ter vivido essa época. Deveria ter visto a olho nu o apogeu da música brasileira. Queria ter ido para um show dos Novos Baianos, Os Mutantes, Gilberto Gil, Gal Costa. Mas perdi o trem que saiu em 1950.
Na sala, o Lord me diz: " Você vai perder esse trem. Vai lamentar quando começar a enxergar o mundo com outros olhos e com outra cabeça, isto é, quando você abrir a sua mente para o passado. Me desculpe, mas é assim que tem que ser.". E eu digo que já estava tudo acertado, tudo pronto para eu ter embarcado nesse trem. E ele, pacientemente, me explica: "Você é calmo, tranquilo, vai se sentar, esperar o ano de 1982. Botei você num avião. É mais rápido, seguro e utiliza tecnologia de ponta, de última geração. Você vai gostar, apesar de trem de ser mais charmoso." E Ele continua: "Essa época é perigosa para você. Quero te poupar, pois sei que fará de tudoe conseguirá ir para uma fazenda em Berthel, Nova Iorque, onde acontecerá o Woodstock. Lá vai ser muita doidera, temo o seu futuro. Mas não serei mau com você. Você curtirá os anos 90, que não será nada comparado a 1960-1980, porém lhe dará os alicerces necessários para que um dia você goste do som dessa época que você perdeu. E se você quiser, poderá ter uma idéia do que foi o Woodstock, se for a Glastonbury. E se der sorte poder ser que seja no ano em que tenha seus sons preferidos que aparecerão na década de 90."
E Ele finalizou: "Lamento que os sons de 1968-1972 que você curtirá nos anos 2000 não poderão ser vistos na sua época. Pelo menos não na mesma performance. Mesmo que eles voltem ou continuem ativos na música, não terão o mesmo pique, nem as mesmas imaginações. Mas sei que você irá aproveitar bem a sua época, coloquei algumas coisas que a geração de 60 e 70 não terão, mas eles vão abrir portas, para as gerações seguintes, inclusive a sua, escancará-las. Você vai gostar, tenho certeza disso e pode ver isso como uma recompensa pelo trem perdido. O seu embarque foi remarcado para 1982 e será de avião. Se divirta.".
"Ah! Tome aqui umas diárias do hotel aqui do lado, enquanto você espera o seu avião. Nos anos 2000, você verá muito disso no seu país. Ele será subdesenvolvido, você irá vê-lo crescer, mas é bonito, divertido, o povo é alegre e as mulheres sensacionais.". E eu deixo a sala triste por ter perdido a melhor época da música, mas esperançoso com as promessas Dele. E ainda bem que Ele não é político.
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