quinta-feira, 30 de outubro de 2008
O Batman está nas ruas
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Ouvindo 1 som
Minha trilha sonora das últimas semanas é Novos Baianos. E essa música, Mistério do Planeta, tenho ouvido entre 7 a 10 vezes para que o dia não fique faltando alguma coisa.
Não tenho palavras para escrever sobre esse música no momento. O máximo que eu posso fazer é ouví-la e viajar, sem me preocupar com quem está ao redor. Essa música faz parte do disco Acabou Chorare de 1972. Este disco encabeça a lista dos 100 melhores discos do Brasil, segundo a revista Rolling Stone.
Novos Baianos é uma senhora banda, no bom português, uma banda do caralho. É aquela que tinha Moraes Moreira, Pepeu Gomes, Baby e, este que está cantando, Paulinho Boca de Cantor. Fez músicas famosas como Preta Pretinha, Brasil Pandeiro ("Brasil esquentai vossos pandeiros, iluminai os terreiros que nós queremos sambar").
Mas crianças, muito cuidado! Não tentem isso em casa. É uma banda para se começar a ouvir aos poucos, em doses homeopáticas, apenas 10 gotas num copo de 200ml com água uma vez por dia. No ínicio, eu só gostava de duas músicas (Linguagem do Alunte e Ao Poeta) do disco Linguagem do Alunte. Há duas semanas atrás, num dia nublado, eu estava, no carro, estressado (problemas + trânsito congestionado), de mau humor e botei esse disco pra tocar. Relaxei, voltei a sorrir e cheguei de bom humor em casa. Poucos dias depois, baixei outro disco deles, Acabou Chorare, e descobri essa música aí, além de A Menina Dança. Já ouvi o disco de cabo à rabo, várias vezes e ainda não consegui me cansar dele e nem dessa música. Além disso, ele conseguiu uma proeza (algo do tipo, Corinthians ser campeão da Libertadores ou o Vitória ser campeão Brasileiro), ofuscar o Dig Out Your Soul o novo álbum do Oasis (uma das minhas bandas preferida para quem não sabia), que foi lançado no início desse mês.
domingo, 26 de outubro de 2008
Esquentando...
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Não se fala de outro assunto
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Ouvindo 1 som
A primeira vez que eu ovui era "Ana Júlia". Por um tempo escaldei (gozei, brinquei, dei risada com a cara), quer dizer, por um bom tempo.
Um dia acordei (depois de muito tempo), e decidi ouvir Los Hermanos. Perguntei para um amigo meu, que gostava, qual o cd bom para começar a ouvir Los Hermanos. Ele me falou ouça o "Ventura" e o "Bloco do Eu sozinho". Pronto, já foi!
Além dos dois cds, ouvi o ao vivo "Cine Íris". Puta que Pariu!!!!
Ouvi no tempo errado! Porra, caralho!!! Os caras acabaram com a banda uns 2 meses depois!! E depois que passaram por aqui, por Salvador.
Cheguei a ver um show deles, mas na época, eu não gostava, pensava: "Ah, é o Los Hermanos que tá tocando?!? Beleza...". E continuava a comer minha água (beber, encher a cara). Se fosse alguém que gostava deles, eu escaldava e dizia, além disso: "A música que mais gosto é 'Ana Júlia'". Quem gostava me xingava. 'Ana Júlia' é a mesma coisa que xigar a mãe pra quem gosta de Los Hermanos.
Hoje em dia eu canto pra caralho: "E só de te ver eu penso em trocar
a minha TV num jeito de te levar
a qualquer lugar que você queira
e ir onde o vento for, que pra nós dois
sair de casa já é se aventurar.
Ah vai, me diz o que é o sossego
que eu te mostro alguém afim de te acompanhar
E se o tempo for te levar
eu sigo essa hora e pego carona pra te acompanhar". E, eles fizeram 'Ana Júlia'?!?! Pelo menos EU, não me lembro...
Rodrigo Amarante é o Cara, junto com Noel Gallagher... É ele quem canta nesse vídeo.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Novas brincadeiras
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Meninos eu vi...
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Faz de conta
• Escrever uma lista com 8 coisas que sonhamos fazer antes de ir embora daqui;


Oscar Wilde, escritor
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Quando a marcação é forte, espera-se os lampejos
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Ouvindo 1 som
Por menos que a pessoa represente pra você ou que mal tenha conhecido-a, visto apenas uma única vez na vida, é impossível não ser contaminado pela emoção no enterro dela.
Hoje fui pro enterro da mulher de um primo meu. Ele é daqueles parentes que só encontramos uma vez por ano que é no natal (no caso dele duas vezes, porque sempre o encontro no carnaval e nós dois vestidos de filhos de Gandhy). Então, não lembro nem do rosto da mulher dele, mas devo ter conhecido-a.
Fui para o enterro sem grandes preocupações, mas a atmosfera carregada de tristeza, sempre me deixa abatido. Como ainda não vi nenhum pessoa querida morrer, sempre vou para os enterros por causa dos que ficaram.
Quando ouvi essa música, Gravedigger de Dave Matthews, achei bonita. Em seguida, procurei e prestei atenção na letra e aí me arrepiei. E depois que vi esse clipe, me arrepiei mais ainda.
O refrão é o cara pedindo para o coveiro fazer a cova dele rasa, para que ele possa sentir a chuva. A música conta a história de 3 pessoas.
Primeiro é Cyrus Jones que promete para os netos que viverá 103 anos. De fato, Cyrus morre com a idade prometida. E 103 anos é como se fosse viver para sempre na visão de uma criança, então ele viveu para sempre. Até aí tudo bem.
Na segunda história é que começo a me arrepiar e viajar na letra. Muriel Stonewall perde seus dois filhos na Segunda Guerra Mundial. Uma cena que ninguém deveria ver é uma mãe enterrando seus filhos.
Já a terceira fiquei arrepiado quando assisti o clipe. O pequeno Mike Carson vivia pra cima e pra baixo andando na sua bicicleta até morrer aos 8 anos de idade. Quando crescesse, Mike queria voar nos trapézios.
Essa música foi a trilha sonora do meu dia. Começou tranquilo, apenas lamentando a morte de alguém, como a música começa com a história de Cyrus Jones. Depois senti o ar pesado de várias pessoas chorando e no final fiquei abatido ao dar um abraço no meu primo. Nessas horas, não sei o que dizer, apenas abraço em silêncio. A morte dela foi cruel. Morreu de câncer, sofrendo até o estágio fatal e os últimos momentos sob o efeito de morfina.
Graças a Deus ainda não perdi nenhuma pessoa querida para ir para o enterro em memória do morto. Por enquanto só fui apenas por causa dos ficaram aqui. Devemos levar os mortos na memória e cuidar dos vivos, que é o mais importante. A única certeza que temos na vida é de um dia vamos todos morrer. Por isso a vida não pode parar para os que ficaram aqui, mas coveiro faça a minha cova rasa para que eu possa sentir a chuva.
P.S: Quando postei o vídeo do Youtube, ele não abriu. Então coloquei o link dele dentro do texto, basta apenas clicar em cima do nome da música e clicando em "letra" vai para a letra da música, porque o texto ficou grande e o post ficaria imenso se ainda botasse a letra toda.
domingo, 5 de outubro de 2008
Ano I
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Saudades de Xuxa, Eliana e Mara
domingo, 28 de setembro de 2008
Ouvindo 1 som
Hoje fez sol forte e quente. Fiz concurso de manhã para Petrobrás. Prova cansativa. Na saída tive duas opções, feijoada ou macarronada com a família no mesmo bat-local de todos os domingos ou praia com os amigos. Não pensei duas vezes. Cansado da prova, sol quente, aquele momento não merecia outra coisa que não fosse uma cerveja gelada. Praia com os amigos.
Na volta da praia um yakisoba para encher a barriga e depois casa. Morgação total, estirado no sofá vendo o segundo tempo de São Paulo 2 x 0 Cruzeiro e a volta da esperança do Tri.
Depois de praia, algumas (várias) cervejas e sol na moleira, a maresia impera em casa e nada como uma música tranquila para relaxar e tirar um cochilo.
Essa versão de Natural Mystic se enquadra ao momento, calma, tranquila e Bob Marley com essa guitarrinha paloza, mostrando como ele estava no show.
Tenho ouvido muito reggae ultimamente. É, estou na fase do reggae agora. Acabei de sair da fase The Cranberries mais Bob Dylan. Essa semana ouvi até a banda de um amigo meu, que inclusive já acabou, Los Baganas. É reggaezinho massa, romântico ("E se ao meu redor é cinzas/ Azuis são os olhos daquela que... Brilhaaaa"). Pena que acabou. Mas tudo bem, Bob Marley também já morreu há 27 anos. A vida segue, a caravana não pode parar. E nem este blog. Essa semana me esforçarei ao máximo para não ficar 1 semana sem atualizar. Foi uma mistura de agenda cheia e pouca inspiração. Até a próxima!
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Apenas uma coisa notável
O Andróide da propaganda do Johnnie Walker dizia: "Eu posso alcançar a imortalidade, basta não me desgastar. Você também pode alcançar a imortalidade. Basta fazer apenas uma coisa notável".
No dia 4 de dezembro desse ano, J.K. Rowling lançará Os Contos de Beedle, o Bardo, seu primeiro livro pós-Harry Potter. A frase do andróide cai como uma luva na história da autora. Antes de lançar o primeiro livro de Harry Potter, ela era pobre. Foi secretário, professora de inglês e o Antes de Harry Potter, ela comeu o pão que o diabo amassou. Morou de favor na casa da irmã, morou na Escócia vivendo do bolsa família de lá e em alguns outros lugares sem um tostão no bolso.
Mas durante todo esse tempo de pindaíba, Harry Potter e seu mundo foram sendo gestados em um rabisco e outro. Até que a senhorita Rowling passou a frequentar o bar Nicolson's e o The Elephant House Café onde entre um cochilo e outro da filha pequena, ela escrevia as histórias das aventuras de Harry Potter.
Depois de bater na porta de umas 8 ou 12 editoras oferencendo as histórias do bruxo e só ouvindo "não", a editora Bloomsbury decidiu comprar os direitos e publicou o livro Harry Potter e a Pedra Filosofal. O resto da história todos conhecem, as crianças idolatraram o bruxo, os adolescentes amaram e os jovem adultos curtiram.
A saga do bruxo, composta de 7 livros, foi a única coisa notável que J.K. Rowling fez na vida e não só garantiu a imortalidade, como também uma fortuna de 1 bilhão de dólares, segundo a Forbes em estimativa feita em 2004.
E como J.K. nasceu em 31 de julho de 1965 e não em 22 de setembro de 2008, o livro dela, pós-Harry Potter, foi citado no último volume da saga do bruxo. É um livro de contos que remetem ao universo de quem? Lógico que da sua mina de ouro HP!! E agora de bolso entupido, J.K. destinará todo o retorno financeiro do novo livro para caridade.
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Dupla Dinâmica
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Ouvindo 1 som
Oasis e Dave Matthews Band estão entre as minhas bandas preferidas. Ambos tem influência de Neil Young. E diante de uma carta de apresentação dessas, por que não procurar algumas músicas de Young?
Ouvi alguas coisas dele, boas por sinal, mas por enquanto achei essa, Down by the river, a melhor de todas. Inclusive Dave Matthews Band já gravou essa música.
Agora estou nessa fase de procurar conhecer as influências de quem eu gosto.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Pela centésima vez
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Não sei se é pra rir ou pra chorar
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Tempo perdido
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Ouvindo 1 som
Aí está mais uma integrante da minha seleta lista das bandas/cantores(as) que eu gosto (Oasis, Dave Matthews Band, ORappa, Planet Hemp e ela). Claro que não escuto apenas essas, mas o resto eu sempre digo que ouço algumas músicas, mas não é nada mais do que isso. Por exemplo, seria capaz de viajar para assistir o show de alguma delas em qualquer lugar do Brasil.
Essa aí foi a primeira música de Björk que ouvi, Unison. E pirei. A música é linda demais (mas nesse show ela está parecendo foto de orkut... ela não é lá muito bonita).
Björk é meio doente por música. Ela inventa muito, por exmeplo tem em Aurora o percussionista passa a música inteira arrastando o pé numa caixa de pedras, em Hidden Place o cara embaralha cartas. Ela mistura os sons. A maluquice dela permite fazer o que der na telha, sem se importar com que ela baterá de frente. A música dela varia muito de cd para cd, inclusive ela lançou um álbum só de vozes, sem ter nenhum instrumento na música, é ela cantando e o coral atrás.
Gosto de Björk, já baixei vários cds dela e nunca canso de ouvir. E uma das coisas que tentarei, ao máximo, fazer antes de morrer é ir para um show dela. Não importa onde, mas eu dia eu irei. Curtam aí, mais uma música tranquila para vocês relaxarem.
