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sábado, 27 de agosto de 2011

O exemplo das Autoridades

Olha só que coisa. O subsecretário de governo da região metropolitana do Rio de Janeiro, Alexandre Felipe atropelou quatro pessoas na noite da última quinta-feira (25/08), depois de sair de uma festa em Niterói. Testemunhas afirmam que o subsecretário estaria alcoolizado no momento do acidente, pois o carro trafegava em zigue zague na via.

Três das quatro vítimas do acidente foram liberadas na mesma noite do acidente. No entanto, na manhã de hoje (27/08), uma das vítimas do acidente, Ermírio Cosme Pereira de 56 anos, teve morte cerebral confirmada pela Secretaria de Saúde do Rio.

O subsecretário, indiciado por lesão corporal culposa, passará a responder por homicídio com dolo eventual (quando se assume o risco de matar), aberto pela 81ª DP.

Seria mais um acidente de trânsito registrado, assim como acontecem milhares todos os dias no território brasileiro. Porém, o fato do subsecretário ser um ex-coordenador da Operação Lei Seca no Rio de Janeiro, o torna peculiar. Essa operação é uma das mais bem sucedidas do país pelo seu rigor, já que não importa a classe social, o bolso ou a fama do motorista, quem for pego ou se recusar a fazer o teste de bafômetro terá a carteira apreendida e enfrentará processo administrativo, como o deputado federal Romário, o senador Aécio Neves, o apresentador Bruno de Lucca, a atriz Danielle Winits, o cantor Djavan, a cantora Elba Ramalho, entre outras celebridades.

Já o subsecretário não teve a carteira apreendida pela Polícia Civil, pois apenas o Detran tem poder para aplicar essa punição administrativa.

sábado, 16 de maio de 2009

Quase um carioca

A constatação é óbvia, mas aos poucos vou subindo um degrau no Rio de Janeiro. Na primeira vez que fui pra Cidade Desespero, segundo o Marcelo D2, ou Cidade Maravilhosa, segundo André Filho, só passei uns 2 dias lá. Não deu pra conhecer quase nada.
Nessa segunda vez, consegui subir 2 lances de escada, de três em três degraus. Fui pro Furacão 2000 na quadra da Salgueiro. Sim aquilo mesmo, Furacão 2000. Já vários vídeos no Youtube de Mulher-Melancia mexando o rabão na velocidade 5, logo que surgiu a profissão mulher-fruta. Na quadra da Salgueiro, vi os camarotes e a sacada onde Viviane Araújo e outras colegas tiram fotos, de micro-short, micro-vestido, micro-top, micro-roupa, pra aparecer na capa dos grandes portais da internet. E vi também várias outras anônimas cavalas e protótipos de mulher-fruta dançando na pista e nos camarotes da festa. Terminei a noite ou começei o dia, depende do referencial, na famosa Pizzaria Guanabara. E na volta pra casa, tivemos que mudar o caminho, pois um túnel ainda estava fechado devido a uma troca de tiros entre policiais e traficantes. Só não me perguntem que túnel foi, pois esqueci 5 minutos depois que me falaram.
Dessa vez tive tempo de viver o life style carioca. Fui pro Maracanã ver Fluminense e São Paulo, jogo em que o tricolor paulista renovou mais uma vez a carteirinha de freguês do tricolor carioca. Na história recente, o São Paulo perdeu do Flu como sempre e eu, pra não perder o costume, perdi o avião mais uma vez. Mas como há males que vem para o bem, pude viver o life style carioca e ir pra praia em plena segunda-feira, como várias famosas gostosas fazem e, mais uma vez, aparecem, de micro-biquini, nas capas dos principais portais da internet. Infelizmente a minha ida pro Posto 9 não coincidiu com Viviane Araújo, Mirela Santos e etc. A noite de boemia foi na Lapa. Cerveja, samba e mulher, mais carioca do que isso, só se tivesse ido com Jorge Ben.
Marquei outra viagem para o Rio, mas não poderei ir, pois nessa semana terei aula na pós. Mas guardarei o crédito da passagem para uma próxima oportunidade ou o próximo final de semana. A única coisa que não mudou é o meu desejo de não mudar para lá. Salvador é a minha cidade, o Rio pode ser minha segunda casa.