domingo, 6 de janeiro de 2008

O passeio de Tyler

Sábado 14h. Tyler Durden pega o carro e saí. Pega a av. Manoel Dias, sentido Centro, tudo vazio. Mas é até um vazio normal para um sábado, já que as pessoas não trabalham. Dentro dos poucos carros, que ele vê ao lado, estão famílias. Desce mais um pouco e ele chega no Rio Vermelho. Bairro boêmio, mas que durante o dia vive a praia. As praias não estão cheias. Barra, Ondina, Porto da Barra todos os bairros vazios, poucas pessoas nas ruas, o que se vê mais são famílias, velhos.

Tyler decide voltar e escolhe o caminho de dentro. O Campo Grande está um deserto. A av. Juracy Magalhães idem. A av. ACM sempre movimentada, mas hoje não tem nenhum carro e nem uma alma penada vagando pelas suas pistas. Parece até que Tyler está no Iraque ou no Afeganistão depois que soou o alarme avisando que vem bombardeio por aí. Sem ninguém na rua, sem carros na pista, ele recolhe o carro para a gargem.

Pois é dia que tem Trivela na Praia do Forte (que fica a um pouco mais de 1 hora de carro de Salvador), a cidade fica assim, vazia, deserta, com pouquíssimas pessoas na rua. Enquanto Tyler Durden dava esssa volta pela cidade, eu estava dormindo, gripado e com a garganta doendo. Doença pós-viagem, normal algumas pessoas sempre tem, mas eu nunca tive uma tão pesada quanto essa que me obrigasse a vender minha camisa da Trivela para ficar em casa. Enquanto que meus amigos, Salvador quase que em sua totalidade e mais um monte de turistas estão atrás de uma embarcação de quatro rodas ao som de Asa de Águia, comandada por Durval Lelys. Doença do inferno!!

*****

"Nenhum pássaro voa alto demais, se voa com as próprias asas".

William Blake, escritor inglês

Um comentário:

Vinicius Grissi disse...

Com certeza você deve ter perdido um grande show e uma ótima festa. No entanto, faz parte da vida: fatalmente outros virão...