quarta-feira, 21 de outubro de 2009

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

A tarde no Tunga

A Oktoberfest é uma ótima festa. Muito bonita, hiper-mega-ultra organizada. E digo isso porque já fui pra muita coisa nessa vida. Já encarei desafios que sonhava com todas as minhas forças que era o máximo, mas eram apenas a alguns kilômetros de Salvador. Saía de lá de queixo caído, lá embaixo mesmo! Então eu posso falar!
O meu primeiro dia na Oktoberfest foi do Céu (nos ouvidos...) ao sono quase profundo (mas não tanto por causa do fenômeno que eu testemunhei com meus próprios olhos), quando cheguei no quarto e voltei ao Céu. A festa de vocês, Santa Catarina (até agora...), é muito, mas muito morgada. Desculpa dizer... Se fosse um pouco mais "moderna" seria uma das melhores festas do Brasil, porque potencial vocês tem e aos montes.
Um aviso a vocês: Cerveja morga, morga muito, não encham a cara com cerveja e saiam pra balada, a menos que seja para aquela mais bem esquematizada, para os dois adiantarem seus lados e finalizarem a noite onde deve ser.
Uma bebida excelente é energético. Energético é a bebida da praia. Vodka ou uísque. Duas bebidas destiladas. Não dá barriga e te deixa em ponto de bala para a balada. Misturem com energético (red bull, burn ou mad dog, se encontrarem este último). E curtam a batida da eletrônica.
Para mim o melhor dia da Oktoberfest foi o dia do desfile na rua, em frente ao Tunga. No início fiquei admirado com a organizacão da festa. Gradezinha no papel de corda de bloco de trio-elétrico. Desfile bonito. Quando acaba a grade incrivelmente evapora, os dois lados da rua se misturam e entra no rol das melhores festa do Brasil, facilmente com a sua faixa de miss. Como eu entendi a festa de vocês vou dar uma dica, mas antes terei que explicar uma coisa.
A Oktoberfest começou com os coroas que chegaram aqui querendo só de comer a água deles. Vieram com família e para passar a cultura alemã para os filhos, pelo menos por um tempo no ano, para manter as raizes vivas, a Oktoberfest foi criada. Os filhos aprenderam com os pais, cresceram, tiveram filhos e as coisas comecaram a mudar com a MTV. Jovem ouve eletrônica também. Então, os coroas fizeram a festa e nesse ano, incluiram a música eletrônica, a boate. Para vocês comerem água no Tunga misturem aquela bebidinha que vem no tubo de ensaio todo no chopp. Vão bebendo e esperando o desfile acabar e as grades evaporarem. E depois encontrem o lado oposto.
Essa bebidinha no tubo de ensaio funciona como o energético da vodka. Ok, mantenha a tradição bebam chopp, mas misturem com isso e entrem no pavilhão da música eletrônica. E não fiquem só parados com o copo na mão ou se acabado de dançar com músicas inocentes. Pegue as letras das músicas do Asa de Águia, Ivete Sangalo, Chiclete com Banana e façam o que eles falam. Pra Oktoberfest ser uma das melhores festas do Brasil, precisa ter o veneno que sobra numa Trivela, num show de Axé. Na hora do momento de vocês peçam pros velhos darem uma diminuida no volume da música educativa deles e aumentem o som da eletrônica ou botem axé na caixa. E larguem de achar que o mundo é um conto de fadas.

domingo, 11 de outubro de 2009

Antes, um desabafo

Me desculpem! Eu sei que a maioria dos leitores não gostam desse assunto, preferem outros temas, mas não posso de deixar de fazer esse desabafo. O São Paulo perdeu o tetracampeonato brasileiro ou o rumo da fragata quando Juvenal Juvêncio perdeu o controle da oposição e teve que dispensar Muricy Ramalho.

Juvenal bancou o estrelado treinador desde o gol de cabeça de Washington aos 48 do segundo tempo, nas quartas-de-final da Libertadores de 2008. Não adiantou Muricy reverter a situação ganhar o terceiro brasileiro seguinte. A eliminação nas mesmas quartas-de-final da Libertadores desse ano frente ao Cruzeiro custou o treinador do cargo. A oposição preferiu apoiar o reserva Dagoberto.

O que me motivou falar sobre isso foi a derrota de virada do São Paulo para o Flamengo. Só tinha jogador burro nos dois times. Jogador que recebe 100 a 300 mil e é considerado peso de ouro. Os únicos diferenciados em campo eram Petkovic pelo lado do Flamengo e Hernanes pelo lado do São Paulo. Rogério Ceni é sempre hour-concour, um patrimônio tombado quando tomamos somente o Morumbi como referêcia e um quase ex-jogador em atividade que defende bola fáceis com toda a facilidade do mundo, mas que não está mais disposto a pular para pegar bola de dificuldade mediana para fáceis, como foi o segundo gol em que pulou antes de Zé Roberto chutar, justamente para o canto oposto.

Mas voltando aos dois times e ao jogo, a diferença que aparece na tabela entre os dois times é explicada pelos burros do São Paulo serem menos burros que os burros do Flamengo. Para servir de base para a minha teoria, Logo no início do jogo, o Flamengo acertou um cruzamento, a jogada tinha o aval de Pet, que veio correndo de trás (o sérvio é craque e como já está velho, só corre quando visualiza o gol no final da jogada), só que o (muito)burro do Dênis Marques resolveu meter a cabeça antes de Pet jogando a bola por cima do travessão. Jogo movimentado, mas sem lá tanto brilho, Hernanes dispara para o ataque, enquanto que os burros do São Paulo recuam, deixando o fora de série lá na frente sozinho pronto para resolver. Então, o burro Dagoberto (que não aceita o lugar de direito dele que é no banco de reservas) teve um raro lampejo de genialidade e acertou um lançamento para Hernanes. O diferenciado mata lindamente a bola e o goleiro Bruno, para fazer 1 a 0. Por isso os burros do São Paulo são menos burros que os burros do Flamengo.

Mas a arbitragem não pode passar despercebida e inventa de voltar uma cobrança de Petkovic defendida por Rogério Ceni. Na segunda, o sérvio bate com toda a imensa categoria que tem e empata o jogo.

Hernanes é um jovem jogador que mostra que é diferenciado, tem apenas 24 anos. Já Pet é um veterano craque de 37 anos. Duelo dos dois Hernanes saiu na frente, Pet empatou. Como 37 anos pesa e não dá pra tá em todas as partes do campo, o sérvio faz lançamentos e enfiadas precisas que os burros do Flamengo se esforçam para acertar, como Zé Roberto acertou uma hoje, virando a partida e colocando mais 3 importantes pontos na conta do rubro-negro carioca.

A diferença do São Paulo é que é organizado, mas quem faz a diferença é Petkovic, que se sente em casa quando Adriano está lá na frente, mas que se vira e vira quando está sozinho. Hernanes ainda é um jovem jogador de 24 anos que apresenta um diferencial em alguns jogos, mas que ainda não lhe garante vaga na reserva da seleção e nem um ótimo contrato com a Europa.

Muricy foi conquistar o seu tetracampeonato brasileiro, que lhe é de direito, comandando o Palmeiras. Enquanto que no Morumbi, Dagoberto é titular, Hugo, que também tinha birra com Muricy por ficar no banco, começa alguns jogos como titular no time de Ricardo Gomes. Este último é o perfeito substituto do seu antecessor, seu maior mérito é não classificar, para as Olimpíadas, uma seleção brasileira sub-23 que tinha Kaká, Nilmar, Robinho, Diego e cia. A oposição do São Paulo entregou o campeonato Brasileiro de bandeija para o Palmeiras.


*****


Desculpa, mais uma vez. No próximo post voltaremos com a programação normal, com um relato do Oktoberfest.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

De volta...

Viajei para Blumenau no último final de semana. O motivo da minha viagem foi a Oktoberfest. Os avisos da metereologia (não-oficial) eram os piores possíveis, era chuva que não acabava mais, o teto estava desabando e alagando tudo. Mas o cenário foi completamente diferente, não senti cair uma gota do céu.
Nunca tinha ido para Oktoberfest antes e quando cheguei lá, vi que as coisas estavam muito aquém do que imaginava. Mas também tive culpa no cartório, cometi o erro primário de criar um pré-conceito e depois as expectativas. Não se deve criar expectativas de nada, quanto mais do desconhecido. Porém a paciência é uma virtude e a compreensão é algo que deve sempre ser levado em conta. Não se deve julgar sem entender os fatos. Parei, observei e entendi o que é a Oktoberfest, mas isso são cenas dos próximos capítulos. Aliás, essa viagem me rendeu algumas coisas interessantes para transformar em texto. Farei isso ao longo dos dias e das semanas, depende da minha disponibilidade pra escrever.
Entre mortos e feridos, a viagem foi sensacional. É uma daquelas viagens que quando eu paro para analisar, chego a conclusão que foi "ducaralho". Já tinha ido para Blumenau há um bom tempo atrás (vixe, mais de 15 anos...), eu devia ter uns 11 anos. Me lembrava de pouca coisa, mas lembrava de como a cidade era. É uma cidade alemã no Brasil. As casas, a organização, o cenário, as músicas é todo alemão. Além, é claro, das mais belas mulheres. Ah, as catarinenses...
A gente deve viajar sempre, inclusive para os lugares que já fomos há um bom tempo atrás. A cabeça muda, a percepção e a sensibilidade aumentam, enquanto que algumas lembranças vem a tona. Por hoje é só, vou dormir, porque ainda preciso botar meu sono em dia. Ainda sinto os reflexos da viagem, as poucas horas de sono, as muitas horas de chopp...

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Ouvindo 1 som

Vos apresento Céu!

domingo, 27 de setembro de 2009

Um pouco de tudo

Salvador, 27 de setembro de 2009
Querido Diário,
Hoje tive um dia bacana, "deceni" (como diz na gíria). Primeiro acordei relativamente cedo, as 10:30 e fiz tudo que se faz de manhã, inclusive tomar café. Passei o olho no treino da Fórmula 1, porque enquanto eu fazia meu café, jogava um conversa fora e organizava o que ia fazer durante o dia antes do show de noite. Nada deu certo no msn, só as jogadas de conversa fora...
Era pra ter ido pra praia, mas acabei saindo de casa para assistir 2 amigos baterem uma feijoada na porta com uma sala no meio. O almoço dos caras deu 17 conto no total, dividido por 2... Além de assistir a implosão de duas porções de feijoada para 4 pessoas por apenas duas pessoas, ficamos resenhando e dando risada.
De lá fomos pra um barzinho com um acabemento melhor. Não estava bom e fomos pra o do lado encontrar um broder meu com a esposa e o irmão dele. Alçomei com eles um moqueca de camarão, fazendo a mesma coisa da porta que vendia feijoada, resenhando mais ainda e dando mais risada ainda.
Almoço terminado, conta paga e depois foi eu e o casal para o Forte do Carmo ver o pôr-do-sol. De lá descemos direto para a Concha Acústica ver o show de Céu, uma Marisa Monte "com asas de anjo", que por sinal, momento Som Ambiente, baixem o disco que ela tá lançando, Vagarosa. Pouco antes de começar, uma mulher amiga da galera chegou também para o show. O show foi demais! No mesmo nível do Teatro Mágico. Todo mundo no mesmo clima, os quatro na mesma vibe...
Depois do show veio aquela velha fome e partimos pro Rio Vermelho, bairro da Lapa do Rio em Salvador. Comemos, conversamos, trocamos idéias, filosofamos e depois cada um pras suas respectivas casa. E ao chegar em casa, viajei um pouco no msn, esboçei uma trocada de idéia, mas que rolou um "fuso horário" diferente com o outro lado da tela. E agora estou terminando de contar o meu ótimo dia pra vocês, novamente ao som de Céu.
Um abraço,
Leandro

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Som Ambiente


A indicação inaugural dessa seção já tinha sido escolhida há séculos... Aliás há decadas, pois também tem outro disco que eu vou te contar. Mas, para ser o mais justo possível semanas, pois o outro disco também é recheado de relíqueas e a briga foi boa. Porém deixemos as indicações deles para as próximas oportunidades, porque a escolha inaugural foi alterada por motivos puramente pessoais, viu?

A Tábua de Esmeralda (1974) de Jorge Ben. Este disco apareceu em sexto numa lista elaborada pela revista Rolling Stones dos 100 maiores discos da música brasileira. Contém algumas das maiores composições de Jorge Ben como "Os alquimistas estão chegando", "Eu vou torcer". Além das espetaculares, mas menos divulgadas, como "Errare humanun est", "Cinco Minutos", "O homem da gravata florida", entre o resto do disco. Ele é todo bom.

Agora vamos a seção. Um belo dia perceberam uma estranha maneira minha. Toda vez que eu dizia que gostava muito da música que estava começando a tocar no som do carro, eu ia e abaixava o volume. Acharam isso estranho logicamente, pois todo mundo que gosta de uma música aumenta o som.

Uma boa música para mim deve ser deleitada em som ambiente, simplesmente porque você consegue ouvir todos os instrumentos da música. Com o som alto sempre alguma coisa vai ficar mais estridente do que as outras e consequentemente isso termina tomando conta da sua atenção. Com o volume mais baixo, em som ambiente, você consegue perceber vários pequenos detalhes da música. O momento em que entra um instrumento, a hora que o outro se recolhe. Música tem que ser conduzida pelo seu criador. Ele vai te dizer a hora que a guitarra deve entrar desse jeito, sendo acompanhada pelo baixo, para abrir caminho para a vez do piano.

Exatamente por isso essa seção vai se chamar Som Ambiente, pois vai ser sempre um som para você se deleitar ao ouvir. Não será uma escolha a revelia. O underground a gente deixa para o underground, já que a minha intenção é agradar o maior número possível de pessoas. As indicação serão de discos com potenciais para agradar a gregos e troianos. Já os "undergroundianos" perguntem diretamente a mim (o e-mail está no perfil). Filtrarei a água que pego diretamente da fonte, mas não esperem esssas coisas que estão sob os holofotes, não será nada que teria o carimbo do Disk MTV, se este ainda fizesse parte da grade do canal. Isso é coliformes fecais e a água que eu bebo é pura e limpíssima!
P.S: Não apenas mostro os peixes, como também digo onde eles estão que é nesse último link da parte de Fontes, Inspirações e Influências.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Momento de Reflexão

Nas últimas semanas esgotou o meu estoque de temas inspirados. Por isso que não venho escrevendo muitas coisas. Não que a cabeça tenha parado de trabalhar e se concentrado apenas no trabalho e estudo. Ela ainda continua a todo gás, principalmente neste último sábado em que fiz observações pertinentes sobre algumas pessoas (famosas e anônimas), discuti sobre novos rumos do blog, da vida e desmitifiquei o passeio do homem na Lua e no espaço (acho que tudo não passou e não passa de propaganda ilusória dos EUA), além de outras coisas que sei que falei, mas esqueci.

Um dos meus objetos de observação foi Jorge Ben Jor. Ele fez grandes músicas no passado, década de 70, discos espetaculares como Tábua de Esmeralda e África Brasil. Hoje em dia ele sobrevive do que fez no passado. Não faz mais nada novo. Quando as contas chegam e o cheque especial começa trocar olhares, paquerá-lo, Jorge pega o violão e sai por aí fazendo shows, lotando lugares de médios pra pequenos e depois volta pra casa trazendo na mala dinheiro suficiente para continuar a sua vida tranqüila. Ele sabe que os tempos de criatividade agora fazem parte do passado e se esforça para não fazer nada de novo que vá machar a sua bela discografia.

Não tenho um belo arquivo de textos, mas tenho coisas respeitáveis, tenho meus momentos de algum brilho. Não quero vir aqui e escrever merda. Tentei encher choriça como esse texto sobre tênis, que foi nada mais do que um tapa-buraco. Mas seguirei o exemplo de Jorge Ben Jor e para não fazer merda, invento um quadro novo para o blog, pelo menos durante esse tempo sem luz de inspiração.

Como diz Mano Brown em uma de suas letras, até no lixão nasce flor. Colherei flores no ar e distribuirei para vocês. Nos próximos dias, além de apresentar músicas, indicarei discos e filmes. Não sou nenhum especialista nesses assuntos, assim como não sou nenhum especialista em nada que escrevo aqui. Sou apenas um cara que gosta de curtir as coisas boas da vida. Como sou apresentado a muitas músicas e filmes, uso meu filtro para entregá-los só os barros que julgo que irão gostar, mas sempre assinando embaixo todos.

Outra coisa que quero explicar é aquela história que contei há alguns meses atrás de criar um segundo blog. Não farei mais isso, porém as coisas que eu ia botar no outro blog, estou botando aqui. Os bastidores mudaram. A idéia de como atualizaria o outro blog foi posta em prática nesse. Talvez vocês não tenham percebido isso, pois não é uma mudança que possa ser vista a olhos nus. Vocês não sabem o que acontecem nos bastidores da Globo ou de Hollywood. As outras idéias do novo blog serão implantadas nas próximas semanas.

Por enquanto é só. Em breve, falarei de uma enorme mudança no blog que está por vir. Apenas não quero me precipitar e já cantar a pedra antes da hora. As negociações estão bastante avançadas, mas ainda não foram fechadas. Ao que tudo indica em breve serão concluídas e um novo estilo de blogar no Nove do Quinto será implantado. Acredito que vocês gostarão, pois eu estou me empolgando muito com a coisa e a alma do blog continuará a mesma.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

O interesse de cada uma

No último domingo a belga Kim Clijsters sagrou-se campeã do US Open, Grand Slam disputado nas quadras de Nova York. Clijsters venceu a linda dinamarquesa Caroline Wozniacki por 2 a 0 sets. O grande detalhe é que a belga tinha 33 dias que havia retornado as quadras depois de 18 meses parada para ter uma filha. Clijsters não tinha nem conseguido entrar no ranking da WTA para disputar o Grand Slam e foi como convidada da organização.
O Tênis feminino hoje pode ser divido em dois tipos de tenistas. As que disputam os torneios e as que se apresentam nos torneios. Geralmente as tenistas são lindas o que atraem como ima as lentes dos fotógrafos. Daí é pulo para virarem verdadeiras modelos de raquete. Já as que preferem mantém o foco no esporte é que tendem a vencer os torneios.
Por serem lindas e atraírem mais os flash, são logo alçadas ao status de grandes tenistas. Modelos como Maria Sharapova, Elena Dementieva, Ana Ivanovic não passam de boas tenistas, porém são vistas como craques das raquetes mais por causa de suas belezas do que pelo tênis que jogam. Já as desprovidas de beleza, soltam o braço e vão acumulando títulos como Serena Williams, Svetlana Kuznetsova e... Kim Clijsters.
As tenistas mais novas que estão entrando agora no circuito chegam determinadas a mostrar serviço e começam a aparecer como é o caso de Caroline Wozniacki que fez final com Clijsters. A dinamarquesa mostrou que ainda tem que comer muita grama, correr atrás de muita bolinha para ganhar alguma coisa. Cometeu vários erros, principalmente nas subidas de rede, porém a maior arma dela é a boa defesa que ela tem e a disposição de ir em todas as bolas por mais perdidas que elas possam parecer. Outra que teve um grande momento nesse US Open e que o mundo passou a conhecer é a americana Melanie Oudin, com apenas 17 anos, eliminou grandes nomes do tênis.
Não é que o tênis feminino esteja nivelado por baixo, a questão é o interesse de cada uma. Tem tenistas que preferem bater forte na bola sem se importar com a foto que vão tirar, enquanto que outras preferem bater mais fraco, mas saindo gatinha na 3x4.

domingo, 13 de setembro de 2009

A melhor frase da história!

"Jesus salva toca para Moisés, cruza para Judas e é gooolll"

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Quando a inspiração não vem...

Ouvindo 1 som!
Época de vaca sem muito sal...

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Arrepia zagueiro!

Este é o meu ídolo do São Paulo na atualidade. Miranda. Zagueiro refinado, classudo, duro e pegador quando necessário e um dos melhores zagueiros em atividade no Brasil. Ocupou o lugar deixado por Luís Fabiano, este último trocou de clube e agora figura na minha galeria dos grandes jogadores que admiro. Quando digo que Miranda é meu ídolo no São Paulo, não estou levando em conta Rogério ceni, já que este é patrimônio tombado do Morumbi, merecia um busto ou uma estátua.

Depois que o rival Palmeiras anunciou a contratação de Vágner Love, Juvenal Juvêncio, presidente do São Paulo, viu que não poderia mais vender ninguém e botou os culhões pra fora ao rejeitar uma proposta do Wolfsburg, da Alemanha, de 12 milhões de euros pelo anjo da guarda da defesa tricolor. Pelo menos até o final do ano não precisarei trocar de ídolo são-paulino...

Segue a letra de uma música de Jorge Ben na qual ele explica o que é um zagueiro e não tem como eu não associá-la ao camisa 5 do São Paulo.


Arrepia, zagueiro
Zagueiro
Limpa a área, zagueiro
Zagueiro
Sai jogando, zagueiro
Zagueiro

Ele é um bom zagueiro
É o anjo da guarda da defesa
Mas para ser um bom zagueiro
Não pode ser muito sentimental
Tem que ser sutil e elegante
Ter sangue frio
Acreditar em si
E ser leal
Zagueiro tem que ser malandro
Quando tiver perigo com a bola no chão
Pensar rápido e rasteiro
Ou sai jogando ou joga a bola pro mato
Pois o jogo é de campeonato
Tem que ser ciumento
E ganhar todas as divididas
E não deixar sobras pra ninguém
Tem que ser o rei e o dono da área
Nessa guerra maravilhosa de 90 minutos
De 90 minutos
Zagueiro

Arrepia, zagueiro
Zagueiro
Limpa a área, zagueiro
Zagueiro
Sai jogando, zagueiro
Zagueiro

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Abra a geladeria e misture tudo

No seu primeiro disco solo, pós-saída do Planet Hemp, Black Alien mete isso simplesmente no final do cd:"Evolução não será televisionada, nem virá pela rádio(...) Prepare a esquiva, informação real pro povo aderiva na terra da terra improdutiva.".
No ano de 1999 um amigo meu do colégio, a pessoa com quem eu mais andava, me apresentou Harmonia do Samba ao vivo no Lagoa Mar. Na época o cd era a mídia. O preço já tinha subido nas lojas e os piratas começaram a atracar seus navios nas sinaleiras (eu sou baiano! Pra quem não entendeu a gíria, semáforo). Enquanto que o sinal estava vermelho pros carros e ficava verde para o comércio. Começei a gostar, já que era obrigado a ouvir todas as vezes que pegava carona no carro dele (e essa cena era, exaustivamente, repetida todos os dias). Peguei o cd (que era pirata) e gravei uma fita K7 para ouvir em casa (já tinha a boa música no sangue, pois jamais empreguei a minha mesada para ouvir essas coisas...). Por muito tempo ouvia walkman de fita K7 e não mp3 (pros mais novos saberem, já que tenho uma prima que nunca tinha visto um toca-fita até mês passado).
No meu trabalho, a galera gosta de ouvir música. Tem umas duas caixas grandes de som (feitas artesanalmente). Tá sempre rolando um som na sala, mas o curioso é que as músicas não estão no HD dos computadores e sim no Youtube. A música já saiu de um vinil, depois de um caixa (segundo minha prima, que depois recebeu a explicação de aquilo era uma fita K7), depois o cd, em seguida pelo mp3 e agora sairá pelo Youtube.
Hoje assisti com um (outro) amigo meu, que agora ocupa o lugar daquele meu amigo dos tempos de colégio, umas músicas do Woodstock. Enquanto Santana destruia na guitarra ("baiana"), passavam imagens do evento. O Youtube agora vai mostrar as imagens do passado que eram ocultadas por causa da tecnologia da época, já que o vinil só gravava o áudio. As gerações seguintes foram vivendo a época deles na imaginação, no momento deles e do jeito que eles mais gostavam.
A geração seguinte digitalizou a música e guardou, o que só poderia ser transportada em carretas, numa plaquinha de 10 cm de altura, 5 de largura e 1mm de espessura. Agora vamos ouvir e assistir, de qualquer lugar, nessas plaquinhas que ficarão maiores por causa da tela. Basta que a Google aumente a capacidade de armazenamento do Youtube e acelere-o ainda mais para assistirmos documentários, filmes, programas no computador mesmo. Os governos já estão fazendo a parte deles investindo em tecnologia para levar a internet gratuitamente para os parques, praças das cidades. Enquanto que a Intel, Sony, Toshiba, HP estão trabalhando ainda mais para baixar o custo do mini-notebook que só faz entrar na internet e escrever no word (para você poder postar seus textos no blog). Uma ação conjunta que entregará a televisão para os estúdios de cinema.
A evolução não virá pelo rádio, muito menos pela televisão. E ela levará informação real, como o documentário dos Rolling Stones que foi censurado, para qualquer um, inclusive para os sangue azul que estão à deriva... Vamos ouvir música e assistir o Jornal Nacional sentados nos bancos das praças, as 5 da tarde, quando o sol está frio, se despedindo, e a temperatura amena anunciando que a noite já está lá embaixo na portaria.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Meu Quidam

Começarei o post simplesmente dizendo que acabei de chegar do melhor show da minha vida. Fui para um teatrono circo. O grupo teatral era O Teatro Mágico, eles apresentaram uma peça musical intulada Segundo Ato.
Já postei uma música deles, se não me engano era Pena, não lembro do mês, nem da data, mas está aí no arquivo, basta procurá-lo para quem tiver a curiosidade de saber mais sobre eles ou procurar no Youtube vídeos dos shows ou no Google o site da banda (lá tem todas as músicas, os dois álbuns disponibilizados gratuitamente para quem quiser baixar qualquer música deles).
O show deles é uma peça teatral musical. As cenas vão acontecendo, as idéias são vomitadas, jabs, cruzados, ganchos são desferidos na cara, no estômago, no rim, no fígado da sociedade. É simplesmente um cara que atende pelo nome de Fernando Anitelli (acho que é assim que escreve o nome dele) dando derramando idéias sobre a vida, comportamento, visão de mundo... Enfim um cara que sacou toda a organização, movimento, disposição da enorme engrenagem chamada sociedade e está alertando, abrindo o olho da galera que ainda vê as coisas embaçada, mas que quer realmente buscar a evolução. Alguns estão no início da caminhada, outras já encontraram o caminho e estão apenas confirmando que estão na rota certa (acredito que me encontro aqui), outras estão apenas ouvindo o que ele tem a dizer, pois também encontram-se no mesmo estágio ou nível, no sentindo de trocar experiências com ele.
A peça do Teatro Mágico segue um esqueleto de roteiro, mas o inusitado, o surpreendente fica por conta do público. A recíproca tem que ser verdadeira, os dois corpos devem se mover em perfeita harmonia, com o mesmo sentimento, algo que é encontrado no ninho de duas pessoas que compartilham o mesmo sentimento, com a mesma intenção e interesses iguais.
A peça começa com a primeira cena, o cartão de visita, algo como se fosse a sinopse da peça, idéias da realidade contadas através da mescla com o lúdico. Na segunda cena, o encontro, o protagonista e os coadjuvantes importantes (todos eles são importante e cada um tem um papel específico, um personagem para interpretar) entra no palco cumprimenta a platéia e convidando-a para a interagir e fazer a peça. Na cena três, a mocinha mostra o cartão de visita dela com o pano pendurado no teto (não como se chama aquilo...). A música não pára, ela está sempre presente, de fundo, narrando a história na voz do vocalista/protagonista/mocinho. Na cena seguinte, voltam-se as atenções para o palco. Cada cena no palco é diferente. Num teatro o ator troca de roupa. Nessa peça o mocinho não troca de roupa, nem de maquiagem e sim o estilo de música, o ritmo dela. Tocou rap, axé, rock, pop, sempre com poesias, jogos de palavras recitando as idéias. E por aí vai, sempre intercalado com as travessuras com o pano amarrado no teto da mocinha. Ela é simplesmente foda, é uma espécie da russa saltadora, Yelena Isinbayeva que não tá afim de se matar, com o sol na moleira, para competir com outras mulheres por uma medalhinha de honra ao mérito e bater no peito mostrando a marca alcançada que geralmente é um mero número que só serve para ser escrito em algum papel que depois será juntado a outros papéis postos em um livro de capa dura, que não passam de meras curiosidades. Mas ela está ali para mostrar, apenas isso, compartilhar com outras pessoas, a qualidade dela, o que ela sabe fazer. Aliás, O Teatro Mágico é isso, um grupo de pessoas mostrando a sua criatividade, cada um a sua maneira. A Yelena do Teatro Mágico é linda como a russa recordista do salto em altura e tão habilidosa com o pano amarrado no teto quanto a saltadora com a vara (mentes poluídas, não pensem besteira, a idéia é puramente respeitosa e inocente).
O Teatro Mágico quer apenas compartilhar, mostrar, divulgar o que eles sabem fazer de melhor para divertir, conversar, trocar idéia com outras pessoas. Nada mais é do que um grupo de amigos que apresenta, para quem estiver disposto para ver e ouvir, o que eles fazem nas horas ociosas onde a criatividade é a dona do espaço e do momento, geralmente no final do dia, depois de se matar para não morrer.
Eu simplesmente assisti a encenação da peça musical de queixo caído, impressionado com o que acontecia diante dos meus olhos e me emocionei, por algumas vezes devido aos sentidos que estavam aguçados e com o sentimento a flor da pele.
Teatro Mágico: Merda pra vocês! No reuniremos sempre que nos batermos por aí pela vida. Vocês simplesmente são a melhor banda que existe.
E Los Hermanos: Voltem seus miseráveis! Disseram que vocês fazem show melhor do que o pessoal do TM. Estou ansioso para vê-los dando espetáculo.
Cordel do Fogo Encantado, Mombojó: Creio que vocês seguem essa mesma linha, dêem uma passadinha por aqui.
Leitores: Até a próxima!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Ouvindo 1 som

Linda de morrer! É pra ser ouvida em qualquer momento e em todos os momentos. Seja na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, vitória ou na derrota, na conquista e na perda. No sim ou no fora, na confirmação da gravidez para o bem ou para o mal (tem momentos que não são propícios...), no noivado ou na cerimônia de casamento, nas comemorações. Nos momentos de estresse, nas horas de paz, para meditar, para viajar, para dirigir... e por aí vai.
Captaram a mensagem? Agora ouçam e depois deixem suas impressões.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

O astro-rei


Hoje fui ver o pôr-do-sol do Porto da Barra. É um dos mais belos daqui de Salvador. E o Sol deu um show de despedida hoje. Foi parecido com esse aí da foto (tirada lá, mas não por mim e nem hoje). Ele foi caindo, caindo brilhando fortemente até dar tchau e desaparecer.

O Sol é aquele super-astro que todo mundo sabe que a qualquer momento ele vai chegar n a festa. Você vê um rebuliço ao som dos boatos, invadindo o salão, de que ele chegou e está na porta entrando. As pessoas se amontoam para ver a chegada dele. Ele chega com o ar da graça, de terno impecável (e com a gravata florida de Jorge Ben), entrando triunfante na festa. Depois da chegada você fala com ele e os dois dão as costas. Você porque não vai ficar olhando pra bunda dele e ele porque tem mais gente pra cumprimentar. O tempo passa, você não se importa mais em procurá-lo durante a festa, mas eis que surge um brilho intenso emitido por ele, aí você confere olha, ele ainda está aqui. Olha mais pouquinho e segue seu caminho pelo meio do salão.

Aí lá pras tantas, ele surge avisando que está de saída. Com um pouco mais de rapidez, ele vai se despedindo de todo mundo, fala com você, faz mais uma graça, distribui rosas colhidas no ar para as mulheres que se derretem e os homens olhando e admirando e aprendendo a sulozagem vagabundística. Ao terminar, triunfantemente. ele dá o último tchau e até amanhã para todos e vai embora, levando o brilho da festa e deixando somente a noite junto com as estrelinhas que só conseguem chamar atenção se estiverem de galera. E a festa acaba, é hora de ir pra casa, dormir, pois amanhã bem cedo, junto com o cantar do galo ele está de volta dando o ar da graça.
*****
"... o sol é uma bola vermelha que me atrai e que me ilumina."
Moraes Moreira, cantor e compositor

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Bandeirantes do século XXI

Em seguida ao descobrimento do Brasil, a côrte real portuguesa ficou na praia, tomando banho de mar, comendo as índias, frango assado, frutas recém colhidas, enquanto que os bandeirantes se embrenhavam pela mata embusca das riquezas minerais, prata, ouro e ceifando os inídios que ofereciam alguma resistência e não se escravizavam em paz e capturando os negros que tantavam fugir dos seus senhores.

Os bandeirantes abriam caminho, faziam trilhas e criando os primeiros vilarejos. A área de atuação deles era predominantemente no sudeste, onde hoje é São Paulo. Os bandeirantes usavam botas de couro, coletes, armaduras para se protegerem e as armas eram espingardas.


O tempo foi passando, mas os neo-bandeirantes continuam atrás do ouro alheio. Menos mal que pararam de caçar índios e escravos, já que os primeiros foram drásticamente reduzidos e os últimos foram "libertados" pela abolição da escravatura (porém muitos ainda vivem como escravos). A função de caçar escravos fugitivos passou para os policiais que usam coletes a prova de balas, botas de couro, quepe e armas como pistolas de diversos calibres, escopetas, cacetetes, gás de efeito moral e saco plástico...

Mas voltando aos bandeirantes da Era Moderna, no lugar dos coletes e aramaduras para a segurança, eles usam terno e gravata, para a segurança deles, usam seguranças 4x4 e a força policial quando julgam necessário, além de juízes, advogados e matadores de aluguel. No lugar das armas, espingardas, hoje eles usam caneta, papel, medidas provisórias, leis, decretos que fazem muito mais estrago que uma bala de espingarda e matam muito mais gente do qualquer bomba atômica.

Outra diferença é que os neo-bandeirantes não precisam mais se embrenhar na mata atrás das riquezas naturais, do ouro, da prata. O esquema agora é outro, são as riquezas que vão até os noe-bandeirantes...

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Sozinho com todo mundo

Estou sozinho na cidade. Meus amigos viajaram. Uns foram pra Disney pra passear no parque e comprar tudo que verem pela frente, outros foram pra Recife, Porto de Galinhas, Barra Grande em viagem romântica. E eu fiquei sozinho na cidade. Sozinho com todo mundo.

Apesar de estar órfão dos amigos, não terei muito tempo de “folga”. Estou traçando o planejamento, encaixando os horários... Será um final de semana de muito trabalho. Depois da tempestade sempre vem a calmaria. No meu caso, vem muita coisa que não é calmaria. Fiquei meio que de molho no último final de semana, fiquei meio doente e me resguardei em casa. Mas agora estou bem e com sangue no olho, por causa do adiamento do “projeto” (deveria ter feito uma parte dele no último final de semana, já estava tudo esquematizado).

Vi esse título num cd de Richard Ashcroft. Quando o The Verve acabou, Richard, que era vocalista da banda, lançou um cd solo e botou esse nome. Gostei do nome e armazenei no HD e esperei a oportunidade. Hoje ela apareceu. Meus amigos estão viajando, estou sozinho na cidade, mas todo mundo está aqui... Estou sozinho com todo mundo em Salvador.
E domingo tem Stock Car aqui. Não vou para o CAB (local da pista) assistir, não perdi nada lá, não acompanho a Stock, não sei o nome de ninguém, não sei que são os melhores pilotos (sei que Xandy Negrão e Ingo Hoffman fazem cada pega da porra...), não sei quem está na liderança, a única coisa que sei é que vai rolar uma etapa aqui. Mas o mais importante eu sei! Vai rolar uma festa no Othon, no final da tarde com Alexandre Peixe e Jau. E não é pra ouvir a música deles que eu estou indo... Alexandre Peixe está a anos-luz de ser um Moraes Moreira da vida e Jau não atende pelo nome de Jorge Ben e não faz música como ele. Vou pelo público, vou por todo mundo.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Gastando na internet e suas musas

Batendo perna pela internet, li uma manchete que me chamou atenção, "Em dia de boicote, site traz as maiores pérolas de Megan Fox". Abri a página li as pérolas dela (mais pra frente eu comento isso) e depois fui me informando sobre o tal boicote. Como macaco que vem de galho em galho, fui de link em link. O boicote é o seguinte, chegaram a conclusão que Megan Fox, a última Coca-cola do deserto, está sendo super-exposta. Muitos podem não achar que ela seja essa Coca-cola toda, também acho-a muito magra, mas ela é linda e nesse ponto eu concordo. Queria ou não, ela é atualmente a dona do pedaço, está por cima da carne seca. Para dar uma freada nisso, inventaram de fazer uma espécie de "blogagem coletiva", mas sem "blogar" nenhuma imagem ou notícia sobre a moça.
Como não dá pra parar com um vício de uma hora pra outra, a abstinência é forte, parece que ninguém conseguiu ficar sem dar sua cafungada e terminou que um monte de site "blogou" que hoje teria "blogagem coletiva" sobre o boicote a Megan Fox. Vários postaram fotos, outros postaram pérolas como o site E!, que foi reproduzido pelo EGO, que está sendo comentado no Nove do Quinto...

Diante da notícia começei a viajar na moça. Megan é gata e o melhor disso tudo é que ela sabe exatamente o tamanho dela na mídia e adorar dar uma escaldada, mostrando que não tá nem aí. Então ela faz o que der vontade e fala o der na telha. Algumas das pérolas que o site publico, ela diz:

- "Eu esqueço de dar descarga. Meus amigos vão me dizer 'Megan, você defecou no meu banheiro e não deu descarga'";

- "Não tenho questionamentos sobre ser bissexual. Mas também sou hipócrita: não namoraria uma mulher que fosse bissexual, porque isso significa que ela também dorme com homens. Eles são tão sujos que eu não gostaria de dormir com uma mulher que tivesse dormido com um homem";

- "Atores são como prostitutas. Outras pessoas estão pagando para te ver beijando outra pessoa, tocando alguém. Isso é muito grosseiro".

Depois de dizer coisas desse tipo ela faz essa carinha de safada, sexy com essa linguinha pra fora e pronto. Que coisas belas e verdadeiras Megan Fox disse, ela tem toda a razão! Que linda!

Mas não é só de besteiras, escaldação, caras e bocas que ela vive. A moça também é dedicada ao trabalho, bem comportada, de família...



E bem humorada!



Além dessa notícia sobre Megan Fox, li também uma que falar sobre Carolina Dieckmann. Já tinha viajado nela antes e começei a compreendê-la. Depois disso passei a vê-la com bons olhos. Ela não é antipática, chata e mimada. Apenas uma mulher que bota pra fuder no trabalho dela, é linda, tem um tanquinho de causar inveja e odeia a intromissão da mídia na vida particular. Claro que ela é uma pessoa pública e está sujeita a isso, porém o que ela bate tanto é nos excessos que acabam cometendo. Se ela não está trabalhando, ela vira a Carolina ou os apelidos que as pessoas íntimas dela a chamam. Vira uma pessoa comum, normal, pode falar na rua com fãs, mas por quê tem que ficar sorrindo para todo paparazzi que aparece na frente dela pra fotografar e vender pra algum site? Não! E ela deve ficar feliz com as fofocas que fazem dela sobre quem ela tá pegando, se brigou com o marido de manhã? É lógico que não e é nisso que ela tanto bate, por não a deixarem em paz nos momentos de folga e acaba sendo taxada de antipática, chata, arrogante.


Ela é boa atriz, profissional, só quer fazer o trabalho dela e depois curtir a vida, ir pro shopping gastar o dinheiro que ela ganhou honestamente, ir pra praia pegar um sol, mostrar o tanquinho perfeito... Falando nisso, a única que pode bater testa com ela em termos de tanquinho perfeito é Paola Oliveira...


domingo, 2 de agosto de 2009

Pais e Filhos

"Minha velha é louca por mim. Só porque eu sou assim. Meu pai por sua vez, se liga na minha e nos butecos onde passa não dá outro papo. (2x)
Eu sou o caso deles, sou eu que esquento a vida deles, no fundo, no fundo coloco os velhos no mundo, boto na realidade, mostro a eternidade. Senão eles pensavam que tudo era divino, maravilhoso. Levavam tudo na esportiva, ficavam contando com a sorte e não se conformariam com a morte. Minha velha é louca por mim, só porque eu sou assim."
Não preciso nem mentir que eu também sou assim. Essa música não é Pais e Filhos, pois não começa com estátuas e cofres, nem paredes pintadas. "Eu sou o Caso deles" é de Moraes Moreira e Galvão, os cabeça dos Novos Baianos (minha banda preferida). Ela traduz ao pé da letra a relação entra pais e filhos. Ninguém precisa se jogar da janela do quinto andar, porque isso é até fácil de entender. Mas o pai de todo mundo vão sempre falar dos filhos na mesa de bar, nos butecos onde eles vão passar, enquanto que as mães vão sempre se ligar nos filhos, não importa o que eles façam ou sejam. Os filhos sempre serão o caso dos pais. Só tenho isso a dizer e agora dá licensa que vou beijar meus pais.
*****
Pra quem quiser ouvir... está aqui (Marisa Monte só gravou beeeeeeem depois do original. E digo uma coisa, não é a mesma coisa, o original é bem melhor na voz de Moraes).
*****
E Cielo hoje ganhou o ouro nos 50m, depois de ganhar nos 100m ontem. Se eu fosse Michael Phelps teria mostrado o dedo médio para Cavic e ainda mandaria ele tomar naquele lugar, depois daria risada apontando pra cara dele...!