domingo, 2 de agosto de 2009
Pais e Filhos
segunda-feira, 13 de julho de 2009
O nosso papel
O homem destrói o mundo fazendo coisas que não são nem um pouco importantes para a sobrevivência dele. Porém sei que um dia ele vai entender todo o funcionamento do planeta, o jeito certo de viver, que será algo parecido como vivem os hippies, os naturebas, os desgarrados das coisas materiais da vida, os orientais que compreenderam que são nada menos do que meros ingredientes do grande e perfeito bolo chamado Natureza. São poucos, mas já é um sinal de esperança, uma luz no fim do imenso (e bota imenso nisso!) túnel. Tipo a cena que assisti no filme Sonhos (para ver, clique aqui). O grande desafio da humanidade é despertar para isso a tempo, antes que seja tarde demais e a merda se torne irreversível, sem volta, apenas com passagem de ida para o inferno.
Se você for reparar, todas as tribos, etnias, civilizações tem seus momentos de luz. O ocidente é contra o aprisionamento das mulheres, a obrigação do uso da burca que faz parte da cultura dos árabes e afins. Já os orientais vivem de forma tranqüila e dão o devido valor para as pessoas mais velhas que são as mais experientes e bem preparadas pra conduzir o mundo (quanto mais novo você é, menos conhecimento você tem e mais merda você faz. Você já viu um velho dar pt no carro? Velho não faz esforço, ele sempre procura o menor, melhor e mais calmo caminho possível, como você acha que Romário conseguia fazer um monte de gols sem correr pelo campo todo?), porém muitos deles são obcecados por estudo e trabalho, deixam de lado a melhor coisa da vida que é viver. Os árabes, quando são árabes de verdade e não árabes ocidentalizados, usam a grana deles pra comer mulher, cravejar a Mercedes de diamantes e botar privada de ouro maciço no banheiro. A cultura deles permite ter quantas esposas ele puder bancar. Enquanto isso, os negros nunca se rendem, por pior que seja a situação em que se encontram, eles nunca descansam enquanto não chegar onde querem, seja no poder judiciário ou na presidência da maior potência do mundo, e isso alguns anos depois de serem tratados como mercadorias. Eles saíram dos Quilombos para ocuparem a Casa Branca e mandar no mundo inteiro. Em contrapartida, na África, a cultura obriga que as mulheres tenham genitálias mutiladas para não sentirem prazer no melhor esporte do mundo, esporte esse que é absolutamente natural, puro e é o tempero para deixar a vida perfeita. E os ocidentais, por transformarem o mundo num enorme puteiro em que as mulheres já vão sem calcinha pra boate para o cara não ter muito trabalho para deixá-las como vieram ao mundo, e só de tirar os (poucos) pedaços de pano, também chamado de vestido ou shortinho/top, recheados de silicone, com músculos em dia para a carne ficar tenra e em cima, a cara carregada de maquiagem e apliques no cabelo, fora os alisamentos capilares e a pele mais sedosa do que tecido de seda... A contrapartida é que o ocidente gasta muito dinheiro com as guerras mais idiotas e motivos de ganância fazendo de conta que eles justificam a necessidade de fazer guerra.
Pegue todas as virtudes de cada civilização, etnia, tribos e junte tudo. Tire todas as merdas, idiotices e amarelices de cada um, jogue tudo no lixo e chegaremos ao mundo perfeito. Um mundo sem guerras, sem poluição, com invenções tecnológicas que melhoram a vida das pessoas sem destruir o planeta, sem mutilar as mulheres e tendo tesão por elas, que estão simplesmente espetaculares, tiradas dos mais nobres sonhos e claro, com a nossa contrapartida pra elas também, todos seremos do jeito que elas mais sonham. E o mundo perfeito está criado. O caminho para isso? Primeiro temos que acabar com o ácido que corrói o mundo e envenena a sociedade: Dinheiro.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
(Piloto “ah-perdi-as-contas”) (O texto dos parênteses!)
(Com preguiça de fazer as contas...) Dia cheio, cansativo e movimentado. Tudo bem que hoje fiz meu horário (A vida tá começando a se organizar do jeito que eu quero) e pude dormir até não poder mais, meio-dia. Levantei e hoje eu resolvi brincar de trabalhar. Quer dizer, na verdade tive bastante coisa pra resolver, principalmente com banco, em que tive que prestar contas pro meu chefe. Como sou novo no emprego, meu chefe hoje resolveu testar meu desempenho e me deu um extrato de banco para testar minha “organização contábil” (sim, mudei de emprego, agora trabalho num lugar, cujo percurso simplesmente é na trilha do mar. Se não morasse na cidade, moraria no paraíso em que eu iria na praia dar um nadada e pescar o almoço. Eu hoje estou num ótimo emprego (o salário não é dos melhores, mas consigo cobrir meu passivo) em que a idéia que eu faço é simplesmente essa. E faço isso não pra buscar o peixe e, sim sereias, andar de navio, fazer nadar... Em outras palavras meu dinheiro é pra roupa, festa, mulher e cachaça, ...) – foi o maior parêntese na minha iniciante carreira de escritor, tá perto de eu postar sobre isso. E outra, não é um dos melhores empregos do mundo pra mim, simplesmente todo mundo dormiu hoje (eu consegui flexibilizar meu horário pra não precisar ir de manhã. A galera que foi toda dormiu de tarde. E de tarde só ficou essa galera. O resto (da sala ao lado, porque o prédio da Química pegou fogo, aí eles estão “alojados” lá no laboratório mais “relaxadão” do Campus, o laboratório de Física, que é onde eu trabalho), como dormi em casa, cheguei lá em alta. Dois caras subiram pro mezanino que fizeram como sala de repouso, pra dormir. Então fiquei com a galera que deve ter dormido de manhã ou não foram pro reggae quarta, lá só contando piada, dando risada e assistindo vídeo de e-mail pra homem. E descobri que é tenho que voltar do trabalho com o sol acendendo a cidade, preciso ver o mar! O ponto de maior satisfação desse trabalho é poder voltar também com o mar. Não posso trabalhar até tarde da noite!
Ainda tive que resolver o trabalho de conclusão de curso do MBA. Primeiro que começou comigo sem lembrar (de jeito nenhum!) que hoje tinha reunião. Um colega me ligou duas vezes (só atendi na segunda) pra me lembrar e pedir a apostila. Quando cheguei os caras tavam lá me esperando, na internet e trocando palavras. Cheguei, corrigi dei uma olhada no trabalho, corrigi e entreguei uma apostila que simplesmente tinha tudo que precisa ser colocado no trabalho. Um deles comemorou e disse que o trabalho tava pronto e pediu emprestado por uma semana para ler e adiantar as coisas.
Mas meu dia ainda não tinha terminado, fui pra casa de um amigo meu recém-casado (sem cerimônia, festa, só por morar junto). Fui pra lá troquei, idéia, filosofei, dei idéias cheques, ouvi coisas interessantíssimas, sérias, pra aprender e tudo isso em menos de uma hora... E senti muita saudade na volta...
Quando voltava pra casa, por volta das 23h senti todo o por que, toda a inspiração de Chico Science nessa música. A cidade não pára, a cidade só cresce (tá até agora bombando, um pouquinho, os carros nas ruas e tal), o de cima sobe e o debaixo desce (primeiro tinha um Monza antigão se arrastando na rua e na frente da fila de três, com o meu atrás, tinha uma Mercedes). Foi em momentos como esse meu que essa letra explodiu na cabeça dele, assim como a idéia dele explodiu na minha cabeça. Sulozei no MSN enquanto escrevia esse texto, procurava essa música, tudo isso ao som de Caetano Veloso no iPod e de headfone no ouvido. Este foi o meu ótimo dia.
