terça-feira, 21 de outubro de 2008

Não se fala de outro assunto

Esse final de semana rendeu bons assuntos que estão sendo discutidos por todo mundo e em todos os lugares, principalmente nas mesas de bar na hora dos happy hour.
O primeiro é o mais trágico, aconteceu na última sexta-feira, na hora do happy hour. O desfecho do sequestro em Santo André. O jovem Lindemberg sequestrou a ex-namorada Eloá e a amiga dela, Naiara, na segunda-feira da semana passada. Lindemberg não é sequestrador profissional e a intenção dele não era arrancar dinheiro da família de Eloá, ele queria apenas voltar o namoro com ela. Atitude imatura, irracional e louca do jovem. Na última sexta, a Polícia invadiu o apartamento onde Lindemberg mantia as duas garotas em cativeiro, teve tiroteio e Eloá morreu e Naiara saiu ferida, mas está viva. Na minha opinião de leigo, rapaz comum, a polícia não deveria ter invadido. Mas não sei se o disparo, que motivou a ação dos policiais, de fato ocorreu. A Polícia poderia ir minando a resistência do cara, até que ele se entregasse. E o qual punição eu daria para Lindemberg? Bom, a mesma para todo mundo que sequestra pessoas e depois mata. De jovem normal ele passou a ser sequestrador e homicida. Prisão é o lugar ideal para loucos como ele.
O segundo é interessante. Na madrugada de domingo, o inglês Lewis Hamilton, da Mclaren venceu o GP da China e abriu 7 pontos de vantagem para o brasileiro Felipe Massa, da Ferrari, na disputa do título do Mundial de Fórmula 1. Falta apenas o GP do Brasil, que acontecerá no dia 02. A situação de Massa está complicada, apesar de Hamilton ser muito afoito, ansioso e não sabe andar atrás de ninguém, mesmo que continue na frente na tabela. Na temporada passada, depois de uma sucessão de erros, Hamilton perdeu o título para Raikkonen. Não acredito que um raio possa cair no mesmo lugar duas vezes e seguidas, ainda por cima. Por isso, se fosse apostar em alguém, seria em Hamilton.
Já o terceiro é o que eu acho melhor. A decisão do título do Brasileirão voltou a ficar mais embolada do que nunca. Grêmio, Cruzeiro, Palmeiras, São Paulo e Flamengo disputam o título acirradamente. Para mim, o Flamengo é o mais fraco de todos. É o único que não aposto na conquista do título. São Paulo é meu time de coração e como tem chance, é nele que aposto. Está difícil porque o Tricolor paulista está muito irregular na competição, ainda não embalou. Porém os concorrentes também estão na mesma irregularidade e nenhum aponta como grande campeão. Então, "Vamo São Paulo, vamo São Paulo. Vamo ser campeão!!".
Por hoje é só ou é tudo. Pelo menos esses dias não aconteceu nada que batesse em nenhuma dessas notícias. O desfecho do sequestro é lamentável e as outras duas disputas são emocionantes. E como não tenho mais nada a dizer por hoje, vou parando por aqui antes que começe a falar besteira.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Ouvindo 1 som

A primeira vez que eu ovui era "Ana Júlia". Por um tempo escaldei (gozei, brinquei, dei risada com a cara), quer dizer, por um bom tempo.
Um dia acordei (depois de muito tempo), e decidi ouvir Los Hermanos. Perguntei para um amigo meu, que gostava, qual o cd bom para começar a ouvir Los Hermanos. Ele me falou ouça o "Ventura" e o "Bloco do Eu sozinho". Pronto, já foi!
Além dos dois cds, ouvi o ao vivo "Cine Íris". Puta que Pariu!!!!
Ouvi no tempo errado! Porra, caralho!!! Os caras acabaram com a banda uns 2 meses depois!! E depois que passaram por aqui, por Salvador.
Cheguei a ver um show deles, mas na época, eu não gostava, pensava: "Ah, é o Los Hermanos que tá tocando?!? Beleza...". E continuava a comer minha água (beber, encher a cara). Se fosse alguém que gostava deles, eu escaldava e dizia, além disso: "A música que mais gosto é 'Ana Júlia'". Quem gostava me xingava. 'Ana Júlia' é a mesma coisa que xigar a mãe pra quem gosta de Los Hermanos.
Hoje em dia eu canto pra caralho: "E só de te ver eu penso em trocar
a minha TV num jeito de te levar
a qualquer lugar que você queira
e ir onde o vento for, que pra nós dois
sair de casa já é se aventurar.
Ah vai, me diz o que é o sossego
que eu te mostro alguém afim de te acompanhar
E se o tempo for te levar
eu sigo essa hora e pego carona pra te acompanhar". E, eles fizeram 'Ana Júlia'?!?! Pelo menos EU, não me lembro...
Rodrigo Amarante é o Cara, junto com Noel Gallagher... É ele quem canta nesse vídeo.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Novas brincadeiras

Quando eu era criança gostava de brincar de polícia e ladrão. Não curtia muito aquele que era tipo pega-pega, a menos que valesse no bairro todo. A que eu mais curtia era a que usava armas de brinquedo. Nada de atirar bolinhas, ou água, apenas apontar a arma pro outro e dizer a palavra "pow" que o adversário morria. Tudo corria bem, não tinha roubos de dizer que a bala não pegou.
Gostava também de jogar War, mas aí foi quando eu já era adolescente. Junto com jogo da Vida era o meu preferido. Com o sucesso de War, a Grow tratou de lançar novas versões dele. O War II tinha aviões, tanques de guerra, era mais estratégico e tinha mais objetivos. Mas o II não cheguei a jogar. O primeiro era mais tradicional. Depois do II, lançaram o War: Império Romano. O nome já auto-explicativo, o mapa tinha províncias e os domínios do grande Império em torno do Mar Mediterrâneo.
Depois o designer Fábio Lopez criou o War in Rio. O mapa era dividido em Zona Sul, Norte, Oeste, Central, Av. Brasil e Baixada Fluminense. As sub-divisões dessas Zonas são dos morros, Jacarézinho, Mangueira, Providência, Cidade de Deus, Cantagalo e por aí vai. Ao invés, dos exércitos serem identificados pelas cores, eles foram chamados de BOPE, Comando Vermelho, Terceiro Comando, Polícia Militar, Amigos dos Amigos e Milícias. O jogo reproduz o cenário policial do Rio de Janeiro. O criador fez o jogo apenas por brincadeira, uma piada, mas não duvido que se alguém, com uma mala preta de 007 cheia de dinheiro, sentar para conversar com ele, essa piada pare nas prateleiras da B-Mart.
Na minha infância, ladrão era ladrão. Os traficantes não tinham espaço na mídia, nem mandavam fechar escolas e lojas, muito menos transformavam ruas e avendias em praça de guerra nos confrontos com a polícia e os postes de luz não se transformavam em trincheiras. Não sei se as crianças dos anos 2000 mudaram o nome de Polícia e Ladrão para Polícia e Traficantes.
Hoje a Polícia Militar e a Polícia Civil entraram em confronto e não foi contra traficantes dos morros do Rio e sim entre eles, em plena Sessão da Tarde e transformaram a porta do Palácio do Governo de São Paulo. Transfomaram a rua numa praça de guerra, tal como as ruas de acesso aos morros cariocas ou as principais ruas de Bogotá. Só espero que as crianças dos anos 2010 não inventem de brincar de Polícia e Polícia e nem batam par ou ímpar para ver quem será Polícia Militar e quem será Polícia Civil. Essa "política" já foi longe demais!

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Meninos eu vi...

... o São Paulo ser bicampeão mundial, com um golaço de Müller em 93. E vivi os tris de 2005. Mas não vi a conquista do primeiro Mundial em 92, muito menos a Libertadores daquele ano e do ano seguinte. Vi 2 títulos de Ayrton Senna, os pegas com Prost. Entretanto, vi apenas alguns grandes feitos de Nelson Piquet pelo Youtube e os de Fittipaldi pelos arquivos da televisão. Vi o jogo antológico da seleção brasileira metendo 2 a 0 no Uruguai, em 93, na melhor atuação individual de um jogador, Romário. E acompanhei, conscientemente, a minha primeira Copa do Mundo em 94, cuja até hoje trago todos os gols (e os autores) do Brasil na memória. Vi também um golaço de Maradona e depois a aposentadoria trágica do craque argentino naquela mesma Copa. E vi Fernando Alonso bater Michael Schumacher. Guga aparecer e se despedir. Ronaldo calar a boca dos críticos em 2002. O Real Madrid dá show com Zidane. E Ronaldinho na sua melhor forma.
Já viajei de carro, de ônibus, de ferry-boat, de avião com minha família e com meus amigos. E já viajei também com meus amigos sem ter saído do lugar. Vi shows dos Raimundos, Planet Hemp, ORappa in loco. Mas nunca curti um show de Los Hermanos, muito menos aproveitei a oportunidade de ir pra um show do Oasis, Dave Matthews Band e Björk. Já fiquei com medo ouvindo My Wild Love e Celebration of the Lizard King. Já chorei assistindo filme, já vibrei com Snatch , já me impressionei com Michael Corleone, Jason Bourne e Cap. Nascimento. E também já refleti com Requiém para um sonho, Magnólia.
Tive amores correspondidos, mas também não fui correspondido, do mesmo jeito, mas não por isso, correspondi a alguns. Já tomei foras, e já dei foras também. Já tive transas maravilhosas, mas também já fui embora depois de uma mal dada. Ainda não transei na praia, nem com levei duas mulheres para cama. Mas já fiz conquistas importantes, de dormir orgulhoso depois. Em contrapartida, já tomei sustos quando acordei. Já fiz sexo por amor, mas também por puro interesse na beleza.
Já vi o sol se pôr e também raiar. Já viajei de carro, de ônibus, de ferry-boat, de avião. Vi as Cataratas, fui na Europa brasileira que é Gramado-RS, mas ainda não conheço o Rio de Janeiro, nem fiz um mochilão na Europa. Fiz trilhas na Chapada Diamantina, vi belas paisagens. E também já viajei sem sair do lugar.
Já mudei de opinião, já parei para pensar na vida, na felicidade x tristeza. Já refiz objetivos, metas. Já estive errado. Andei com pessoas erradas, cujo o único problema delas é que eram certinhas demais. Hoje, ando com pessoas certas, que não são muito erradas, nem certinhas, que sabem curtir a vida com muito mais intensidade. Já detectei cabelos brancos na minha cabeça, mas ainda não vi nenhum indício de calvice. Já dei muita risada, já chorei também. Já comemorei, já lamentei. Mas ainda tenho muito o que ganhar e muito o que perder. Ainda não enterrei nenhuma pessoa querida, mas vi gente perdendo pessoas importantes.
E nesses 26 anos, completados hoje, tenho buscado, ao máximo, aproveitar a vida, viver tudo o que ela me oferece e ainda tem para me oferecer. Tenho histórias para contar, mas ainda quero mais! Tenho muito o que ver, sentir (, escrever) e viver.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Faz de conta

... que hoje é domingo. E como teve jogo do Brasil, a galera se reuniu pra assistir, comendo água (bebendo). Só fui chegar em casa depois das 23:30 e fui direto dormir.
Como tenho andado sem assunto esses dias e hoje não é diferente, vou responder a um meme que Camila do Caminhos me indicou.
Regras:
• Escrever uma lista com 8 coisas que sonhamos fazer antes de ir embora daqui;
• Convidar 8 parceiros(as) de blogs amigos para responder também;
• Comentar no blog de quem nos convidou;
• Comentar no blog dos nossos(as) convidados(as), para que saibam da "intimação";
• Mencionar as regras.
Meus 8 sonhos:
1. Ver, no Morumbi, o São Paulo ganhar uma Libertadores, depois de um jogo dramático impróprio para cardíacos (como dizia o Championshiop Manager, jogo futebol para computador).
2. Ir para um show do Oasis (não importa o lugar).
3. Comprar um aptº para mim.
4. Passar em um concurso na minha área de administração e que pague um bom salário... Dando nome aos bois, na Petrobrás.
5. Manter firme, forte e unido com meus amigos (já vem desde os tempos de colégio).
6. Morar fora da minha cidade (Londres, São Paulo, Rio de Janeiro ou qualquer cidade da Austrália), por um tempo e depois voltar pra cá.
7. Ganhar dinheiro sem trabalhar
8. E assinar uma coluna em jornal ou revista.
Bom, repasso o meme para quem quiser, para os que tão linkados aqui e para os que sempre visitam. Se gostarem da idéia do meme, tem o meu aval de indicação. Fiquem a vontade.
E agora os selos. Ganhei dois selos de Brisa Feliz! nas últimas semanas.






Do mesmo jeito do meme, fiquem a vontade para pegar. Mas com a diferença de que só vale para quem está linkado e para os que visitam e comentam com frequência.
Bom, amanhã eu volto!! Até!
*****
"As piores coisas são feitas com a melhor das intenções."
Oscar Wilde, escritor

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Quando a marcação é forte, espera-se os lampejos

Tem dias que você força, força e a inspiração não vem. É como em um jogo de futebol, mais precisamente, um São Paulo e Náutico no Morumbi. O time pernambucano vem com o objetivo de não deixar o São Paulo jogar e entra fechadinho, marcando forte. O São Paulo ainda não se encontrou nesse ano, ganha alguns poucos jogos jogando bem, nos outros não joga nada. André Dias toca a bola para Jean que avança um pouquinho, passa para Hernanes que gira para um lado, gira pro outro, não consegue sair do marcador e toca de lado para Jorge Wágner que olha para dentro da área e erra o cruzamento, que é afastado pela zaga do Náutico.
Já girei para um lado, fui no Globo.com, girei pro outro, passei no G1, toquei de lado e fui pro Terra. Vi todo mundo marcado, fui no Grande Prêmio depois no Terra, levantei a bola na área e... a zaga adversária tirou. Nada de inspiração.
Para vencer um jogo como esse, o São Paulo precisa de um cruzamento perfeito que geralmente sai do pé de Jorge Wágner ou de algum lampejo de inspiração de Hernanes. Muricy precisa dar mais velocidade ao meio campo, abrir mais os laterais e arriscar o chute de fora da área.
No site da Globo.com, vi a bela filha, do horroso Bernie Ecclestone, coberta apenas com uma bandeira quadriculada, fazendo campanha contra o uso de pele de animais em roupas. O lateral puxa a marcação e no G1 encontro a notícia de que o Guns N’ Roses vão, finalmente, lançar o novo disco Chinese democracy. Já faz uma década que Axl Rose, líder da banda, ameaça lançar esse disco. A reportagem diz que o álbum será lançado no dia 23 de novembro, só não disse o ano, algo importante diante das promessas de Axl que já duram 10 anos...
Para piorar, Muricy tira Jorge Wágner, que não acertou nenhum cruzamento e ainda entrou em impedimento 3 vezes, e coloca Richarlysson, que dele não sairá um cruzamento perfeito. E para o bem do time, tira Dagoberto, que perdeu gol de cara, e bota André Lima. Continuando no G1, o Cadillac Ecto, dos Caça-Fantasmas, vai a leilão no site eBay por 27 mil dólares.
Hernanes acerta um belo chute de fora da área e faz 1 a 0 São Paulo, aos 37 do segundo tempo. No Terra, a o Fisco venezuelano fechou TODOS os McDonald's de lá, por "supostas" irregularidades nos livros contábeis. No Grande Prêmio, Hamilton domina a primeira sessão livre em Fuji e Massa fica em segundo. O juiz apita o fim de jogo e o São Paulo conquista um importante resultado na briga pelo título.
Na tv, Christiane Pelajo dá "boa noite". Vou ouvir Heroin do The Velvet Underground e depois dormir, amanhã é dia de branco.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Ouvindo 1 som

Por menos que a pessoa represente pra você ou que mal tenha conhecido-a, visto apenas uma única vez na vida, é impossível não ser contaminado pela emoção no enterro dela.
Hoje fui pro enterro da mulher de um primo meu. Ele é daqueles parentes que só encontramos uma vez por ano que é no natal (no caso dele duas vezes, porque sempre o encontro no carnaval e nós dois vestidos de filhos de Gandhy). Então, não lembro nem do rosto da mulher dele, mas devo ter conhecido-a.
Fui para o enterro sem grandes preocupações, mas a atmosfera carregada de tristeza, sempre me deixa abatido. Como ainda não vi nenhum pessoa querida morrer, sempre vou para os enterros por causa dos que ficaram.
Quando ouvi essa música, Gravedigger de Dave Matthews, achei bonita. Em seguida, procurei e prestei atenção na letra e aí me arrepiei. E depois que vi esse clipe, me arrepiei mais ainda.
O refrão é o cara pedindo para o coveiro fazer a cova dele rasa, para que ele possa sentir a chuva. A música conta a história de 3 pessoas.
Primeiro é Cyrus Jones que promete para os netos que viverá 103 anos. De fato, Cyrus morre com a idade prometida. E 103 anos é como se fosse viver para sempre na visão de uma criança, então ele viveu para sempre. Até aí tudo bem.
Na segunda história é que começo a me arrepiar e viajar na letra. Muriel Stonewall perde seus dois filhos na Segunda Guerra Mundial. Uma cena que ninguém deveria ver é uma mãe enterrando seus filhos.
Já a terceira fiquei arrepiado quando assisti o clipe. O pequeno Mike Carson vivia pra cima e pra baixo andando na sua bicicleta até morrer aos 8 anos de idade. Quando crescesse, Mike queria voar nos trapézios.
Essa música foi a trilha sonora do meu dia. Começou tranquilo, apenas lamentando a morte de alguém, como a música começa com a história de Cyrus Jones. Depois senti o ar pesado de várias pessoas chorando e no final fiquei abatido ao dar um abraço no meu primo. Nessas horas, não sei o que dizer, apenas abraço em silêncio. A morte dela foi cruel. Morreu de câncer, sofrendo até o estágio fatal e os últimos momentos sob o efeito de morfina.
Graças a Deus ainda não perdi nenhuma pessoa querida para ir para o enterro em memória do morto. Por enquanto só fui apenas por causa dos ficaram aqui. Devemos levar os mortos na memória e cuidar dos vivos, que é o mais importante. A única certeza que temos na vida é de um dia vamos todos morrer. Por isso a vida não pode parar para os que ficaram aqui, mas coveiro faça a minha cova rasa para que eu possa sentir a chuva.

P.S: Quando postei o vídeo do Youtube, ele não abriu. Então coloquei o link dele dentro do texto, basta apenas clicar em cima do nome da música e clicando em "letra" vai para a letra da música, porque o texto ficou grande e o post ficaria imenso se ainda botasse a letra toda.

domingo, 5 de outubro de 2008

Ano I

Há, exatamente, um ano atrás inaugurei o Nove do Quinto postando o primeiro texto nele. Vinha de uma recesso de uns sete meses (é, foi prematuro, não aguentava mais esperar coisa nenhuma para recomeçar uma vida no mundo blogueiro), pelo que me lembro. No antigo, eu já devia ter uns 3 anos de blog.

No início do recesso, não senti falta alguma de ter um blog, de vem em quando dava uma olhada nos comentários, mas estava gostando de não ter que escrever mais. Já da metade pro final do período de recesso, ficava com vontade de escrever, a inspiração vinha, os temas apareciam, mas eu não escrevia. Primeiro, porque o provedor do antigo blog ficava vários dias fora do ar. A partir daí, começei a pensar em criar um novo blog em outro endereço. No brainstorm tinha algumas novidades, como postar alguma foto interessante, música para tocar no blog (não as do youtube) e, principalmente, um novo nome. O nome do antigo era Fúria Verbal, mas os tempos de gestação do novo blog eram diferentes e por isso não justificava manter o nome do antigo. Precisava de algo novo, um nome simples, mas complexo ao mesmo tempo, um nome que não dissesse nada numa primeira impressão, que não fosse tão óbvio, mas que tivesse um siginificado real e uma tradução fidedigna do que é o blog. Dentre alguns nomes interessantes, gostei mais desse, Nove do Quinto.

O meu blog é de opinião. Aqui eu escrevo sobre qualquer tema que me chame atenção, do meu cotidiano, esporte, música, dos acontecimentos no mundo, qualquer coisa que me inspire traçar algumas linhas. O Inciso Nove do Artigo Quinto da Constituição versa sobre a liberdade de expressão. Por isso, o blog se chama Nove do Quinto.

Faço o blog por pura diversão, hobby. Serve como um passatempo e para fazer uma coisa que eu gosto, escrever. Não ganho dinheiro nenhum com o blog, ele é sem fins lucrativos (pelo menos até o momento em que alguém se disponha a me pagar para fazê-lo, o que seria muito bem-vindo). Minha satisfação está puramente em escrever textos e conhecer pessoas, esta última é a mais prazerosa. Através do blog, conheço pessoas que dificilmente conheceria no mundo real. Ainda não tive o prazer de conhecer alguém da blogosfera no mundo real, mas isso eu deixo à cargo da vida, ela sempre sabe o que faz. Entre os sonhos que tenho, está um encontro com todos os donos dos blogs que estão linkados aí do lado. O encontro seria numa cidade que agradasse, de uma certa maneira, a gregos e troianos, no estilo de uma viagem de excursão em que todos vivem juntos momentos diferentes. Seria ótimo reunir todo mundo para conversar, trocar experiências, botar o papo em dia. Mas nem sempre as coisas acontecem do jeito que sonhamos, um encontro desses dificilmente acontecerá.

Estou gostando cada vez mais desse blog. O template dele é do jeito que eu gosto, simples, limpo e eficiente. Por enquanto não tenho novas idéias para implantar no blog. No momento estou curtindo pesquisar músicas e versões no youtube para postar na seção Ouvindo 1 som. E além disso, o número de comentários cresceu sensivelmente. No blog antigo, os comentários eram escassos, em média, eram 2, 3 comentários por post, com picos entre 5 e 7. Atualmente, o mínimo está ficando em 7, 9 e o pico de 19. E isso está me deixando muito feliz e orgulhoso. Muitíssimo obrigado a vocês!

Bom, vou ficando por aqui. Aniversário do blog, parabéns para ele e muitos anos de vida! E como o nome dele é inspirado na liberdade de expressão, aproveitem e digam o que vocês mais gostam dele, o que não gostam, o que pode mudar, onde pode melhorar, como tamanho da fonte, a seção Ouvindo 1 som. Críticas construtivas e sugestões são muito bem vindas. E muito obrigado a todos pelas visitas e comentários. Não faço o blog apenas para mim, faço também para vocês. Vocês também são responsáveis por ele, pela minha inspiração e pela minha vontade de continuar tocando esse barco. Muitíssimo Obrigado por esses 365 dias!!

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Saudades de Xuxa, Eliana e Mara

Eu sou homem, gosto de mulher, admiro belos rostos e corpos femininos. No entanto ando meio enjoado com o destaque que estão dando a certas mulheres. Mulheres que não passam de bundas ambulantes ou as que fazem qualquer coisa, eu disse qualquer coisa, para virarem notícia de fofocas.
Sabe-se que o Brasil é um país agrícola, que o grosso da exportação brasileira vem da agricultura, mas ao invés de produzir toneladas de soja, o país inventou de produzir Melancias, Melões, Jacas, Maçãs, Morangos. E depois que a poeira da febre aftosa baixou, o Filé também está em alta. A produção dessas frutas bundudas tomaram conta das capas da Playboy, da Sexy, dos programas de tv, enfim de qualquer coisa que utilize biquinis, micro-shortinhos quase estourando devido ao tamanho dos quadris e decotes sufocando peitos gigantes.
O mais engraçado e, ao mesmo tempo, mais patético é a Mulher Melão que usa todos os seus recursos (e as vezes não usa nada) para mostrar os seus dotes, a fim de estampá-los na capa de alguma revista masculina. Chega ser rículos as tentativas dela para virar notícia. Ela usa pseudo-roupas (porque os minis e micros já foram bastante reduzidos) até em dias de frio para ser fotografada por algum paparazzi. Vira e mexe a moça vai para praia e entre um banho de sol e outro faz poses provocantes. Além é claro do investimento em silicone e lipos. Mas até agora ela foi a única das mulheres-frutas que não posou para Playboy e nem para a Sexy, exceto a Mulher Maçã que foi colhida a pouco tempo.
Além das frutas, uma outra também tem buscado seu lugar ao sol e alguns cachês para sua conta bancária. Carol Miranda intitula-se sobrinha de Gretchen, que na verdade é apenas de consideração, e a nova Rainha do Bumbum. Carol já posou na Sexy, mas o que chamou atenção nesses últimos dias foi a novela da virgindade estrelada por ela. Essa novela, serviu de trampolin para essa garota de 19 anos, estrelar um filme pornô. Ela jura de pé junto que não sabe mais nada além de rebolar com muita sensualidade, no quesito sexo. E por conta dessa virgindade, ela acabou de lançar um filme pornô. A produtora do filme pagou 500 mil reais para ela ser protagonista do filme "Fiz Pornô, Continuo Virgem". Sim, segundo dizem, o lacre da moça ainda está intacto mesmo depois de ter feito o filme. Para não perder o símbolo da pureza em frente as câmeras, filmaram a moça fazendo sexo anal.
Eu não tenho nada a ver com a vida de nenhuma delas. (Graças a Deus)Não sou pai, nem namorado/marido e muito menos irmão de nenhuma delas. Elas são adultas e tem o livre arbítrio para fazerem o que quiserem e venderem, pela máxima quantia que conseguirem, os seus corpos, virgindade e aproveitar os 15 minutos de fama. Apenas fico me perguntando quem irá respeitá-las e torcendo para que as menininhas estejam assistindo cartoon network, sábado animado, tv globinho. Diante desse quadro, vejo que Xuxa, Eliana e Mara Maravilha fazem muita falta.

domingo, 28 de setembro de 2008

Ouvindo 1 som

Hoje fez sol forte e quente. Fiz concurso de manhã para Petrobrás. Prova cansativa. Na saída tive duas opções, feijoada ou macarronada com a família no mesmo bat-local de todos os domingos ou praia com os amigos. Não pensei duas vezes. Cansado da prova, sol quente, aquele momento não merecia outra coisa que não fosse uma cerveja gelada. Praia com os amigos.
Na volta da praia um yakisoba para encher a barriga e depois casa. Morgação total, estirado no sofá vendo o segundo tempo de São Paulo 2 x 0 Cruzeiro e a volta da esperança do Tri.
Depois de praia, algumas (várias) cervejas e sol na moleira, a maresia impera em casa e nada como uma música tranquila para relaxar e tirar um cochilo.
Essa versão de Natural Mystic se enquadra ao momento, calma, tranquila e Bob Marley com essa guitarrinha paloza, mostrando como ele estava no show.
Tenho ouvido muito reggae ultimamente. É, estou na fase do reggae agora. Acabei de sair da fase The Cranberries mais Bob Dylan. Essa semana ouvi até a banda de um amigo meu, que inclusive já acabou, Los Baganas. É reggaezinho massa, romântico ("E se ao meu redor é cinzas/ Azuis são os olhos daquela que... Brilhaaaa"). Pena que acabou. Mas tudo bem, Bob Marley também já morreu há 27 anos. A vida segue, a caravana não pode parar. E nem este blog. Essa semana me esforçarei ao máximo para não ficar 1 semana sem atualizar. Foi uma mistura de agenda cheia e pouca inspiração. Até a próxima!

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Apenas uma coisa notável

O Andróide da propaganda do Johnnie Walker dizia: "Eu posso alcançar a imortalidade, basta não me desgastar. Você também pode alcançar a imortalidade. Basta fazer apenas uma coisa notável".

No dia 4 de dezembro desse ano, J.K. Rowling lançará Os Contos de Beedle, o Bardo, seu primeiro livro pós-Harry Potter. A frase do andróide cai como uma luva na história da autora. Antes de lançar o primeiro livro de Harry Potter, ela era pobre. Foi secretário, professora de inglês e o Antes de Harry Potter, ela comeu o pão que o diabo amassou. Morou de favor na casa da irmã, morou na Escócia vivendo do bolsa família de lá e em alguns outros lugares sem um tostão no bolso.

Mas durante todo esse tempo de pindaíba, Harry Potter e seu mundo foram sendo gestados em um rabisco e outro. Até que a senhorita Rowling passou a frequentar o bar Nicolson's e o The Elephant House Café onde entre um cochilo e outro da filha pequena, ela escrevia as histórias das aventuras de Harry Potter.

Depois de bater na porta de umas 8 ou 12 editoras oferencendo as histórias do bruxo e só ouvindo "não", a editora Bloomsbury decidiu comprar os direitos e publicou o livro Harry Potter e a Pedra Filosofal. O resto da história todos conhecem, as crianças idolatraram o bruxo, os adolescentes amaram e os jovem adultos curtiram.

A saga do bruxo, composta de 7 livros, foi a única coisa notável que J.K. Rowling fez na vida e não só garantiu a imortalidade, como também uma fortuna de 1 bilhão de dólares, segundo a Forbes em estimativa feita em 2004.

E como J.K. nasceu em 31 de julho de 1965 e não em 22 de setembro de 2008, o livro dela, pós-Harry Potter, foi citado no último volume da saga do bruxo. É um livro de contos que remetem ao universo de quem? Lógico que da sua mina de ouro HP!! E agora de bolso entupido, J.K. destinará todo o retorno financeiro do novo livro para caridade.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Dupla Dinâmica

O Compact Disc já era. A música digital chegou para tomar o lugar do CD aos poucos. Apesar das luxações, contusões, por causa dos inúmeros confrontos corporais, o CD se mantinha em pé e também contra-atacava com socos e pontapés o MP3 Player. Ele parecia Rocky Balboa na luta contra Dragon no quarto filme, apanhava, apanhava, batia um pouco, mas não caía.
Atordoados com superação do CD, os inovadores começavam a pensar numa convivência pacífica entre os dois. Uns diziam: "Ah, bota um cabo ligando o rádio/CD ao MP3". Outros diziam: "Não, uma entrada de USB é melhor." Mas nada disso pegou. A capacidade de armazenar músicas no formato de mp3 em 700MB de memória permitia que o Life do CD não acabasse, porque também não tinha mais Continue. Se morresse já era!
Mas um cara chamado Steve Jobs disse para o mundo: Vocês necessitam ouvir música digital. E para isso criou um novo lutador, o IPod. Assim como vinha fazendo com o MP3 Player, o CD resistiu aos ataques do novo lutador. Sem conseguir acabar de vez com o CD, o IPod se refugiou no Vale do Silício e começou um treinamento pesado feito por Mestre Yoda e Pai Mei. E um dos inventores do Vale do Silício disse: "Porra de cabo e entrada de USB, estamos em pleno século XXI!! Vamos meter a música digital via rádio. Pergunte-me como!". E então o IPod se aliou ao ITrip (aparelhozinho que conecta no IPod e o faz tocar todas as músicas no rádio, numa estação que não tem nenhuma emissora).
Round II Fight!! E o IPod voltou para a luta contra o CD, se concentrou, esperou o seu poder ficar completo e desferiu um poderosíssimo Haduken Especial matando de vez o seu oponente. O CD não apenas beijou a lona, como foi direto comer grama pela raiz.
Pois é, depois que comprei um IPod e um ITrip, você não encontra mais nenhum CD no meu carro. Hoje em dia, basta apenas um simples aparelho de rádio, sem que toque cd, para eu escutar 2mil músicas. Ruim para os ladrões de som, que não ganharão nem 10 conto se arrombarem meu carro. Pior ainda para o CD que, para mim, perdeu totalmente sua utilidade, música agora é só digital. O IPod & ITrip entraram no rol das melhores duplas dinâmicas como Pinky & Cérebro, o Gordo e o Magro, Batman & Robin, Bebeto & Romário...

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Ouvindo 1 som

Oasis e Dave Matthews Band estão entre as minhas bandas preferidas. Ambos tem influência de Neil Young. E diante de uma carta de apresentação dessas, por que não procurar algumas músicas de Young?
Ouvi alguas coisas dele, boas por sinal, mas por enquanto achei essa, Down by the river, a melhor de todas. Inclusive Dave Matthews Band já gravou essa música.
Agora estou nessa fase de procurar conhecer as influências de quem eu gosto.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Pela centésima vez

100 postagens! Nunca parei para pensar na quantidade de postagens, mas nos últimos meses vi alguns blogueiros comemorando essa marca e resolvi (diante da falta de tema nos últimos dias) pensar em algo para escrever ao bater essa marca.Não vejo lá grande importância nela, mas é um bom tema tapa-buraco.
Sou amador na escrita, não ganho um centavo sequer com minhas linhas, apenas escrevo por puro prazer, diversão, lazer. Um dia quero sobreviver da minha escrita, mas não é nada planejado, deixa a vida me levar. Se um dia meus textos forem meu ganha-pão ótimo, mas se esse dia nunca vier, me contento com meu blog ou em reler meus textos (caso eu não tenha mais blog).
Descobri o gosto da escrita um belo dia na faculdade. Já estava no final do curso de Administração de Empresas, quando uma professora pediu para fazer uma resenha sobre o texto que ela tinha entregue. Fiz uma analogia do texto com o futebol e, no final, foi elogiado. Daí não parei mais de escrever. Primeiro começei escrevendo textos só pra mim, no papel. E depois descobri o mundo dos blogs, mas falarei mais sobre isso quando este blog completar 1 ano e está próximo, será mês que vem.
Por se tratar de quantidade de posts, gosto de escrever, mas sempre gosto do que escrevo. Não gosto de alguns textos, outros acho normais. Mas é claro que tiveram alguns que gostei muito, demais, que achei fantásticos. Se um dia Jô Soares me entrevistar para eu falar sobre o meu blog (claro o programa dele agora é jabá, tenho que ir lá fazer propaganda de alguma coisa) e me perguntar qual o texto que escrevi que mais gostei digo o do dia 14/10/07 (meu aniversário), intitulado "Salve John" (que, pensando depois, deveria ser Salve Connor). O texto foi do jeito que eu gosto, sutil. Uma garota que conheci nessas viagens disse que eu tinha que escrever algo sobre o meu aniversário, sugeriu como foi o meu dia, mas a idéia do meu blog não é diário. Até que estalou e contei a história do supercomputador Skynet do Exterminador do Futuro 2 e no final, sutilmente, disse que naquele dia estava comemorando 25 anos, porque Schwarzenegger junto com Sarah e John Connor conseguiram salvar o mundo.
Tem também o que eu escrevi dia 26/02/07, "O politicamente (in)correto", que me diverti demais escrevendo. Foi sobre os vilões e mocinhos da novela Duas Caras. "A Copa do Mundo é Nossa", dia 30/10/07, foi outro também gostei muito, sobre a escolha do Brasil para sediar a copa de 2014. Se vocês tiverem curiosidade, deixarei uma lista aqui com os outros textos que gostei bastante, como eles não estão mais disponíveis em links isolados, colocarei as datas deles, além dos títulos, para vocês procurarem depois aí no arquivo.
Bom, vamos parar por aqui. Já rendeu demais. 100 postagens que venham outras 100, 1.000, 10.000...
16/10/07 - Rico não pode criticar
21/11/07 - Luís Fabigol, o Fabuloso
20/11/07 - Minha novela das sete
06/01/08 - O passeio de Tyler
12/02/08 - AHHHHcabou o Verão...
27/03/08 - Algumas grandes invenções e o triunfo de um mosquito
03/04/08 - Meus 12 fios de cabelo branco
01/04/08 - Dia da Mentira
28/05/08 - Memórias de uma terça-feira
08/05/08 - Da tragédia ao ponto turístico e terminando no reality-show
03/06/08 - Un poquito de portuñol

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Não sei se é pra rir ou pra chorar

Dunga pode não ter experiência na profissão de técnico, mas o que falta nesse quesito, sobra (e pra dar e vender) em sorte. Tudo bem que ele acabou de vim de uma desastrosa (esse termo de secretário de segurança pública me pegou) olimpíada, com apenas a medalha de bronze no peito. Mas o Brasil deitou e rolou nos confrontos contra a Argentina, venceu a Copa América e agora, ele conseguiu afrouxar um pouco a incômoda corda no seu pescoço, com a vitória do Brasil por 3 a 0 sobre o Chile, jogando fora de casa.
Só assisti o primeiro tempo, porque me interessei mais em procurar músicas de Bob Dylan e ouvir o show do The Cranberries em Paris em 1999, do que ver a seleção brasileira jogar. O Chile é muito ruim, parece até o Bahia jogando! Não prestei atenção, mas talvez Galvão Bueno deva ter classificado a atuação do Brasil como espetacular. A Globo é extremamente ufanista, mas na verdade o que ela quer mesmo é vender o produto dela que é a transmissão dos jogos da seleção.
O que eu mais gostei do jogo foram dos dois gols de Luís Fabiano. Gosto dele desde os tempos de São Paulo, virei fã do Luís Fabigol, o Fabuloso, quando vestia a camisa 9 do tricolor paulista.
Apesar dos gols do Fabuloso, não gostei dessa vitória do Brasil. Um empate ou uma derrota contra o Chile poderia significar a demissão técnico (estagiário) da seleção. Não gosto de Dunga no comando da seleção, simplesmente por ele nunca ter comandado nenhum time. O mal é que Dunga consegue as vitórias importantes nos momentos certos e é isso que vai garantí-lo no cargo por mais um tempo, ainda mais agora que o Brasil assumiu a segunda posição na Eliminatória e ainda de quebra, para fazer barba, cabelo e bigode, está na frente da Argentina. O próximo jogo do Brasil é nessa quarta-feira contra a Bolívia em solo brasileiro, vitória garantida, mesmo que seja por um magro 1 a 0.
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“Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivesse morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos.”
Vinícius de Moraes, poeta

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Tempo perdido

O que vocês fizeram nos últimos 2 anos? Bom, eu trabalhei, esboçei uma tentativa de estudar para concurso público, assisti a final da Libertadores de 2006 no estádio do Morumbi, viajei para Coité, Pombal, Santa Luz (todas cidades do interior da Bahia), Aracaju (SE) atrás de festas, passei os últimos reveillons, respectivamente, em Arraial D'Ajuda (BA) e em Caldas Novas (GO) e nesse ano começei um curso de MBA.
Já Renato Correia de Brito, William César de Brito e Wagner Conceição da Silva passaram os 2 últimos anos na presos. Eles foram presos porque confessaram ter estuprado e matado a jovem Vanessa Batista de Freitas em agosto de 2006. No início dessa semana, o caso teve uma reviravolta. Um rapaz de 19 anos confessou ser o verdadeiro autor desse crime e de ter matado mais 11 pessoas. Renato, William e Wagner alegam ter sido torturados pelos policiais para confessarem o crime que não cometeram. Os policiais chegaram a pedir 20 mil reais para deixar os três fugirem, como eles não pagaram, tiveram que assinar a confissão e foram para a cadeia.
Ontem os três foram soltos, agora a corregedoria da polícia de São Paulo terá que apurar a denúncia de tortura por parte de quatro policiais civis de Guarulhos envolvidos no caso. Mais um episódio vergonhoso da polícia que já não tem tanta credibilidade com a sociedade.
Renato, William e Wagner perderam 2 anos de suas vidas presos. Imagine se tivesse pena de morte no Brasil e eles tivessem sido condenados e executados. Será que ainda dava tempo para desenterrá-los, tirá-los do caixão e ressucitá-los?

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Ouvindo 1 som

Aí está mais uma integrante da minha seleta lista das bandas/cantores(as) que eu gosto (Oasis, Dave Matthews Band, ORappa, Planet Hemp e ela). Claro que não escuto apenas essas, mas o resto eu sempre digo que ouço algumas músicas, mas não é nada mais do que isso. Por exemplo, seria capaz de viajar para assistir o show de alguma delas em qualquer lugar do Brasil.
Essa aí foi a primeira música de Björk que ouvi, Unison. E pirei. A música é linda demais (mas nesse show ela está parecendo foto de orkut... ela não é lá muito bonita).
Björk é meio doente por música. Ela inventa muito, por exmeplo tem em Aurora o percussionista passa a música inteira arrastando o pé numa caixa de pedras, em Hidden Place o cara embaralha cartas. Ela mistura os sons. A maluquice dela permite fazer o que der na telha, sem se importar com que ela baterá de frente. A música dela varia muito de cd para cd, inclusive ela lançou um álbum só de vozes, sem ter nenhum instrumento na música, é ela cantando e o coral atrás.
Gosto de Björk, já baixei vários cds dela e nunca canso de ouvir. E uma das coisas que tentarei, ao máximo, fazer antes de morrer é ir para um show dela. Não importa onde, mas eu dia eu irei. Curtam aí, mais uma música tranquila para vocês relaxarem.

domingo, 31 de agosto de 2008

Saudade da Fonte

Na noite da última terça, eu voltava da faculdade. Lembrei que o Bahia estava jogando contra o América-RN e liguei o rádio do carro. Alguns segundos depois, Rogério Rios fez um golaço driblando o goleiro. Comemorei, era o segundo gol do Bahia, aos 27 do segundo tempo, o que praticamente selava a vitória. Mas após o momento de alegria, veio a saudade.
Aquele era o jogo que eu certamente estaria na Fonte Nova assistindo (sou são-paulino de coração, mas aqui eu gosto do Bahia). O roteiro já tinha virado costume. Encontrava com meus amigos (o motorista da vez pegaria todos em suas casas) e rumávamos para a Ladeira do Pepino. Lá tem um barzinho chamado Reduto Tricolor, e a Bohemia custa R$ 1,99 (a mais barata da cidade). O carro fica lá e, depois de 3 ou 4 cervejas, descemos a ladeira, praticamente em pé, atravessamos a rua e entramos na Fonte Nova. Depois dos 90 minutos e algumas latinhas antes e durante o jogo, subimos a ladeira e chegamos no topo já de cara. Mais umas 3 ou 4 Bohemias e depois casa.
Isso acontecia com frequência até o dia 25 de novembro de 2007, quando uma parte da arquibancada superior cedeu fazendo 7 vítimas fatais. A Fonte foi interditada e tudo indica que será implodida, o Bahia está mandando seus jogos em Feira de Santana e nós ficamos sem um dos melhores programas.
A Fonte não volta mais. Deixou a vida e entrou para a história, mas não por opção dela como fez Getúlio Vargas e sim por incompetência, negligência da administração do estádio. Traição maior? Só se for do cara que fez história na Fonte Nova em 1988, atendendo pela alcunha de Bobô que, como diretor da Sudesb (órgão do Estado responsável pela administração do estádio), deixou o maior palco do futebol baiano ficar em ruínas como o coliseu de Roma. Mas ao contrário de Roma, as ruínas são de tristeza, vergonha e saudade. Dá pena ver a Fonte silenciosa, abandonada e o buraco destapado.
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"Não sei se estou no caminho certo, só sei que estou no meu caminho!"
Raul Seixas, cantor

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Ouvindo 1 som

O Google é canal de busca formal. Tudo que você procurar vai estar lá e muitas em linguagem científica, formal. Mas há a outra alternativa de busca, o informal, o mercado negro que é o Orkut. Neste último você encontrar a informação na linguagem mais didática.
Encomendei um iPod e ele chegou nesse fim de semana e fiz tudo o que me mandaram fazer. Baixar o iTunes para transferir as músicas do pc para o iPod. A primeira tarefa eu fiz, mas a segunda não acertei. Até que tive a idéia de buscar esse Know-how no orkut e encontrei lá: "É só arrastar as músicas da lista do iTunes para o iPod que está embaixo de iTunes Store e pronto". Fiz isso e deu certo!
Fiz o teste com 20 músicas e a primeira que botei para tocar no iPod foi essa aí, Don't bring me down de Sia Furler. Ouvi essa música num filme francês chamado 36, com Gerard Denãoseioqueládieu. Bom filme, de ação, corrupção na polícia francesa (lá também tem isso!) e no final tocou essa música.
Não vou falar nada sobre Sia porque não sei nada sobre ela, mas parece que é australiana. Cheguei a baixar o cd dela que tem essa música, mas ainda não ouvi.
Gosto muito dessa música, é uma das que me acompanham na volta para casa depois do reggae (que significa balada, night na gíria daqui).
Agora deixa eu porque não sei o que aconteceu, mas duas músicas importantíssimas (My wild love do The Doors e Tinindo Trincando de Novos Baianos) não apareceram na lista do iTunes e isso está erradíssimo, porque meu iPod não pode ficar sem elas, caso contrário não posso dizer que ele é meu!

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Acabou

Calma, não o blog e sim as Olimpíadas de Pequim que se encerraram no último domingo. Gostei dessas olimpíadas, talvez tenha sido a melhor dos últimos anos. Muitos recordes foram quebrados, inclusive o principal, o de maior número de medalhas conquistadas por um atleta numa mesma edição de olimpíada.
A meu ver, o que contribuiu muito para o sucesso dela foi eu não ter depositado nenhuma expectativa. Não esperei muita coisa. Incialmente meu objetivo era acompanhar as provas de natação e depois o que viesse era lucro. E foi exatamente isso que aconteceu. O lucro veio no atletismo, um pouco no vôlei, maratona aquática, consegui me divertir. Não foi nada fantástico como uma obra da sétima arte dirigida por Tarantino, Kubrick, mas deu pra divertir, passar o tempo como um filme de ação, aventura ou de comédia.
Os momentos de pico foram mesmo com Michael Phelps, Usaín Bolt, Yelena Linda Isinbayeva que deram um show nos seus esportes, além dos rostos bonitos que apareceram como as nadadoras Natalie Coughlin, Stefanie Rice, a jogadora de vôlei Francesca Piccinini, entre outras que vi, mas não sei os nomes. O porém dessas olimpíadas ficam por conta da marcha atlética, que entra olimpíada e saí olimpíada, até hoje não consegui descobrir a utilidade, o motivo da criação dessa modalidade. Pra quê serve? Por quê alguém inventou um jeito rebolativo de andar rápido? E quem foi o maluco que determinou que o percursso dessa prova deveria ter 50 km?
O que eu gosto da olimpíadas é que sempre assisto despreocupado, sem grandes emoções (digo grandes emoções é não ficar na frente da tv torcendo com o coração na mão). Essa é a parte boa de boa de nascer em país fraco em esportes. Não se pode cobrar o ouro ou uma performance impecável de um atleta brasileiro se o país investe pouco no esporte. É até injusto fazer isso e por isso não assisto exigindo ou esperando nenhum milagre de nenhum atleta. Mas claro que vibrei com o ouro de César Cielo (inclusive só saí pra balada no dia após a prova dele), fiquei muito feliz com a conquista das meninas do vôlei e comemorei a vitória de Maurren Maggi. A realidade do esporte brasileiro não permite que o povo faça grandes exigências com relação ao desempenho dos atletas. Ao contrário dos americanos que devem estar se sentindo humilhados com a derrota para a China no quadro de medalhas e vestidos de preto em sinal de luto para o atletismo que foi posto no bolso pelos jamaicanos comandados por Usaín Bolt.
Já estou conseguindo sentir as consequências do fim dessas olimpíadas. Ontem passei uns 15 minutos zapeando a tv depois que CQC terminou. Não achei nada de bom e fui dormir. Reparei também que caí para quinto na tabela do bolão do blog Marcação Cerrada. Antes das olimpíadas eu ficava monitorando as parciais da minha pontuação e dos concorrentes mais próximos. Durante as olimpíadas, só fazia deixar meus palpites e só olhava a tabela por causa dos e-mails que o Vinícius, o dono do Marcação, falando das atualizações. E o pior de tudo, é que agora volto a me preocupar com o São Paulo, que antes de Pequim estava no G4, agora caiu para quinto, já estamos na 22ª rodada, o time está a 8 pontos do líder e ainda não embalou no campeonato.
Meu Deus, preferia minhas preocupações das Olimpíadas que eram se o Phelps conquistaria as oito de ouro, se a Isinbayeva saltaria 5,05m para quebrar o recorde mundial ou que horas seria a prova de Bolt ou a hora que Natalie Coughlin iria para a piscina ou se Stefanie Rice entraria em ação... É, agora só em 2012 em Londres.

domingo, 24 de agosto de 2008

Olimpíada 4: Pratas, Ouro e o motivo de eu ter uma criança

Em Pequim, as frases mudam (deve ser por causa do fuso horário)...
..."Futebol é um jogo de 11 contra 11 e no final ganham os Estados Unidos."
E a outra:
"Homens vencem jogos. MENINAS ganham campeonatos."
*****
Depois da brasileira Maurren Maggi, saltar, 7,04m ficando com o ouro, contra 7,03m da russa, acontece o seguinte diálogo na tv, ao vivo:
-Parabéns filha!!
-Eu quelia a de Pata.
Veja clicando aqui
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"Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e, principalmente, viver."

Dalai Lama

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Olimpíada 3: Gênios para todos os gostos

Michael Phelps chegou em Pequim com uma missão: ganhar 8 medalhas de ouro. Parecia ser impossível e muito arriscada, pois se não conseguisse chegar aos exatos 8 ouros, a olimpíada seria um fracasso, mesmo que batesse todos os recordes nas provas que ganhasse o ouro.


A missão de Phelps parecia ser impossível para um atleta normal. Mas o assassino das piscinas ou o super-peixe americano ou o fenômeno transformou o impossível em realidade e de uma forma até fácil, com apenas dois sustos para valorizar mais a conquista. Phelps ainda fez cara de bravo quando conquistou o ouro numa prova, mas não conseguiu bater o recorde. Quase todas as conquistas do ouro foram coroadas com a quebra do recorde mundial.


O gênio Phelps foi focado para a missão. Não pensou e não fez nada que não fosse a preparação para as provas durante a sua estadia em Pequim. Ele só fazia comer, dormir e nadar. Com a conquista dos 8 ouros Phelps quebrou o recorde de Mark Spitz. Esse recorde não vai cair tão cedo. Vai durar muitos anos. E o melhor disso tudo é que eu vi o assassino das piscinas atingir essa marca. A história foi feita diante dos meus olhos, mas claro que através da 9mm.


Enquanto que Phelps não quis saber de brincadeira para bater o recorde, o outro gênio, mas das pistas de atletismo, Usaín Bolt brinca de ganhar as provas. O jamaicano abre uma enorme vantagem sobre os seus rivais e um pouco depois da metade do percurso, começa a diminuir a velocidade, como a distância que ele abriu é segura, os adversários não conseguem ultrapassá-lo. Na final dos 100m rasos, Bolt começou a sua comemoração antes mesmo de cruzar a linha de chegada. O tempo que ele fez? 9s69. O que impressiona é que este é o recorde mundial e Bolt demonstra claramente que se corresse com a seriedade de Phelps essa marca poderia baixar mais ainda.

Consegui assistir a final do salto com vara. Junto com as provas de natação, estava na minha grade de programação e eu queria assistir de qualquer jeito. A final era a decisão das medalhas de prata e bronze. Claro, o ouro já era da bela russa Yelena Isinbayeva. Quis assistir a final para ver a bela russa em ação atrás de um novo recorde.


Durante a decisão da prata e do bronze, Isinbayeva só deu dois saltos para garantir o ouro. No resto do tempo, ela só fez dormir e se concentrar e não viu a briga de foice e martelo das outras atletas. A medalha de prata ficou com uma americana que saltou 4,80m e o bronze ficou com duas russas que saltaram 4,75m.

Depois que o pódio estava decidido, Isinbayeva acordou para saltar e disputar contra ela mesma. A primeira vítima foi a Yelena de 22 anos, que conquistou o ouro em Atenas 2004, que teve o recorde olímpico quebrado, a nova marca passou de 4,91m para 4,95. Depois foi a vez de quebrar o recorde mundial de 5,04m, que ela própria havia estabelecido em julho desse ano em Monte Carlo. Isinbayeva saltou 5,05m.

Ela me lembrou Ayrton Senna em 90-91 que ia para as pistas na metade do treino, fazia a melhor volta e retornava para os boxes, saindo de lá só no final do treino para quebrar a própria marca dele, isto é, Senna voltava para a pista para tomar a pole dele mesmo.

Yelena Isinbayeva ainda tem potencial para saltar mais alto. Infelizmente, um dia ela atingirá uma marca que não poderá mais ser quebrada por seres humanos anormais, pelo menos na geração dela. Quando esse dia chegar, é provável que a russa perca a motivação, pegue seus milhões de patrocinadores e publicidade e se aposente para gastá-los e curtir a vida. Adversários ela não tem, apenas a Isinbayeva da competição anterior. Aos 26 anos, ela entra nas competições apenas para quebrar os recordes dela. Enquanto que as adversárias se matam pela prata, ela gasta o mínimo de energia possível para garantir o ouro e depois a competição realmente começa para ela.

*****


Na final do salto com vara que Isinbayeva bateu o recorde mundial, Fabiana Meurer terminou na 10ª colocação por um erro vergonhoso da organização da competição. Perderam uma vara da brasileira, justamente a que ela iria usar para disputar a prata. Pode ser que ela nem conquistasse nenhuma medalha, já que as marcas das ganhadoras da prata e bronze, ela atingiu poucas vezes. Mas devido ao sumiço da vara, ela não pôde nem tentar.

*****

Mas quem é Michael Phelps? De onde ele veio? Um nadador da atualidade tentou definí-lo e Mark Spitz também.

"Ele não é de outro planeta. Ele é do futuro, e o pai dele o mandou numa máquina do tempo. Daqui a sessenta anos, ele é um nadador comum, mas o mandaram de volta só para arrebentar com tudo."
Simon Burnett, nadador inglês sobre Michael Phelps

"Eu fui o primeiro homem na Lua. Michael Phelps é o primeiro homem em Marte".
Mark Spitz, ex-nadador

sábado, 16 de agosto de 2008

Olimpíada 2: As caras do Brasil

César Cielo Filho é o retrato mais fidedigno do Brasil. Cielo se tornou o nadador mais rápido do mundo ao conquistar a medalha de ouro do 50m livre, a prova mais rápida da natação, na qual o atleta tem que prender a respiração por um pouco mais de 21 segundos, porque qualquer levantada de cabeça para puxar o oxigênio é garantia de um 8º lugar.
A educação no Brasil é deficiente, aliás é uma piada, sejamos claros e honestos. Os pais que tem dinheiro para pagar a educação de seus filhos que o faça. É um investimento importante e que dará retorno. É importante também pagar um curso de inglês, espanhol e matricular numa escolinha de esporte (futebol, natação, basquete, vôlei...). Um país não se desenvolve sem pessoas de bom nível educacional, sem formação acadêmica, pós-graduações, mestrado, doutorado. Se você tem dinheiro para matricular seu filho em tudo isso, faça, pois o seu país não fará isso por ele. No futuro você verá o resultado do seu investimento, através do brilho do seu filho na carreira que ele escolheu.
Foi exatamente isso que Cesinha fez com o seu filho Cesão. Ele investiu no filho e ontem (estou no Brasil!!) recebeu os dividendos maiores do que qualquer ação da Petrobrás ou da Vale do Rio Doce. Cesinha viu o seu filho se tornar o nadador mais rápido do mundo. Como não existe incentivo do governo brasileiro, do COB e da Confederação Brasileira de Natação e os patrocinadores só aparecem depois dos resultados, Cesinha vestiu a camisa de paitrocinador e bancou o filho nos EUA. Lá Cesão pôde desenvolver seu potencial, lapidar o seu talento e depois ir para Pequim para ser o nadador mais rápido da Olimpíada.
Ao contrário da família Cielo, a família do judoca Eduardo Santos não teve e não tem recursos financeiros para bancar o filho. O atleta bancado pelo país, não conseguiu fazer milagres e voltou de Pequim sem nenhuma medalha. Enquanto que Cielo Filho estudou nos melhores colégios particulares do Brasil, Eduardo foi matriculado numa escola pública. Com boa formação, Cielo brilhou em Pequim e voltará com duas medalhas na mala. Já Eduardo voltará apenas com o surrado quimono na mala.
As olimpíadas são o retrato dos países e os dois Brasis mostraram a sua cara. O Brasil carente, que é o mais populoso, foi para Pequim e voltou sem nada. Já o Brasil da classe média, que é a minoria, conseguiu o ouro. Na educação acontece a mesma coisa. Esse é o Brasil mostrado para o mundo nos rostos sofridos e suados de César Cielo Filho e Eduardo Santos.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Olimpíada: torcida, revanche e angu

Foi simplesmente incrível a final do revezamento 4x4 100m livre masculino de natação. A disputa pelo ouro foi acirrada no final entre a equipe dos EUA com Jason Lezak e a França com Alain Bernard. A França liderava a prova com quase um corpo na frente dos americanos e até aí o sonho das 8 medalhas de ouro de Michael Phelps ia por água abaixo. Numa virada histórica, Lezak ultrapassou Bernard no final da prova, conquistando o ouro para os EUA.
Tão espetacular quanto o duelo entre Lezak e Bernard foi a vibração de Michael Phelps. Confesso que fiquei arrepiado com a cena. Ele parecia estar em transe.

Tratava a missão de Phelps com indiferença. Logicamente sempre respeitei a tentativa do americano devido ao tamanho gigantesco do feito. Mark Spitz detém o recorde histórico de 7 medalhas de ouro numa mesma olimpíada, conquistado em Munique 72 e até hoje ninguém conseguiu quebrar essa marca. Porém, após essa cena, passei a torcer para Phelps. Já assistia a natação por vontade, agora assisto como um torcedor.

Após a final do revezamento, Galvão Bueno convidou o telespectador para aguentar mais um pouco acordado e assistir a Brasil x Rússia pelo torneio olímpico de vôlei feminino, que seria logo mais. Galvão chamou o jogo de revanche, já que a Rússia eliminou o Brasil na semifinal na última olimpíada, naquele apagão das brasileiras que tiveram o jogo na mão para fechar, mas permitiram a virada (outra histórica) russa.

A única coisa que existe no sentido de revanche é a "negra". Na minha infância, quando alguém (criança) perdia, tinha direito (se quisesse) a pedir a "negra", jogava-se novamente e era a oportunidade do derrotado conseguir a vitória. Fora isso, para mim não existe nada de revanche.

O Brasil ganhou da Rússia, que aliás foi um atropelou, 3 a 0, parciais de 25/14, 25/14 e 25/16. O jogo da revanche não valia mais nada, a não ser mais uma vitória na fase de classificação, moral alta. Nessa "revanche", as russas não foram eliminadas e seguem na disputa pelo ouro e nem as brasileiras se classificaram para a final. Além disso, não foi uma revanche porque a "negra" só pode ser pedida na hora que perde e não 4 anos depois.



Esta aí em cima é a australiana Lisbeth Trickett. Ela conquistou o ouro nos 100m borboleta na natação feminina nesta olimpíada. Olhando para a australiana, começo a achar uma enorme injustiça a suspensão por 2 anos de Rebeca Gusmão, que foi pega no doping por excesso de testosterona... Como diz Armando Nogueira, tem caroço nesse angu.

domingo, 10 de agosto de 2008

Ouvindo 1 som

Sexta-feira fiquei em casa. Todo mundo ficou na indecisão e terminou que ninguém saiu. Abri a internet, dei uma olhada nas notícias, li alguns blogs, o diário de bordo de Pequim de Flávio Gomes, ninguém interessante no msn e, entediado com a internet, corri para a minha última cartada, a televisão. Nenhum filme interessante até, eis quem surge, Crash - No Limite. Filmaço. Já tinha assistido antes, umas 2 ou 3 vezes e resolvi assistir novamente.

É filme que retrata bem a sociedade americana, ao mesmo tempo que ela é extremamente democrática, ela é racista, preconceituosa e hipócrita. O preconceito vem de todos os lados, dos negros, dos branco, dos hispânicos, mulçumanos e é uns contra os outros. Mas nós respiramos.

Desde a primeira vez que assisti esse filme, fiquei louco com essa música Maybe Tomorrow do Stereophonics, que começa a tocar no final do filme, e fiz o que faço sempre que isso acontece: procuro no Youtube e depois procuro pra baixar. Já ouvi bastante essa música, parei um pouco, mas desde sexta que tenho ouvido ela direto. Não conhecia o Stereophonics antes de Crash e depois vi que, com exceção de Maybe Tomorrow e Mr. Writer, não tava perdendo nada. Baixei mais umas 8 ou 10 músicas deles e não gostei. Pelo visto, essas duas músicas são únicas na carreira deles que não sei quanto tempo tem, mas sei que o vocalista tem nome de mulher (Kelly Jones).

Mas eles já tocaram com Noel Gallagher, num especial em homenagem a John Lennon, uma música que eu gostei muito e inclusive era a música que me trazia para casa quando eu voltava dos reggaes (mais conhecido como balada) dirigindo "meio alto", no tempo que a Lei Seca existia apenas no fantástico mundo do código de trânsito e não na vida real.

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Para os que me perguntaram e para os que ficaram apenas se perguntando, quem é o tal de Washington que me assusta. É o camisa 9 do Fluminense, aquele mesmo que acabou com o São Paulo na Libertadores desse ano, fazendo 2 gols, sendo que o 2º, aos 47 do segundo tempo, foi que matou o meu time, que até então se classificava no quilo certo. O mesmo Washington fez os 3 gols do Fluminense contra o São Paulo no jogo da última quarta. E a partir daí, não posso ouvir a tv dizer que Washington está em campo contra o São Paulo que começo a suar frio.

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“A felicidade não é um estado grandioso e eterno, é a soma de pequenos momentos luminosos que se coleciona ao longo da vida”

Dalai Lama

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Bom programa na tv

Amanhã acontecerá a abertura oficial das Olimpíadas de Pequim. A olimpíada é um evento importante, mas não me atrai tanto quanto a Copa do Mundo. Porém ela tem a importância dela comigo.
Não me interesso por uma boa parte das modalidades olímpicas. Por exemplo, não gosto dos torneios de tiro, prefiro muito mais ver Arnold Schwarzenegger dando um tiro na cara do T-1000 no Exterminador do Futuro 2 ou Michael, quando ainda não era Don Corleone, botando uma azeitona na testa do mandante do atentado ao pai dele e outra na garganta do comissário de polícia num jantar de negócio no primeiro filme da trilogia do Poderoso Chefão. Também não gosto de maratonas, acho chata, monótona, a única maratona que eu achei divertida foi aquele “cooper” de Forrest Gump pelos EUA só para esticar um pouco as pernas.
Porém alguns esportes brilham para mim, me obrigando a fazer um esforço para assisti-los como judô, ginástica artística, saltos ornamentais, vôlei de quadra feminino (durante todo o torneio), vôlei de quadra masculino e de praia tanto o masculino quanto o feminino (apenas as fases decisivas). Já o atletismo, apenas alguns atletas me fazem acompanhar com mais atenção, como é o caso de Jadel Gregório, Maurren Maggi e da bela e fenomenal Yelena Isinbayeva, que a única dúvida é se ela levará o ouro quebrando o próprio recorde de 5,04 metros no salto com vara ou não, porque só uma zebra do tamanho de uma girafa (e não duvido que ela consiga pular) para tirar o ouro dela. Esqueci de mais algum? Acho que sim... O futebol! Sim, vou acompanhar o futebol sempre que possível, mas sem sacrifícios como acordar as da 05 manhã para ver jogo da fase de grupo, mas colocarei o despertador nas fases de mata-mata, tanto para o masculino quanto para o feminino.
Acabou? Não, mas deixei para o final de propósito. A modalidade olímpica que eu seria capaz de acordar em plena madrugada, em qualquer fase, só para assistir é a natação. Gosto de natação. Pratiquei o esporte na infância e metade da adolescência. Não foi nada sério, apenas por diversão e para fazer um esporte, mas cheguei a disputar um único torneio no clube que eu nadava. Era um torneio interno, eu devia ter meus 13, 14 anos e ganhei uma medalha de prata no estilo livre, mas que todo mundo chamava no clube de crawl (era o único estilo que eu era competitivo, os outros eu sabia apenas nadar, mas sem muita velocidade). O curioso é que a briga, entre eu e um cara que fazia natação no mesmo horário que eu, pela prata foi acirrada, decidida no detalhe, apenas por eu ter batido primeiro na parede (não adianta nadar mais rápido, tem que bater na parede para o cronômetro parar), enquanto isso o vencedor da prova já tinha tirado o óculos, a touca...
Olimpíadas é bom também porque sempre aparecem rostinhos e corpos bonitos, como a revelação de 2007, as meninas do softball. Nunca tinha ouvido falar nesse esporte, mas gostei do que vi no Pan do Rio, mas não sei uma única regra do jogo. É um bom programa na televisão quando não se tem nada interessante para assistir. Fora os que eu listei que gosto e que não gosto, pode ser que eu conheça mais algum esporte novo se as praticantes chamarem minha atenção, senão assistirei O Exterminador do Futuro 2 ou um dos Poderoso Chefão ou Forrest Gump.

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Andei ganhando uns prêmios alguns meses atrás e recentemente ganhei mais 1.
Alguns (muitos) meses atrás (mas já em 2008), ganhei esses três de Marina do Teimosa Opinião e de Rafaela do Retratos de Aliquem.






Repasso os três para LindaRê do Devaneios da Insanidade 2 e para Cacá do Mais um de jornalismo.
Este quarto prêmio ganhei mês passado (se não estou enganado) de LindaRê do
Devaneios da Insanidade 2



E repasso para Marina do Temiosa Opinião, Rafaela do Retratos de Aliquem, para Loba e para Do do Ramses sec. XXI
E o quinto prêmio ganhei essa semana de Cacá.

Que repasso para o futuro autor de novelas das 9 da Globo, Nando Damázio do A melhor novela de todos os... (o nome é grande!).
Obrigado pelos prêmios, desculpem o atraso na divulgação deles (tem coisas do mundo blogueiro que ainda estou aprendendo) e só não vou colocá-los aí do lado, porque até hoje não consegui fazer isso, mas suspeito que é por causa da configuração do template que escolhi que é o mais simples e básico de todos e por isso não comporta nada além dos links.
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Quando eu era criança tinha medo de Freddy Krueger, Chuckie o brinquedo assassino e Jason. Mas hoje, do alto dos meus 25 anos, morro de medo, fico branco, apavorado, quando vejo Washington com aquela roupa de listras verde, vermelha e branca. Esse cara me dá muito mais medo hoje do que Freddy, Chuckie e Jason quando eu era criança.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Só isso é pouco

Num dia ensolarado, acompanhando o vai-e-vem das ondas do mar começo a viajar na nossa existência. Qual a nossa missão? Qual o sentido da vida? Fomos criados apenas para nascer, crescer, reproduzir, envelhecer e morrer? Somos feitos apenas para povoar o planeta e deixar descendentes?
Se for apenas isso, acho insignificante. Batalhamos a vida inteira apenas para sobreviver e darmos o melhor mundo que somos capazes de fazer para os nossos filhos (ainda não sou pai, pretendo ser um dia, mas não agora)? Ou será que quando morremos viramos alguma coisa, alguma matéria que alimente alguma outra entidade?
Eu assistia Arquivo X. No seriado, Chris Carter insinuou que o mundo e, consequentemente, todos nós somos controlados por alieníginas, milhares de vezes superiores a nós, que estariam preparando terreno para a vinda deles para cá num futuro (talvez) distante. Os planos dos aliens era colonizar a terra. Ficção ou verdade, será que a nossa alma vira algum tipo de energia ou matéria que alimenta os aliens?
Apesar de todos os avanços tecnológicos, todas as descobertas até então, são coisas microscópicas diante do verdadeiro tamanho das coisas: elas são infinitas, como dizia Jim Morrisson. Até hoje fomos apenas para a Lua e os projetos para enviar o homem à Marte são para daqui a 20 anos. Isso tudo é praticamente nada diante da especulação de que o universo é infinito. O tamanho do universo é especulação com base é milhares de contas matemáticas e previsões que podem ser verdadeiras ou não. Se ele não for infinito, não temos a mínima idéia do que possa existir a partir do ponto que ele termina.
E não precisamos nem viajar pelo espaço, pois não sabemos se o centro da Terra é de fato caldeirão de fogo. Isso é o que os cientistas disseram para a gente, com o aval dos governos. Galileu também havia cantado a pedra de que a Terra era redonda, mas a igreja mandou ele desmentir isso, ameaçando queimá-lo na fogueira. Galileu não pensou duas vezes e voltou atrás. Vivemos na crosta terrestre e nunca conseguimos dar um passeio pelo fundo do mar. O que tem nas profundezas do oceano ninguém sabe, mas no raso sabemos que tem o Titanic.
Descobrimos a roda, a internet, o celular, mas ainda não construímos nenhum motor capaz de nos levar para qualquer lugar no espaço em tempo hábil.
Dizemos que o universo é infinito, mas nem sabemos o que o fundo do oceano esconde, não conhecemos os habitantes de lá. Daqui a pouco os alieníginas de Chris Carter estão escondidos lá com sua nave gigante e o efeito da pressão causada em grandes profundidades nada mais do que a defesa que eles usam para nunca chegarmos lá. Enquanto isso, os terremotos, os tsunamis são obra deles quando precisam de mais energia.
Não sei. Viagens a parte, deve existir algum outro motivo para a gente nascer, crescer, reproduzir, envelhecer e morrer, além de povoar este planeta. A vida é bela, mas se for só isso é pouco demais, não?
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Antes que alguém especule, não perdi o sentido da vida. Quero mais é curtí-la, ganhar dinheiro para financiar minhas baladas, festas, quero sair com meus amigos, pegar mulheres bonitas, assistir futebol, viajar, enfim, viver!! Mas claro que tem momentos em que tenho perguntas de difíceis respostas quem ninguém até agora se mostrou capaz de respondê-las. Morpheus ainda não apareceu na minha frente para me oferecer a pílula vermelha e conhecer toda a verdade. Por enquanto estou curtindo a minha vida dentro dos limites do conhecimento humano ou no mundo ilusório. E prêmios no próximo post!

domingo, 3 de agosto de 2008

Ouvindo 1 som

Vocês me convencem fácil, fácil. Pensei em acabar com a seção porque não estou conseguindo postar os vídeos aqui, mas como falaram para dar um jeito de conseguir, resolvir botar na tora mesmo, sem o vídeo, apenas com o link.
Esta música, Zombie (cliquem aqui para abrir o vídeo) do The Cranberries, é a que eu mais tenho ouvido desde sábado passado. Todos os dias tenho que ouví-la, no mínimo, 3 vezes seguidas para dormir tranquilo. Tudo começou quando ouvi essa música no carro de um amigo meu e assim que cheguei em casa fui procurá-la no Youtube e em seguida procurei para baixar. Já conhecia The Cranberries desde a novela A Viagem, que colocou Linger (bela música na bela voz da bela cantora) na trilha sonora. Outra música bonita deles é Ode my Family. Gostei de Zombie porque é um rock pesado muito bem tocado, o som é limpo, você escuta tudo, inclusive a letra que não é gritada.
O vídeo do Youtube não agrada apenas os meus ouvidos, mas também os meus olhos. Me apaixonei pela cantora, Dolores O'Riordan. Ela é toda linda e a voz dela também. Carinha de marrenta, que nem a filha de Kevin Spacey em Beleza Americana, mas que na verdade não é marrenta. Toda cheia de estilo, elegância até para dar dedo pros outros (prestem atenção no vídeo). De toca vermelha, vestidão preto, piercings na orelha, ela parece aquelas turistas européias (ela é irlandesa!) que vem pra cá pra Salvador e vão correndo pro Pelourinho para ver a bênção do Olodum na terça e se apaixonar por um negão tripé do Pelô. Não tenho três pernas e não sou negão, mas se desse de cara com ela em algum ensaio no verão ou no carnaval no meio do circuito, com certeza gastaria o meu inglês intermediário do ACBEU e tentaria garrá-la de qualquer jeito, mas claro que mantendo o respeito e não como os adolescentes de hoje fazem com as mulheres, à força.
E como vocês podem ver, o problema com o Youtube ainda persiste, mas manterei a seção mesmo assim, gosto dela e vejo que vocês também. Apreciem a música sem moderação.
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"A arte de ser louco é jamais cometer a loucura de ser um sujeito normal"

Raul Seixas, cantor

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Mundo Insano

O jovem traficante Mohammed d’Ali Santos foi preso por matar a inglesa Cara Marie Burke. Os dois eram namorados, mas a inglesinha, que por sinal é muito bonita, ameaçou denunciar o namorado na polícia, se o jovem empreendedor não fechasse a empresa dele. Mohammed não queria ter problemas com a polícia e chegou a espetacular solução de matar a inglesinha. Após transformar a bela garote em presunto, Beira-Mar Júnior resolveu esquartejar o corpo e jogou uma parte dele num córrego, o restante ele guardou numa mala e largou na margem de um rio perto da BR-153. Depois de ser preso Mohammed ainda tentou subornar os policiais oferecendo 70 mil reais. Para quem não queria problemas com a polícia, ele agora vai responder processo pelo assassinato, suborno e tráfico de drogas.
Ontem o time do Vasco entrou em campo sem Morais, Leandro Bonfim e Jean. Morais abandonou a concentração do Vasco porque se sentiu inseguro devido as ameaças da torcida cruz-maltina e por isso não entrou em campo contra o Atlético-MG. Já os outros dois jogadores, segundo Edmundo, não entraram em campo porque não quiseram e alegaram estarem contundidos. Mesmo com toda essa crise entre os jogadores, Edmundo criticando os companheiros e desmentindo a informação oficial do clube, tornando público um assunto interno, o Vasco meteu, inacreditáveis, 6 a 1 no Atlético-MG ontem. Goleada de time que está brigando pelo título, vivendo ótima fase e os jogadores unidos. Mas o Vasco está na 12ª a 2 pontos da zona de rebaixamento e não vive um bom momento. Mas meteu 6 a 1...
Britney Spears não não saiu bêbada de nenhuma boate nas últimas semanas, nem apareceu com cigarro na mão e nunca mais deu "pala" de calcinha. As últimas fotos que os paparazzis tiraram, mostram uma Britney praticamente sem barriga e muito próxima da velha forma que a levou para o estrelato. Mas calma que o mundo não vai acabar, Amy Winehouse foi para o hospital essa semana e dizem que ela passou mal porque um alguém colocou um ecstasy na bebida dela...
O Youtube está me sacaneando. Não quer botar os vídeos dele aqui no meu blog. Sem vídeos, a seção "Ouvindo 1 som" está respirando com ajuda de aparelhos, pois não tem graça escrever o texto e botar um link. O vídeo com a música tem que aparecer aqui para vocês lerem o texto ouvindo o som. Quem souber de alguma pista (ou motivo) do problema que está acontecendo (e pelo que eu vejo a birra é só comigo), por favor deixe um comentário explicando ou com a solução, desde já agradeço, pois não quero acabar com a seção já que me divirto escolhendo os vídeos e escrevendo as histórias que a banda e ou música tem comigo. Inclusive, inventei esse texto hoje para atualizar o blog, porque não consegui postar ontem a música que eu queria.
E o pior de todos, o maior indício de que o mundo está insano, é que amanhã, sábado, terei aula o dia inteiro. Começa 08:40 até 12:00, duas horas para almoço e depois retoma até as 17:30. Logo agora que, ao que tudo indica, o sol está dando as caras "de com força". Semana passada fez um sol forte, coisa que não acontecia desde 1º de Maio, de lá pra cá, era nublado e chovia pelo menos uma vez no dia, se fazia sol era muito fraco.