Aí está mais uma integrante da minha seleta lista das bandas/cantores(as) que eu gosto (Oasis, Dave Matthews Band, ORappa, Planet Hemp e ela). Claro que não escuto apenas essas, mas o resto eu sempre digo que ouço algumas músicas, mas não é nada mais do que isso. Por exemplo, seria capaz de viajar para assistir o show de alguma delas em qualquer lugar do Brasil.
Essa aí foi a primeira música de Björk que ouvi, Unison. E pirei. A música é linda demais (mas nesse show ela está parecendo foto de orkut... ela não é lá muito bonita).
Björk é meio doente por música. Ela inventa muito, por exmeplo tem em Aurora o percussionista passa a música inteira arrastando o pé numa caixa de pedras, em Hidden Place o cara embaralha cartas. Ela mistura os sons. A maluquice dela permite fazer o que der na telha, sem se importar com que ela baterá de frente. A música dela varia muito de cd para cd, inclusive ela lançou um álbum só de vozes, sem ter nenhum instrumento na música, é ela cantando e o coral atrás.
Gosto de Björk, já baixei vários cds dela e nunca canso de ouvir. E uma das coisas que tentarei, ao máximo, fazer antes de morrer é ir para um show dela. Não importa onde, mas eu dia eu irei. Curtam aí, mais uma música tranquila para vocês relaxarem.
terça-feira, 2 de setembro de 2008
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domingo, 31 de agosto de 2008
Saudade da Fonte
Raul Seixas, cantor
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
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O Google é canal de busca formal. Tudo que você procurar vai estar lá e muitas em linguagem científica, formal. Mas há a outra alternativa de busca, o informal, o mercado negro que é o Orkut. Neste último você encontrar a informação na linguagem mais didática.
Encomendei um iPod e ele chegou nesse fim de semana e fiz tudo o que me mandaram fazer. Baixar o iTunes para transferir as músicas do pc para o iPod. A primeira tarefa eu fiz, mas a segunda não acertei. Até que tive a idéia de buscar esse Know-how no orkut e encontrei lá: "É só arrastar as músicas da lista do iTunes para o iPod que está embaixo de iTunes Store e pronto". Fiz isso e deu certo!
Fiz o teste com 20 músicas e a primeira que botei para tocar no iPod foi essa aí, Don't bring me down de Sia Furler. Ouvi essa música num filme francês chamado 36, com Gerard Denãoseioqueládieu. Bom filme, de ação, corrupção na polícia francesa (lá também tem isso!) e no final tocou essa música.
Não vou falar nada sobre Sia porque não sei nada sobre ela, mas parece que é australiana. Cheguei a baixar o cd dela que tem essa música, mas ainda não ouvi.
Gosto muito dessa música, é uma das que me acompanham na volta para casa depois do reggae (que significa balada, night na gíria daqui).
Agora deixa eu porque não sei o que aconteceu, mas duas músicas importantíssimas (My wild love do The Doors e Tinindo Trincando de Novos Baianos) não apareceram na lista do iTunes e isso está erradíssimo, porque meu iPod não pode ficar sem elas, caso contrário não posso dizer que ele é meu!
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Acabou
domingo, 24 de agosto de 2008
Olimpíada 4: Pratas, Ouro e o motivo de eu ter uma criança
Dalai Lama
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Olimpíada 3: Gênios para todos os gostos
A missão de Phelps parecia ser impossível para um atleta normal. Mas o assassino das piscinas ou o super-peixe americano ou o fenômeno transformou o impossível em realidade e de uma forma até fácil, com apenas dois sustos para valorizar mais a conquista. Phelps ainda fez cara de bravo quando conquistou o ouro numa prova, mas não conseguiu bater o recorde. Quase todas as conquistas do ouro foram coroadas com a quebra do recorde mundial.
O gênio Phelps foi focado para a missão. Não pensou e não fez nada que não fosse a preparação para as provas durante a sua estadia em Pequim. Ele só fazia comer, dormir e nadar. Com a conquista dos 8 ouros Phelps quebrou o recorde de Mark Spitz. Esse recorde não vai cair tão cedo. Vai durar muitos anos. E o melhor disso tudo é que eu vi o assassino das piscinas atingir essa marca. A história foi feita diante dos meus olhos, mas claro que através da 9mm.
Enquanto que Phelps não quis saber de brincadeira para bater o recorde, o outro gênio, mas das pistas de atletismo, Usaín Bolt brinca de ganhar as provas. O jamaicano abre uma enorme vantagem sobre os seus rivais e um pouco depois da metade do percurso, começa a diminuir a velocidade, como a distância que ele abriu é segura, os adversários não conseguem ultrapassá-lo. Na final dos 100m rasos, Bolt começou a sua comemoração antes mesmo de cruzar a linha de chegada. O tempo que ele fez? 9s69. O que impressiona é que este é o recorde mundial e Bolt demonstra claramente que se corresse com a seriedade de Phelps essa marca poderia baixar mais ainda.
Consegui assistir a final do salto com vara. Junto com as provas de natação, estava na minha grade de programação e eu queria assistir de qualquer jeito. A final era a decisão das medalhas de prata e bronze. Claro, o ouro já era da bela russa Yelena Isinbayeva. Quis assistir a final para ver a bela russa em ação atrás de um novo recorde.
Durante a decisão da prata e do bronze, Isinbayeva só deu dois saltos para garantir o ouro. No resto do tempo, ela só fez dormir e se concentrar e não viu a briga de foice e martelo das outras atletas. A medalha de prata ficou com uma americana que saltou 4,80m e o bronze ficou com duas russas que saltaram 4,75m.
Na final do salto com vara que Isinbayeva bateu o recorde mundial, Fabiana Meurer terminou na 10ª colocação por um erro vergonhoso da organização da competição. Perderam uma vara da brasileira, justamente a que ela iria usar para disputar a prata. Pode ser que ela nem conquistasse nenhuma medalha, já que as marcas das ganhadoras da prata e bronze, ela atingiu poucas vezes. Mas devido ao sumiço da vara, ela não pôde nem tentar.
Mas quem é Michael Phelps? De onde ele veio? Um nadador da atualidade tentou definí-lo e Mark Spitz também.
Simon Burnett, nadador inglês sobre Michael Phelps
sábado, 16 de agosto de 2008
Olimpíada 2: As caras do Brasil
A educação no Brasil é deficiente, aliás é uma piada, sejamos claros e honestos. Os pais que tem dinheiro para pagar a educação de seus filhos que o faça. É um investimento importante e que dará retorno. É importante também pagar um curso de inglês, espanhol e matricular numa escolinha de esporte (futebol, natação, basquete, vôlei...). Um país não se desenvolve sem pessoas de bom nível educacional, sem formação acadêmica, pós-graduações, mestrado, doutorado. Se você tem dinheiro para matricular seu filho em tudo isso, faça, pois o seu país não fará isso por ele. No futuro você verá o resultado do seu investimento, através do brilho do seu filho na carreira que ele escolheu.
Foi exatamente isso que Cesinha fez com o seu filho Cesão. Ele investiu no filho e ontem (estou no Brasil!!) recebeu os dividendos maiores do que qualquer ação da Petrobrás ou da Vale do Rio Doce. Cesinha viu o seu filho se tornar o nadador mais rápido do mundo. Como não existe incentivo do governo brasileiro, do COB e da Confederação Brasileira de Natação e os patrocinadores só aparecem depois dos resultados, Cesinha vestiu a camisa de paitrocinador e bancou o filho nos EUA. Lá Cesão pôde desenvolver seu potencial, lapidar o seu talento e depois ir para Pequim para ser o nadador mais rápido da Olimpíada.
Ao contrário da família Cielo, a família do judoca Eduardo Santos não teve e não tem recursos financeiros para bancar o filho. O atleta bancado pelo país, não conseguiu fazer milagres e voltou de Pequim sem nenhuma medalha. Enquanto que Cielo Filho estudou nos melhores colégios particulares do Brasil, Eduardo foi matriculado numa escola pública. Com boa formação, Cielo brilhou em Pequim e voltará com duas medalhas na mala. Já Eduardo voltará apenas com o surrado quimono na mala.
As olimpíadas são o retrato dos países e os dois Brasis mostraram a sua cara. O Brasil carente, que é o mais populoso, foi para Pequim e voltou sem nada. Já o Brasil da classe média, que é a minoria, conseguiu o ouro. Na educação acontece a mesma coisa. Esse é o Brasil mostrado para o mundo nos rostos sofridos e suados de César Cielo Filho e Eduardo Santos.
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Olimpíada: torcida, revanche e angu
domingo, 10 de agosto de 2008
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quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Bom programa na tv
Não me interesso por uma boa parte das modalidades olímpicas. Por exemplo, não gosto dos torneios de tiro, prefiro muito mais ver Arnold Schwarzenegger dando um tiro na cara do T-1000 no Exterminador do Futuro 2 ou Michael, quando ainda não era Don Corleone, botando uma azeitona na testa do mandante do atentado ao pai dele e outra na garganta do comissário de polícia num jantar de negócio no primeiro filme da trilogia do Poderoso Chefão. Também não gosto de maratonas, acho chata, monótona, a única maratona que eu achei divertida foi aquele “cooper” de Forrest Gump pelos EUA só para esticar um pouco as pernas.
Acabou? Não, mas deixei para o final de propósito. A modalidade olímpica que eu seria capaz de acordar em plena madrugada, em qualquer fase, só para assistir é a natação. Gosto de natação. Pratiquei o esporte na infância e metade da adolescência. Não foi nada sério, apenas por diversão e para fazer um esporte, mas cheguei a disputar um único torneio no clube que eu nadava. Era um torneio interno, eu devia ter meus 13, 14 anos e ganhei uma medalha de prata no estilo livre, mas que todo mundo chamava no clube de crawl (era o único estilo que eu era competitivo, os outros eu sabia apenas nadar, mas sem muita velocidade). O curioso é que a briga, entre eu e um cara que fazia natação no mesmo horário que eu, pela prata foi acirrada, decidida no detalhe, apenas por eu ter batido primeiro na parede (não adianta nadar mais rápido, tem que bater na parede para o cronômetro parar), enquanto isso o vencedor da prova já tinha tirado o óculos, a touca...
*****


Repasso os três para LindaRê do Devaneios da Insanidade 2 e para Cacá do Mais um de jornalismo.
Este quarto prêmio ganhei mês passado (se não estou enganado) de LindaRê do Devaneios da Insanidade 2

E o quinto prêmio ganhei essa semana de Cacá.

terça-feira, 5 de agosto de 2008
Só isso é pouco
domingo, 3 de agosto de 2008
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Raul Seixas, cantor
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Mundo Insano
terça-feira, 29 de julho de 2008
Na idade da pedra
sexta-feira, 25 de julho de 2008
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Quando eu cheguei na faculdade tirando Oasis, Planet Hemp e ORappa, ouvia muita besteira, coisas de modinha. E no final do 1º ano de faculdade fui apresentado a Dave Matthews Band por meu primo (que não tem nada a ver com a faculdade). A primeira impressão que tive é que se tratava de uma música de velho (primo já tinha bem mais de 30 anos), cheia de saxofone, violino. Mas fui ouvindo e quando escutei essa música #41 pirei. E fiquei mais louco ainda quando ouvi essa versão aí e automaticamente pensei: "Porra, música de velho também é boa!". Aí pronto, modestia a parte, acho que meu gosto começou a ficar refinado, boa parte, graças a essa banda aí.
Rapidamente coloquei a Dave Matthews Band entre as minhas bandas preferidas, junto com as outras três citadas no parágrafo anterior. Até hoje a formação da banda ainda é a mesma, é Dave Matthews no vocal e violão, Stefan Lessard no baixo, Carter Beauford na (enorme)bateria, Boyd Tinsley no violino e Leroi Moore no sax e flauta.
Para mim a melhor parte dessa música é quando começa o solo de flauta-violino-sax, é nessa hora que começo a viagem e a aterrissagem é feita de maneira tranquila e calma com o violao do Dave. Essa é uma das músicas que quando termina eu fico me perguntando: "Que porra é essa?!? Como é que um cara conseguiu fazer uma música dessa?!?". Agora, meninas, cuidado! Esse Dave Matthews é perigoso, ele pega todo mundo. Curtam a música, viajem e até a próxima!
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Do vinho pra água
terça-feira, 15 de julho de 2008
A vida não imita a arte em todos os lugares
quinta-feira, 10 de julho de 2008
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Hoje eu pretendia botar uma música de Dave Matthews Band, que é uma das minhas bandas preferidas. Porém li num site, mais especificamente no Terra, que hoje é comemorado o dia dos Beatles. Hoje é oficialmente o 1º dia dos Beatles.
Na cidade natal dos caras, Liverpool, terá várias apresentações de bandas covers, além de ocorrer uma parada temática que percorrerá algumas ruas da cidade que entraram na história dos Beatles. Para participar, as pessoas devem ir de perucas imitando o corte de cabelo dos quatro rapazes de Liverpool.
Quem me ensinou a gostar dos The Beatles foi Noel Gallagher. O Oasis já colocou I am the walrus num dos cds e, vira e mexe, Noel toca algumas músicas dos Beatles em suas apresentações solo. Tanto Noel quanto Liam são fãs de carteirinha de John Lennon. Os caras até cortam o cabelo igual ao do líder dos Beatles, e Liam canta igual a Lennon, a altura do microfone um pouco abaixa da dele e com o corpo curvado. E Noel assume nos quatro cantos do mundo que Lennon tem bastante influência nas suas músicas.
Como dificilmente alguém não conhecerá os Beatles, escolhi a música sem levar em cosideração o critério "se vocês vão gostar", a fim de incentivá-los um pouco a procurar mais músicas da banda apresentada. Mas como todos devem conhecer o quarteto de Liverpool, quem já ouviu e gostou gosta e quem já ouviu e não gostou não gosta. E para os que nunca ouviram, mas conhecem os caras, aí está uma oportunidade para procurar as músicas mais conhecidas como Help, All you need is love, Yellow Submarine entre outras conhecidas. No entanto, gosto mais daqueles que não recebem tanto a luz dos holofotes, por isso escolhi esta aí, Don't let me down. Feliz dia dos Beatles para todos!
terça-feira, 8 de julho de 2008
Falta a contrapartida
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Os outros não são os culpados
quarta-feira, 2 de julho de 2008
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Aí está uma das bandas que eu mais gosto e essa música faz parte do segundo álbum deles, (What's The Story) Morning Glory?, que foi o que me apresentou ao Oasis. Gosto muito dessa música, ela foi a primeira música deles que eu gostei e depois dela passei a acompanhar a banda, comprar o cd...
É do Oasis também o único cara que eu reconheço que sou fã. Sim, Noel Gallagher, líder, guitarrista e compositor de 90% das músicas da banda, é o meu ídolo. Para quem não conhece, ele é o cara que começa o clipe tocando violão, sozinho, sentado numa cadeira. Aliás, foi no clipe ao vivo dessa música que começei a admirar Noel, ele entrava no palco sozinho, sentava num baquinho e começava a tocar só voz e violão. Do alto dos meus 13 anos de idade, achava aquilo o máximo.
Bom, essa é a segunda música da seção. Semana que vem tem mais. Vou mostrar para vocês um pouco do que eu ouço e quando eu não for fã da música que aparecer por aqui avisarei. Wonderwall é uma das músicas mais conhecida do Oasis, inclusive ela já entrou na lista das músicas que mais influenciaram. E uma curiosidade, quando Noel escreveu essa música, dizem que na verdade ele pensou em Wonderfull, só que ele sofre de dislexia (é assim que escreve?) e quando se deu conta, estava cantando Wonderwall. É o que dizem, histórias que o povo conta...
domingo, 29 de junho de 2008
Nasce um mito
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Eu voltei, eu voltei!!
quinta-feira, 12 de junho de 2008
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Como o Sport virou ontem para cima do Corinthians e ficou com o título da Copa do Brasil, hoje terei que estrear uma nova seção ou uma nova faixa ou... o que quer que seja.
Pelo menos uma vez por semana vou postar uma música do Youtube, ela poderá ser clipe ou em show ao vivo. Uma chance para vocês conhecerem o som que eu gosto (como se eu fosse alguma celebridade que inspira muita gente).
Para estrear, uma música que tenho ouvido bastante nas últimas semanas (no mínimo uma vez por dia). Essa música chama-se Aqueous Transmission é do Incubus. Uma música única da carreira deles, não há nenhuma outra no mínimo parecida que eles tenham feito até hoje.
É uma música puramente da paz, traz tranquilidade e linda. Uma música para você ouvir depois de um dia cheio no trabalho, naqueles dias que você teve que descascar vários abacaxis, ouviu bronca do chefe ou quando algum sacana fez alguma merda na, digamos assim, linha de produção e você recebeu a batata assada e já quase queimada para consertar. Pode ser também depois de um engarrafamento quilométrico, com gente buzinando inúmeras vezes.
Mas como hoje é dia dos namorados, você pode ouví-la sentado num sofá em frente ao som, agarradinho com sua namorada(o), tomando um vinho.
Bom, é isso. Viajem no som e depois comentem a onda que sentiram ou digam o que acham da nova session. Até a próxima!
terça-feira, 10 de junho de 2008
Dois comedores de água e um bolso
Meu carro é carca bem o dente, porém ele perde pra mim, principalmente em festas e shows. Aliás, no último que eu fui, Asa 20 anos, a cerveja custava 4 reais. Depois de uma dessa, nem me atrevi a saber o preço da vodka, que deveria está em torno de 7 a 9 reais. As bebidas estão muito caras. E para piorar, não consigo ficar de mão fazia em shows.
O álcool que carro bebe custa 1,70 o litro, enquanto que apenas 1 litro de Smirnoff custa 14 reais. Você não bebe 1 litro de vodka crua (aliás, até se bebe...). Geralmente as pessoas (meu caso) misturam com energético e gelo. A latinha de energético custa algo entre 4 a 6 reais. Uma latinha de energético não é suficiente para 1 litro de vodka, então você deve comprar 2 latas. Pois é. Nessa brincadeira, você gasta algo em torno de 20 reais, fora o gelo (que não lembro o preço).
Os carros adoram álcool. Quando tem, eles bebem muito mais do que gasolina. É um pouco ilusório ver o ponteiro que marca o nível de combustível lá em cima com 16 litros de álcool. O carro vai entornar tudo isso em menos de uma semana. E é muito desanimador gastar 20 reais para botar apenas 7 litros de gasolina. Mesmo que o carro beba um pouco menos, você só vai conseguir rodar alguns dias a mais do que com álcool. Ao invés de gastar esses 20 reais em gasolina, você pode comprar o combustível para a concentração de um show grande, mas também antes de entrar você já vai ter secado a garrafa de vodka, amassado as latinhas de energético e jogado o saco de água, que antes era de gelo.
O governo negocia o aumento da gasolina. Mais um aumento! Isso é devido ao preço do barril de petróleo que não pára de subir. E como o mundo é movido a petróleo, os preços das outras coisas deverão subir também. Um dia desses o preço da vodka vai subir, levando consigo o energético. Eu deveria ser movido a petróleo também, aí a minha mão-de-obra também acompanharia essa subida o barril. O problema é que em alguns momentos sou movido a vodka, a cerveja e dizer isso é feio. Por isso, ninguém vai aumentar o meu salário.Um dia terei que negociar com o meu carro ou negociá-lo. Ou ele bebe menos ou terei que interna-lo numa clínica de reabilitação. O problema é que lá existem as más influências como Amy Whinehouse, Britney Spears... Talvez um dia eu tenha que escolher entre quem vai beber, eu ou o carro. Se esse dia chegar, bato na porta de Durval Lellys e falo com ele pra mandar uma van me buscar em casa, porque ir andando pro show dele não dá e também não dá para ficar de bico seco lá.
domingo, 8 de junho de 2008
A guerra está dentro da civilização
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Nesse rojão vai pegar a BR logo, logo
http://www.youtube.com/watch?v=5tDFyFyX3Qg&feature=related
É o que eu tenho mais ouvido nas últimas duas semanas. Já tinha ouvido falar e lido muita coisa boa e ruim sobre Amy Winehouse. A boa, a ótima é sobre a música que ela fazia. Parei para escutar um dia essa música, gostei tanto que logo em seguida procurei o cd para baixar. Encontrei justamente o que eu queria O cd é um ao vivo que tem uma versão da mesma qualidade que essa aí. O cd é fantástico e o som que ela faz é muito bom.
Amy tem um vozeirão parecendo aquelas cantoras de soul de uns anos atrás. A banda dela também faz um som que lembra um pouco jazz naqueles bares de jazz (!) nos Estados Unidos, aqueles que os músicos tocam demais, conhecidos apenas para o pessoal que frequenta, mas que quando estouram, é estouram muito e fazem sucesso. É isso!! Amy Winehouse é uma cantora a moda antiga, uma cantora retrô e por isso o som dela é apenas definido como pop, mas não é visto como pop, você esquece de perceber que ela é pop.
Extremamente talentosa, Amy parece que faz música como quem sua, isto é, a música sai de Amy como se fosse suor. Enquanto que você sua líquido, Amy sua música. Digo isso por causa desse vídeo (idem ao aviso do primeiro parágrafo):
http://www.youtube.com/watch?v=eHgcMvhAl5c
Amy tem um incrível talento de simplesmente fazer música. Ela simplesmente faz a música e não se importa nem um pouco com as consequências. Não está nem aí para o dinheiro que música dá, nem a fama e talvez nem para os fãs. Ela só pensa em se encher de droga, bebida e no namorado, também doido de pedra que nem ela, que está preso, por causa de incidentes por causa das loucuras das drogas.
Se você tem a oportunidade de ir para um show de Amy Winehouse, vá! Aproveite. Ela é fora de série, talentosa e entrará para a história da música rapidamente. Não perca a oportunidade de vê-la num show ao vivo, pois com essa vida que ela leva, dificilmente dará boas-vindas para 2010, a menos que ela caia na real de que precisa mudar. Antes de pegar a "Br", Tim Maia fazia a mesma coisa em vários shows. Aí depois para vê-la, só assistindo os vídeos do Youtube.






