terça-feira, 2 de setembro de 2008

Ouvindo 1 som

Aí está mais uma integrante da minha seleta lista das bandas/cantores(as) que eu gosto (Oasis, Dave Matthews Band, ORappa, Planet Hemp e ela). Claro que não escuto apenas essas, mas o resto eu sempre digo que ouço algumas músicas, mas não é nada mais do que isso. Por exemplo, seria capaz de viajar para assistir o show de alguma delas em qualquer lugar do Brasil.
Essa aí foi a primeira música de Björk que ouvi, Unison. E pirei. A música é linda demais (mas nesse show ela está parecendo foto de orkut... ela não é lá muito bonita).
Björk é meio doente por música. Ela inventa muito, por exmeplo tem em Aurora o percussionista passa a música inteira arrastando o pé numa caixa de pedras, em Hidden Place o cara embaralha cartas. Ela mistura os sons. A maluquice dela permite fazer o que der na telha, sem se importar com que ela baterá de frente. A música dela varia muito de cd para cd, inclusive ela lançou um álbum só de vozes, sem ter nenhum instrumento na música, é ela cantando e o coral atrás.
Gosto de Björk, já baixei vários cds dela e nunca canso de ouvir. E uma das coisas que tentarei, ao máximo, fazer antes de morrer é ir para um show dela. Não importa onde, mas eu dia eu irei. Curtam aí, mais uma música tranquila para vocês relaxarem.

domingo, 31 de agosto de 2008

Saudade da Fonte

Na noite da última terça, eu voltava da faculdade. Lembrei que o Bahia estava jogando contra o América-RN e liguei o rádio do carro. Alguns segundos depois, Rogério Rios fez um golaço driblando o goleiro. Comemorei, era o segundo gol do Bahia, aos 27 do segundo tempo, o que praticamente selava a vitória. Mas após o momento de alegria, veio a saudade.
Aquele era o jogo que eu certamente estaria na Fonte Nova assistindo (sou são-paulino de coração, mas aqui eu gosto do Bahia). O roteiro já tinha virado costume. Encontrava com meus amigos (o motorista da vez pegaria todos em suas casas) e rumávamos para a Ladeira do Pepino. Lá tem um barzinho chamado Reduto Tricolor, e a Bohemia custa R$ 1,99 (a mais barata da cidade). O carro fica lá e, depois de 3 ou 4 cervejas, descemos a ladeira, praticamente em pé, atravessamos a rua e entramos na Fonte Nova. Depois dos 90 minutos e algumas latinhas antes e durante o jogo, subimos a ladeira e chegamos no topo já de cara. Mais umas 3 ou 4 Bohemias e depois casa.
Isso acontecia com frequência até o dia 25 de novembro de 2007, quando uma parte da arquibancada superior cedeu fazendo 7 vítimas fatais. A Fonte foi interditada e tudo indica que será implodida, o Bahia está mandando seus jogos em Feira de Santana e nós ficamos sem um dos melhores programas.
A Fonte não volta mais. Deixou a vida e entrou para a história, mas não por opção dela como fez Getúlio Vargas e sim por incompetência, negligência da administração do estádio. Traição maior? Só se for do cara que fez história na Fonte Nova em 1988, atendendo pela alcunha de Bobô que, como diretor da Sudesb (órgão do Estado responsável pela administração do estádio), deixou o maior palco do futebol baiano ficar em ruínas como o coliseu de Roma. Mas ao contrário de Roma, as ruínas são de tristeza, vergonha e saudade. Dá pena ver a Fonte silenciosa, abandonada e o buraco destapado.
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"Não sei se estou no caminho certo, só sei que estou no meu caminho!"
Raul Seixas, cantor

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Ouvindo 1 som

O Google é canal de busca formal. Tudo que você procurar vai estar lá e muitas em linguagem científica, formal. Mas há a outra alternativa de busca, o informal, o mercado negro que é o Orkut. Neste último você encontrar a informação na linguagem mais didática.
Encomendei um iPod e ele chegou nesse fim de semana e fiz tudo o que me mandaram fazer. Baixar o iTunes para transferir as músicas do pc para o iPod. A primeira tarefa eu fiz, mas a segunda não acertei. Até que tive a idéia de buscar esse Know-how no orkut e encontrei lá: "É só arrastar as músicas da lista do iTunes para o iPod que está embaixo de iTunes Store e pronto". Fiz isso e deu certo!
Fiz o teste com 20 músicas e a primeira que botei para tocar no iPod foi essa aí, Don't bring me down de Sia Furler. Ouvi essa música num filme francês chamado 36, com Gerard Denãoseioqueládieu. Bom filme, de ação, corrupção na polícia francesa (lá também tem isso!) e no final tocou essa música.
Não vou falar nada sobre Sia porque não sei nada sobre ela, mas parece que é australiana. Cheguei a baixar o cd dela que tem essa música, mas ainda não ouvi.
Gosto muito dessa música, é uma das que me acompanham na volta para casa depois do reggae (que significa balada, night na gíria daqui).
Agora deixa eu porque não sei o que aconteceu, mas duas músicas importantíssimas (My wild love do The Doors e Tinindo Trincando de Novos Baianos) não apareceram na lista do iTunes e isso está erradíssimo, porque meu iPod não pode ficar sem elas, caso contrário não posso dizer que ele é meu!

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Acabou

Calma, não o blog e sim as Olimpíadas de Pequim que se encerraram no último domingo. Gostei dessas olimpíadas, talvez tenha sido a melhor dos últimos anos. Muitos recordes foram quebrados, inclusive o principal, o de maior número de medalhas conquistadas por um atleta numa mesma edição de olimpíada.
A meu ver, o que contribuiu muito para o sucesso dela foi eu não ter depositado nenhuma expectativa. Não esperei muita coisa. Incialmente meu objetivo era acompanhar as provas de natação e depois o que viesse era lucro. E foi exatamente isso que aconteceu. O lucro veio no atletismo, um pouco no vôlei, maratona aquática, consegui me divertir. Não foi nada fantástico como uma obra da sétima arte dirigida por Tarantino, Kubrick, mas deu pra divertir, passar o tempo como um filme de ação, aventura ou de comédia.
Os momentos de pico foram mesmo com Michael Phelps, Usaín Bolt, Yelena Linda Isinbayeva que deram um show nos seus esportes, além dos rostos bonitos que apareceram como as nadadoras Natalie Coughlin, Stefanie Rice, a jogadora de vôlei Francesca Piccinini, entre outras que vi, mas não sei os nomes. O porém dessas olimpíadas ficam por conta da marcha atlética, que entra olimpíada e saí olimpíada, até hoje não consegui descobrir a utilidade, o motivo da criação dessa modalidade. Pra quê serve? Por quê alguém inventou um jeito rebolativo de andar rápido? E quem foi o maluco que determinou que o percursso dessa prova deveria ter 50 km?
O que eu gosto da olimpíadas é que sempre assisto despreocupado, sem grandes emoções (digo grandes emoções é não ficar na frente da tv torcendo com o coração na mão). Essa é a parte boa de boa de nascer em país fraco em esportes. Não se pode cobrar o ouro ou uma performance impecável de um atleta brasileiro se o país investe pouco no esporte. É até injusto fazer isso e por isso não assisto exigindo ou esperando nenhum milagre de nenhum atleta. Mas claro que vibrei com o ouro de César Cielo (inclusive só saí pra balada no dia após a prova dele), fiquei muito feliz com a conquista das meninas do vôlei e comemorei a vitória de Maurren Maggi. A realidade do esporte brasileiro não permite que o povo faça grandes exigências com relação ao desempenho dos atletas. Ao contrário dos americanos que devem estar se sentindo humilhados com a derrota para a China no quadro de medalhas e vestidos de preto em sinal de luto para o atletismo que foi posto no bolso pelos jamaicanos comandados por Usaín Bolt.
Já estou conseguindo sentir as consequências do fim dessas olimpíadas. Ontem passei uns 15 minutos zapeando a tv depois que CQC terminou. Não achei nada de bom e fui dormir. Reparei também que caí para quinto na tabela do bolão do blog Marcação Cerrada. Antes das olimpíadas eu ficava monitorando as parciais da minha pontuação e dos concorrentes mais próximos. Durante as olimpíadas, só fazia deixar meus palpites e só olhava a tabela por causa dos e-mails que o Vinícius, o dono do Marcação, falando das atualizações. E o pior de tudo, é que agora volto a me preocupar com o São Paulo, que antes de Pequim estava no G4, agora caiu para quinto, já estamos na 22ª rodada, o time está a 8 pontos do líder e ainda não embalou no campeonato.
Meu Deus, preferia minhas preocupações das Olimpíadas que eram se o Phelps conquistaria as oito de ouro, se a Isinbayeva saltaria 5,05m para quebrar o recorde mundial ou que horas seria a prova de Bolt ou a hora que Natalie Coughlin iria para a piscina ou se Stefanie Rice entraria em ação... É, agora só em 2012 em Londres.

domingo, 24 de agosto de 2008

Olimpíada 4: Pratas, Ouro e o motivo de eu ter uma criança

Em Pequim, as frases mudam (deve ser por causa do fuso horário)...
..."Futebol é um jogo de 11 contra 11 e no final ganham os Estados Unidos."
E a outra:
"Homens vencem jogos. MENINAS ganham campeonatos."
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Depois da brasileira Maurren Maggi, saltar, 7,04m ficando com o ouro, contra 7,03m da russa, acontece o seguinte diálogo na tv, ao vivo:
-Parabéns filha!!
-Eu quelia a de Pata.
Veja clicando aqui
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"Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e, principalmente, viver."

Dalai Lama

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Olimpíada 3: Gênios para todos os gostos

Michael Phelps chegou em Pequim com uma missão: ganhar 8 medalhas de ouro. Parecia ser impossível e muito arriscada, pois se não conseguisse chegar aos exatos 8 ouros, a olimpíada seria um fracasso, mesmo que batesse todos os recordes nas provas que ganhasse o ouro.


A missão de Phelps parecia ser impossível para um atleta normal. Mas o assassino das piscinas ou o super-peixe americano ou o fenômeno transformou o impossível em realidade e de uma forma até fácil, com apenas dois sustos para valorizar mais a conquista. Phelps ainda fez cara de bravo quando conquistou o ouro numa prova, mas não conseguiu bater o recorde. Quase todas as conquistas do ouro foram coroadas com a quebra do recorde mundial.


O gênio Phelps foi focado para a missão. Não pensou e não fez nada que não fosse a preparação para as provas durante a sua estadia em Pequim. Ele só fazia comer, dormir e nadar. Com a conquista dos 8 ouros Phelps quebrou o recorde de Mark Spitz. Esse recorde não vai cair tão cedo. Vai durar muitos anos. E o melhor disso tudo é que eu vi o assassino das piscinas atingir essa marca. A história foi feita diante dos meus olhos, mas claro que através da 9mm.


Enquanto que Phelps não quis saber de brincadeira para bater o recorde, o outro gênio, mas das pistas de atletismo, Usaín Bolt brinca de ganhar as provas. O jamaicano abre uma enorme vantagem sobre os seus rivais e um pouco depois da metade do percurso, começa a diminuir a velocidade, como a distância que ele abriu é segura, os adversários não conseguem ultrapassá-lo. Na final dos 100m rasos, Bolt começou a sua comemoração antes mesmo de cruzar a linha de chegada. O tempo que ele fez? 9s69. O que impressiona é que este é o recorde mundial e Bolt demonstra claramente que se corresse com a seriedade de Phelps essa marca poderia baixar mais ainda.

Consegui assistir a final do salto com vara. Junto com as provas de natação, estava na minha grade de programação e eu queria assistir de qualquer jeito. A final era a decisão das medalhas de prata e bronze. Claro, o ouro já era da bela russa Yelena Isinbayeva. Quis assistir a final para ver a bela russa em ação atrás de um novo recorde.


Durante a decisão da prata e do bronze, Isinbayeva só deu dois saltos para garantir o ouro. No resto do tempo, ela só fez dormir e se concentrar e não viu a briga de foice e martelo das outras atletas. A medalha de prata ficou com uma americana que saltou 4,80m e o bronze ficou com duas russas que saltaram 4,75m.

Depois que o pódio estava decidido, Isinbayeva acordou para saltar e disputar contra ela mesma. A primeira vítima foi a Yelena de 22 anos, que conquistou o ouro em Atenas 2004, que teve o recorde olímpico quebrado, a nova marca passou de 4,91m para 4,95. Depois foi a vez de quebrar o recorde mundial de 5,04m, que ela própria havia estabelecido em julho desse ano em Monte Carlo. Isinbayeva saltou 5,05m.

Ela me lembrou Ayrton Senna em 90-91 que ia para as pistas na metade do treino, fazia a melhor volta e retornava para os boxes, saindo de lá só no final do treino para quebrar a própria marca dele, isto é, Senna voltava para a pista para tomar a pole dele mesmo.

Yelena Isinbayeva ainda tem potencial para saltar mais alto. Infelizmente, um dia ela atingirá uma marca que não poderá mais ser quebrada por seres humanos anormais, pelo menos na geração dela. Quando esse dia chegar, é provável que a russa perca a motivação, pegue seus milhões de patrocinadores e publicidade e se aposente para gastá-los e curtir a vida. Adversários ela não tem, apenas a Isinbayeva da competição anterior. Aos 26 anos, ela entra nas competições apenas para quebrar os recordes dela. Enquanto que as adversárias se matam pela prata, ela gasta o mínimo de energia possível para garantir o ouro e depois a competição realmente começa para ela.

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Na final do salto com vara que Isinbayeva bateu o recorde mundial, Fabiana Meurer terminou na 10ª colocação por um erro vergonhoso da organização da competição. Perderam uma vara da brasileira, justamente a que ela iria usar para disputar a prata. Pode ser que ela nem conquistasse nenhuma medalha, já que as marcas das ganhadoras da prata e bronze, ela atingiu poucas vezes. Mas devido ao sumiço da vara, ela não pôde nem tentar.

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Mas quem é Michael Phelps? De onde ele veio? Um nadador da atualidade tentou definí-lo e Mark Spitz também.

"Ele não é de outro planeta. Ele é do futuro, e o pai dele o mandou numa máquina do tempo. Daqui a sessenta anos, ele é um nadador comum, mas o mandaram de volta só para arrebentar com tudo."
Simon Burnett, nadador inglês sobre Michael Phelps

"Eu fui o primeiro homem na Lua. Michael Phelps é o primeiro homem em Marte".
Mark Spitz, ex-nadador

sábado, 16 de agosto de 2008

Olimpíada 2: As caras do Brasil

César Cielo Filho é o retrato mais fidedigno do Brasil. Cielo se tornou o nadador mais rápido do mundo ao conquistar a medalha de ouro do 50m livre, a prova mais rápida da natação, na qual o atleta tem que prender a respiração por um pouco mais de 21 segundos, porque qualquer levantada de cabeça para puxar o oxigênio é garantia de um 8º lugar.
A educação no Brasil é deficiente, aliás é uma piada, sejamos claros e honestos. Os pais que tem dinheiro para pagar a educação de seus filhos que o faça. É um investimento importante e que dará retorno. É importante também pagar um curso de inglês, espanhol e matricular numa escolinha de esporte (futebol, natação, basquete, vôlei...). Um país não se desenvolve sem pessoas de bom nível educacional, sem formação acadêmica, pós-graduações, mestrado, doutorado. Se você tem dinheiro para matricular seu filho em tudo isso, faça, pois o seu país não fará isso por ele. No futuro você verá o resultado do seu investimento, através do brilho do seu filho na carreira que ele escolheu.
Foi exatamente isso que Cesinha fez com o seu filho Cesão. Ele investiu no filho e ontem (estou no Brasil!!) recebeu os dividendos maiores do que qualquer ação da Petrobrás ou da Vale do Rio Doce. Cesinha viu o seu filho se tornar o nadador mais rápido do mundo. Como não existe incentivo do governo brasileiro, do COB e da Confederação Brasileira de Natação e os patrocinadores só aparecem depois dos resultados, Cesinha vestiu a camisa de paitrocinador e bancou o filho nos EUA. Lá Cesão pôde desenvolver seu potencial, lapidar o seu talento e depois ir para Pequim para ser o nadador mais rápido da Olimpíada.
Ao contrário da família Cielo, a família do judoca Eduardo Santos não teve e não tem recursos financeiros para bancar o filho. O atleta bancado pelo país, não conseguiu fazer milagres e voltou de Pequim sem nenhuma medalha. Enquanto que Cielo Filho estudou nos melhores colégios particulares do Brasil, Eduardo foi matriculado numa escola pública. Com boa formação, Cielo brilhou em Pequim e voltará com duas medalhas na mala. Já Eduardo voltará apenas com o surrado quimono na mala.
As olimpíadas são o retrato dos países e os dois Brasis mostraram a sua cara. O Brasil carente, que é o mais populoso, foi para Pequim e voltou sem nada. Já o Brasil da classe média, que é a minoria, conseguiu o ouro. Na educação acontece a mesma coisa. Esse é o Brasil mostrado para o mundo nos rostos sofridos e suados de César Cielo Filho e Eduardo Santos.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Olimpíada: torcida, revanche e angu

Foi simplesmente incrível a final do revezamento 4x4 100m livre masculino de natação. A disputa pelo ouro foi acirrada no final entre a equipe dos EUA com Jason Lezak e a França com Alain Bernard. A França liderava a prova com quase um corpo na frente dos americanos e até aí o sonho das 8 medalhas de ouro de Michael Phelps ia por água abaixo. Numa virada histórica, Lezak ultrapassou Bernard no final da prova, conquistando o ouro para os EUA.
Tão espetacular quanto o duelo entre Lezak e Bernard foi a vibração de Michael Phelps. Confesso que fiquei arrepiado com a cena. Ele parecia estar em transe.

Tratava a missão de Phelps com indiferença. Logicamente sempre respeitei a tentativa do americano devido ao tamanho gigantesco do feito. Mark Spitz detém o recorde histórico de 7 medalhas de ouro numa mesma olimpíada, conquistado em Munique 72 e até hoje ninguém conseguiu quebrar essa marca. Porém, após essa cena, passei a torcer para Phelps. Já assistia a natação por vontade, agora assisto como um torcedor.

Após a final do revezamento, Galvão Bueno convidou o telespectador para aguentar mais um pouco acordado e assistir a Brasil x Rússia pelo torneio olímpico de vôlei feminino, que seria logo mais. Galvão chamou o jogo de revanche, já que a Rússia eliminou o Brasil na semifinal na última olimpíada, naquele apagão das brasileiras que tiveram o jogo na mão para fechar, mas permitiram a virada (outra histórica) russa.

A única coisa que existe no sentido de revanche é a "negra". Na minha infância, quando alguém (criança) perdia, tinha direito (se quisesse) a pedir a "negra", jogava-se novamente e era a oportunidade do derrotado conseguir a vitória. Fora isso, para mim não existe nada de revanche.

O Brasil ganhou da Rússia, que aliás foi um atropelou, 3 a 0, parciais de 25/14, 25/14 e 25/16. O jogo da revanche não valia mais nada, a não ser mais uma vitória na fase de classificação, moral alta. Nessa "revanche", as russas não foram eliminadas e seguem na disputa pelo ouro e nem as brasileiras se classificaram para a final. Além disso, não foi uma revanche porque a "negra" só pode ser pedida na hora que perde e não 4 anos depois.



Esta aí em cima é a australiana Lisbeth Trickett. Ela conquistou o ouro nos 100m borboleta na natação feminina nesta olimpíada. Olhando para a australiana, começo a achar uma enorme injustiça a suspensão por 2 anos de Rebeca Gusmão, que foi pega no doping por excesso de testosterona... Como diz Armando Nogueira, tem caroço nesse angu.

domingo, 10 de agosto de 2008

Ouvindo 1 som

Sexta-feira fiquei em casa. Todo mundo ficou na indecisão e terminou que ninguém saiu. Abri a internet, dei uma olhada nas notícias, li alguns blogs, o diário de bordo de Pequim de Flávio Gomes, ninguém interessante no msn e, entediado com a internet, corri para a minha última cartada, a televisão. Nenhum filme interessante até, eis quem surge, Crash - No Limite. Filmaço. Já tinha assistido antes, umas 2 ou 3 vezes e resolvi assistir novamente.

É filme que retrata bem a sociedade americana, ao mesmo tempo que ela é extremamente democrática, ela é racista, preconceituosa e hipócrita. O preconceito vem de todos os lados, dos negros, dos branco, dos hispânicos, mulçumanos e é uns contra os outros. Mas nós respiramos.

Desde a primeira vez que assisti esse filme, fiquei louco com essa música Maybe Tomorrow do Stereophonics, que começa a tocar no final do filme, e fiz o que faço sempre que isso acontece: procuro no Youtube e depois procuro pra baixar. Já ouvi bastante essa música, parei um pouco, mas desde sexta que tenho ouvido ela direto. Não conhecia o Stereophonics antes de Crash e depois vi que, com exceção de Maybe Tomorrow e Mr. Writer, não tava perdendo nada. Baixei mais umas 8 ou 10 músicas deles e não gostei. Pelo visto, essas duas músicas são únicas na carreira deles que não sei quanto tempo tem, mas sei que o vocalista tem nome de mulher (Kelly Jones).

Mas eles já tocaram com Noel Gallagher, num especial em homenagem a John Lennon, uma música que eu gostei muito e inclusive era a música que me trazia para casa quando eu voltava dos reggaes (mais conhecido como balada) dirigindo "meio alto", no tempo que a Lei Seca existia apenas no fantástico mundo do código de trânsito e não na vida real.

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Para os que me perguntaram e para os que ficaram apenas se perguntando, quem é o tal de Washington que me assusta. É o camisa 9 do Fluminense, aquele mesmo que acabou com o São Paulo na Libertadores desse ano, fazendo 2 gols, sendo que o 2º, aos 47 do segundo tempo, foi que matou o meu time, que até então se classificava no quilo certo. O mesmo Washington fez os 3 gols do Fluminense contra o São Paulo no jogo da última quarta. E a partir daí, não posso ouvir a tv dizer que Washington está em campo contra o São Paulo que começo a suar frio.

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“A felicidade não é um estado grandioso e eterno, é a soma de pequenos momentos luminosos que se coleciona ao longo da vida”

Dalai Lama

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Bom programa na tv

Amanhã acontecerá a abertura oficial das Olimpíadas de Pequim. A olimpíada é um evento importante, mas não me atrai tanto quanto a Copa do Mundo. Porém ela tem a importância dela comigo.
Não me interesso por uma boa parte das modalidades olímpicas. Por exemplo, não gosto dos torneios de tiro, prefiro muito mais ver Arnold Schwarzenegger dando um tiro na cara do T-1000 no Exterminador do Futuro 2 ou Michael, quando ainda não era Don Corleone, botando uma azeitona na testa do mandante do atentado ao pai dele e outra na garganta do comissário de polícia num jantar de negócio no primeiro filme da trilogia do Poderoso Chefão. Também não gosto de maratonas, acho chata, monótona, a única maratona que eu achei divertida foi aquele “cooper” de Forrest Gump pelos EUA só para esticar um pouco as pernas.
Porém alguns esportes brilham para mim, me obrigando a fazer um esforço para assisti-los como judô, ginástica artística, saltos ornamentais, vôlei de quadra feminino (durante todo o torneio), vôlei de quadra masculino e de praia tanto o masculino quanto o feminino (apenas as fases decisivas). Já o atletismo, apenas alguns atletas me fazem acompanhar com mais atenção, como é o caso de Jadel Gregório, Maurren Maggi e da bela e fenomenal Yelena Isinbayeva, que a única dúvida é se ela levará o ouro quebrando o próprio recorde de 5,04 metros no salto com vara ou não, porque só uma zebra do tamanho de uma girafa (e não duvido que ela consiga pular) para tirar o ouro dela. Esqueci de mais algum? Acho que sim... O futebol! Sim, vou acompanhar o futebol sempre que possível, mas sem sacrifícios como acordar as da 05 manhã para ver jogo da fase de grupo, mas colocarei o despertador nas fases de mata-mata, tanto para o masculino quanto para o feminino.
Acabou? Não, mas deixei para o final de propósito. A modalidade olímpica que eu seria capaz de acordar em plena madrugada, em qualquer fase, só para assistir é a natação. Gosto de natação. Pratiquei o esporte na infância e metade da adolescência. Não foi nada sério, apenas por diversão e para fazer um esporte, mas cheguei a disputar um único torneio no clube que eu nadava. Era um torneio interno, eu devia ter meus 13, 14 anos e ganhei uma medalha de prata no estilo livre, mas que todo mundo chamava no clube de crawl (era o único estilo que eu era competitivo, os outros eu sabia apenas nadar, mas sem muita velocidade). O curioso é que a briga, entre eu e um cara que fazia natação no mesmo horário que eu, pela prata foi acirrada, decidida no detalhe, apenas por eu ter batido primeiro na parede (não adianta nadar mais rápido, tem que bater na parede para o cronômetro parar), enquanto isso o vencedor da prova já tinha tirado o óculos, a touca...
Olimpíadas é bom também porque sempre aparecem rostinhos e corpos bonitos, como a revelação de 2007, as meninas do softball. Nunca tinha ouvido falar nesse esporte, mas gostei do que vi no Pan do Rio, mas não sei uma única regra do jogo. É um bom programa na televisão quando não se tem nada interessante para assistir. Fora os que eu listei que gosto e que não gosto, pode ser que eu conheça mais algum esporte novo se as praticantes chamarem minha atenção, senão assistirei O Exterminador do Futuro 2 ou um dos Poderoso Chefão ou Forrest Gump.

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Andei ganhando uns prêmios alguns meses atrás e recentemente ganhei mais 1.
Alguns (muitos) meses atrás (mas já em 2008), ganhei esses três de Marina do Teimosa Opinião e de Rafaela do Retratos de Aliquem.






Repasso os três para LindaRê do Devaneios da Insanidade 2 e para Cacá do Mais um de jornalismo.
Este quarto prêmio ganhei mês passado (se não estou enganado) de LindaRê do
Devaneios da Insanidade 2



E repasso para Marina do Temiosa Opinião, Rafaela do Retratos de Aliquem, para Loba e para Do do Ramses sec. XXI
E o quinto prêmio ganhei essa semana de Cacá.

Que repasso para o futuro autor de novelas das 9 da Globo, Nando Damázio do A melhor novela de todos os... (o nome é grande!).
Obrigado pelos prêmios, desculpem o atraso na divulgação deles (tem coisas do mundo blogueiro que ainda estou aprendendo) e só não vou colocá-los aí do lado, porque até hoje não consegui fazer isso, mas suspeito que é por causa da configuração do template que escolhi que é o mais simples e básico de todos e por isso não comporta nada além dos links.
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Quando eu era criança tinha medo de Freddy Krueger, Chuckie o brinquedo assassino e Jason. Mas hoje, do alto dos meus 25 anos, morro de medo, fico branco, apavorado, quando vejo Washington com aquela roupa de listras verde, vermelha e branca. Esse cara me dá muito mais medo hoje do que Freddy, Chuckie e Jason quando eu era criança.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Só isso é pouco

Num dia ensolarado, acompanhando o vai-e-vem das ondas do mar começo a viajar na nossa existência. Qual a nossa missão? Qual o sentido da vida? Fomos criados apenas para nascer, crescer, reproduzir, envelhecer e morrer? Somos feitos apenas para povoar o planeta e deixar descendentes?
Se for apenas isso, acho insignificante. Batalhamos a vida inteira apenas para sobreviver e darmos o melhor mundo que somos capazes de fazer para os nossos filhos (ainda não sou pai, pretendo ser um dia, mas não agora)? Ou será que quando morremos viramos alguma coisa, alguma matéria que alimente alguma outra entidade?
Eu assistia Arquivo X. No seriado, Chris Carter insinuou que o mundo e, consequentemente, todos nós somos controlados por alieníginas, milhares de vezes superiores a nós, que estariam preparando terreno para a vinda deles para cá num futuro (talvez) distante. Os planos dos aliens era colonizar a terra. Ficção ou verdade, será que a nossa alma vira algum tipo de energia ou matéria que alimenta os aliens?
Apesar de todos os avanços tecnológicos, todas as descobertas até então, são coisas microscópicas diante do verdadeiro tamanho das coisas: elas são infinitas, como dizia Jim Morrisson. Até hoje fomos apenas para a Lua e os projetos para enviar o homem à Marte são para daqui a 20 anos. Isso tudo é praticamente nada diante da especulação de que o universo é infinito. O tamanho do universo é especulação com base é milhares de contas matemáticas e previsões que podem ser verdadeiras ou não. Se ele não for infinito, não temos a mínima idéia do que possa existir a partir do ponto que ele termina.
E não precisamos nem viajar pelo espaço, pois não sabemos se o centro da Terra é de fato caldeirão de fogo. Isso é o que os cientistas disseram para a gente, com o aval dos governos. Galileu também havia cantado a pedra de que a Terra era redonda, mas a igreja mandou ele desmentir isso, ameaçando queimá-lo na fogueira. Galileu não pensou duas vezes e voltou atrás. Vivemos na crosta terrestre e nunca conseguimos dar um passeio pelo fundo do mar. O que tem nas profundezas do oceano ninguém sabe, mas no raso sabemos que tem o Titanic.
Descobrimos a roda, a internet, o celular, mas ainda não construímos nenhum motor capaz de nos levar para qualquer lugar no espaço em tempo hábil.
Dizemos que o universo é infinito, mas nem sabemos o que o fundo do oceano esconde, não conhecemos os habitantes de lá. Daqui a pouco os alieníginas de Chris Carter estão escondidos lá com sua nave gigante e o efeito da pressão causada em grandes profundidades nada mais do que a defesa que eles usam para nunca chegarmos lá. Enquanto isso, os terremotos, os tsunamis são obra deles quando precisam de mais energia.
Não sei. Viagens a parte, deve existir algum outro motivo para a gente nascer, crescer, reproduzir, envelhecer e morrer, além de povoar este planeta. A vida é bela, mas se for só isso é pouco demais, não?
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Antes que alguém especule, não perdi o sentido da vida. Quero mais é curtí-la, ganhar dinheiro para financiar minhas baladas, festas, quero sair com meus amigos, pegar mulheres bonitas, assistir futebol, viajar, enfim, viver!! Mas claro que tem momentos em que tenho perguntas de difíceis respostas quem ninguém até agora se mostrou capaz de respondê-las. Morpheus ainda não apareceu na minha frente para me oferecer a pílula vermelha e conhecer toda a verdade. Por enquanto estou curtindo a minha vida dentro dos limites do conhecimento humano ou no mundo ilusório. E prêmios no próximo post!

domingo, 3 de agosto de 2008

Ouvindo 1 som

Vocês me convencem fácil, fácil. Pensei em acabar com a seção porque não estou conseguindo postar os vídeos aqui, mas como falaram para dar um jeito de conseguir, resolvir botar na tora mesmo, sem o vídeo, apenas com o link.
Esta música, Zombie (cliquem aqui para abrir o vídeo) do The Cranberries, é a que eu mais tenho ouvido desde sábado passado. Todos os dias tenho que ouví-la, no mínimo, 3 vezes seguidas para dormir tranquilo. Tudo começou quando ouvi essa música no carro de um amigo meu e assim que cheguei em casa fui procurá-la no Youtube e em seguida procurei para baixar. Já conhecia The Cranberries desde a novela A Viagem, que colocou Linger (bela música na bela voz da bela cantora) na trilha sonora. Outra música bonita deles é Ode my Family. Gostei de Zombie porque é um rock pesado muito bem tocado, o som é limpo, você escuta tudo, inclusive a letra que não é gritada.
O vídeo do Youtube não agrada apenas os meus ouvidos, mas também os meus olhos. Me apaixonei pela cantora, Dolores O'Riordan. Ela é toda linda e a voz dela também. Carinha de marrenta, que nem a filha de Kevin Spacey em Beleza Americana, mas que na verdade não é marrenta. Toda cheia de estilo, elegância até para dar dedo pros outros (prestem atenção no vídeo). De toca vermelha, vestidão preto, piercings na orelha, ela parece aquelas turistas européias (ela é irlandesa!) que vem pra cá pra Salvador e vão correndo pro Pelourinho para ver a bênção do Olodum na terça e se apaixonar por um negão tripé do Pelô. Não tenho três pernas e não sou negão, mas se desse de cara com ela em algum ensaio no verão ou no carnaval no meio do circuito, com certeza gastaria o meu inglês intermediário do ACBEU e tentaria garrá-la de qualquer jeito, mas claro que mantendo o respeito e não como os adolescentes de hoje fazem com as mulheres, à força.
E como vocês podem ver, o problema com o Youtube ainda persiste, mas manterei a seção mesmo assim, gosto dela e vejo que vocês também. Apreciem a música sem moderação.
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"A arte de ser louco é jamais cometer a loucura de ser um sujeito normal"

Raul Seixas, cantor

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Mundo Insano

O jovem traficante Mohammed d’Ali Santos foi preso por matar a inglesa Cara Marie Burke. Os dois eram namorados, mas a inglesinha, que por sinal é muito bonita, ameaçou denunciar o namorado na polícia, se o jovem empreendedor não fechasse a empresa dele. Mohammed não queria ter problemas com a polícia e chegou a espetacular solução de matar a inglesinha. Após transformar a bela garote em presunto, Beira-Mar Júnior resolveu esquartejar o corpo e jogou uma parte dele num córrego, o restante ele guardou numa mala e largou na margem de um rio perto da BR-153. Depois de ser preso Mohammed ainda tentou subornar os policiais oferecendo 70 mil reais. Para quem não queria problemas com a polícia, ele agora vai responder processo pelo assassinato, suborno e tráfico de drogas.
Ontem o time do Vasco entrou em campo sem Morais, Leandro Bonfim e Jean. Morais abandonou a concentração do Vasco porque se sentiu inseguro devido as ameaças da torcida cruz-maltina e por isso não entrou em campo contra o Atlético-MG. Já os outros dois jogadores, segundo Edmundo, não entraram em campo porque não quiseram e alegaram estarem contundidos. Mesmo com toda essa crise entre os jogadores, Edmundo criticando os companheiros e desmentindo a informação oficial do clube, tornando público um assunto interno, o Vasco meteu, inacreditáveis, 6 a 1 no Atlético-MG ontem. Goleada de time que está brigando pelo título, vivendo ótima fase e os jogadores unidos. Mas o Vasco está na 12ª a 2 pontos da zona de rebaixamento e não vive um bom momento. Mas meteu 6 a 1...
Britney Spears não não saiu bêbada de nenhuma boate nas últimas semanas, nem apareceu com cigarro na mão e nunca mais deu "pala" de calcinha. As últimas fotos que os paparazzis tiraram, mostram uma Britney praticamente sem barriga e muito próxima da velha forma que a levou para o estrelato. Mas calma que o mundo não vai acabar, Amy Winehouse foi para o hospital essa semana e dizem que ela passou mal porque um alguém colocou um ecstasy na bebida dela...
O Youtube está me sacaneando. Não quer botar os vídeos dele aqui no meu blog. Sem vídeos, a seção "Ouvindo 1 som" está respirando com ajuda de aparelhos, pois não tem graça escrever o texto e botar um link. O vídeo com a música tem que aparecer aqui para vocês lerem o texto ouvindo o som. Quem souber de alguma pista (ou motivo) do problema que está acontecendo (e pelo que eu vejo a birra é só comigo), por favor deixe um comentário explicando ou com a solução, desde já agradeço, pois não quero acabar com a seção já que me divirto escolhendo os vídeos e escrevendo as histórias que a banda e ou música tem comigo. Inclusive, inventei esse texto hoje para atualizar o blog, porque não consegui postar ontem a música que eu queria.
E o pior de todos, o maior indício de que o mundo está insano, é que amanhã, sábado, terei aula o dia inteiro. Começa 08:40 até 12:00, duas horas para almoço e depois retoma até as 17:30. Logo agora que, ao que tudo indica, o sol está dando as caras "de com força". Semana passada fez um sol forte, coisa que não acontecia desde 1º de Maio, de lá pra cá, era nublado e chovia pelo menos uma vez no dia, se fazia sol era muito fraco.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Na idade da pedra

O Vitória ocupa a quarta posição na série A do Campeonato Brasileiro. Já o Bahia está na décima posição na série B do Campeonato Brasileiro. O Vitória está em boa fase, tem um bom time, mas dificilmente conseguirá a classificação para a Libertadores. O máximo que o Vitória conseguirá, se for muito bem nesse campeonato será uma vaga na Sul-americana, mas o provável mesmo é que o time não seja rebaixado, mas ficará por ali, no meio da tabela. Já a vida do Bahia é mais complicada. O time está a 5 pontos da zona de classificação para a série A e 5 pontos da zona de rebaixamento. O tricolor de aço, não deverá subir esse ano e sim brigar para não cair.
O técnico do Bahia, Arturzinho, já disse em entrevistas que o maior problema do Bahia é que esse ano o time está sem torcida. Desde que a Fonte Nova foi interditada depois da tragédia no final do ano passado, o time tem jogado em Feira de Santana. Feira fica a 1 hora de Salvador, é perto, mas não dá para você se deslocar daqui pra lá, assistir o jogo de noite e voltar para trabalhar cedo no outro dia. A força do Bahia no ano passado para subir para a série B foi a presença da torcida que teve uma ótima média de público, maior até que muitos times da série A. Agora, sem estádio, sem torcida e, principalmente, sem um time competitivo, o Bahia patina na série B.
A primeira opção para resolver o problema de estádio do Bahia foi a reforma do estádio de Pituaçu (que fica aqui mesmo na cidade). O estádio pertence ao estado, então quem está fazendo e pagando a obra é o governo e como toda obra do governo sempre ocorrem atrasos, o orçamento inicial sempre é menor do que o orçamento final. Antes de começar, a reforma foi orçada em 22 milhões de reais e seria entregue agora em julho, mas já foram gastos 30 milhões de reais e o prazo de entrega foi adiado para setembro.
Devido ao atraso da obra, o governo propôs ao Vitória investir 5 milhões de reais no estádio do Barradão, propriedade do Vitória, se alugasse para o Bahia jogar lá. Esse valor seria empregado também na reforma do CT do time rubro-negro. Fora o valor do aluguel do estádio que o Bahia teria que pagar para jogar. Uma ótima proposta, não? Pois é, mas a diretoria rejeitou a proposta do governo e vetou o Bahia. A diretoria do rubro-negro fez uma enquete com os torcedores e quase 90% negou o estádio para o Bahia.
É por atitudes como essa que o futebol baiano ficou 2 anos fora da série A e em 2006 os dois times baianos disputaram juntos a série C. Futebol é paixão para os torcedores, mas uma coisa séria, um negócio para os dirigentes. Para administrar um clube um cartola não tem que fazer isso com o coração e sim com profissionalismo. A proposta de reforma o estádio é boa, já que ele de fato precisa, além do dinheiro do aluguel que ajudaria a manter o Barradão, além de gerar receita para os cofres do time.
Negar uma proposta dessa por pura rivalidade beira o amadorismo. O Palmeiras foi campeão da Libertadores em 99 jogando no Morumbi, estádio de propriedade do São Paulo, Corinthians e Santos já comemoraram títulos brasileiros lá também. Todos eles pagaram o aluguel do Morumbi para o São Paulo. Em Minas, Cruzeiro e Atlético-MG jogam no mesmo Mineirão, estádio do governo. Na Itália, Milan e Inter jogam no mesmo estádio, inclusive cada um botou um nome no estádio de acordo com seus interesses. O nome verdadeiro é Giuseppe Meazza, que foi um grande jogador da Inter, mas muda para San Siro quando o Milan vai jogar lá, pois a torcida do time de Kaká, Pato e Ronaldinho, se recusa a chamar o estádio com o nome de um jogador do time rival. Já o estádio Olímpico de Roma, é divido entre a Lazio e Roma, times locais de lá e de grande rivalidade.
O Vitória deveria esquecer a opinião da torcida e fechar negócio com o governo e com o Bahia, ganharia uma reforma de graça, além de aumentar sua receita. Os times baianos deveriam ser mais profissionais, pensar no futebol como um negócio importante e deixar a rivalidade, a paixão para os torcedores. É por atitudes assim, que um time está na segunda divisão e o outro, por acidente, está entre os 4 primeiros da série A. Já os torcedores do Bahia, dizem que ano que vem terá Vitória x Boca... mas o Boca da Mata, enquanto que os torcedores do Vitória dizem que se o governo quer ajudar o Bahia, que construa um metrô ligando Salvador-Feira. É tudo muito engraçado, mas não há nada sério nisso, aí é que está o problema.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Ouvindo 1 som

Você entra na faculdade ainda guri. Seu pensamento ainda é de colegial. Mas é lá que você começa a enxergar o mundo da maneira que ele é, você aprende a analisá-lo, interpretá-lo, enxegar seus acertos e erros e a esboçar alguma solução para torná-lo melhor.
Quando eu cheguei na faculdade tirando Oasis, Planet Hemp e ORappa, ouvia muita besteira, coisas de modinha. E no final do 1º ano de faculdade fui apresentado a Dave Matthews Band por meu primo (que não tem nada a ver com a faculdade). A primeira impressão que tive é que se tratava de uma música de velho (primo já tinha bem mais de 30 anos), cheia de saxofone, violino. Mas fui ouvindo e quando escutei essa música #41 pirei. E fiquei mais louco ainda quando ouvi essa versão aí e automaticamente pensei: "Porra, música de velho também é boa!". Aí pronto, modestia a parte, acho que meu gosto começou a ficar refinado, boa parte, graças a essa banda aí.
Rapidamente coloquei a Dave Matthews Band entre as minhas bandas preferidas, junto com as outras três citadas no parágrafo anterior. Até hoje a formação da banda ainda é a mesma, é Dave Matthews no vocal e violão, Stefan Lessard no baixo, Carter Beauford na (enorme)bateria, Boyd Tinsley no violino e Leroi Moore no sax e flauta.
Para mim a melhor parte dessa música é quando começa o solo de flauta-violino-sax, é nessa hora que começo a viagem e a aterrissagem é feita de maneira tranquila e calma com o violao do Dave. Essa é uma das músicas que quando termina eu fico me perguntando: "Que porra é essa?!? Como é que um cara conseguiu fazer uma música dessa?!?". Agora, meninas, cuidado! Esse Dave Matthews é perigoso, ele pega todo mundo. Curtam a música, viajem e até a próxima!
PS: Não sei por que, mas o vídeo não quer aparecer aqui de jeito nenhum. Então, como não estou com paciência para escrever outra coisa cliquem aqui para ver o vídeo.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Do vinho pra água

A semana começou muitíssimo bem. No domingo (13), o São Paulo almoçou o Palmeiras e o placar apertado de 2 a 1 para o tricolor não traduziu o que foi o jogo. Hora nenhuma o São Paulo deu pinta de que poderia perder o jogo.
Na quarta-feira eu já estava conformado de assistir Vitória x São Paulo pela televisão quando um ingresso cai do céu no meu colo. O tio de dois amigos meus desistiu de ir e eles lembraram de mim. Na hora que me perguntaram, isso já era 18:10, se eu queria o ingresso, respondi de bate-pronto, SIM!!!! E lá fui eu para o Barradão assistir o jogo, um jogo que se o São Paulo arrancasse o empate, já estava de bom tamanho para mim, mas que acreditava que o Vitória levaria os 3 pontos. Mas os miseráveis Hugo, Dagoberto e Éder Luís (por sinal um golaço) trataram de destruir o Vitória debaixo do nariz dos 35 mil rubro-negros que estavam lá. O detalhe é que tive que ver o jogo na torcida do Vitória, dei muita risada com a torcida xingando o juiz e Rogério Ceni. Saí do Barradão em estado de graça, com o sorrisão de orelha a orelha. É ótimo quando você vai para o estádio ver o seu time conquistar uma bela vitória.
Na quinta pensei em escrever, mas a idéia não vingou e tive compromisso, aí não deu. Sexta foi tudo muito bom, saí, me diverti, dei risada, trabalhei. No outro dia acordo sem ressaca e a noite mais festa, mais risada, mais trabalho.
Domingo tudo corria bem até que... até que um Corola passa pelo meu caminho. Todo mundo daquela velha frase: Mulher no volante, perigo constante. Não sou machista e acho que todas as mulheres devem dirigir nos dias de hoje. Além disso, existem mulheres barbeiras do mesmo jeito que existem homens barbeiros, assim como muitas mulheres pilotam e muitos homens também. Inclusive sou daqueles que acha um erro da língua portuguesa não ter o feminino de piloto, que deveria ser pilota. Mas na minha frente tinha um Corola e entre o volante e o banco do carro tinha uma mulher. Uma mulher que inventou de deixar o filho pequeno (deveria ter seus 2, 3 anos) ir no banco da frente, coisa erradíssima. O filho ia caindo e, naturalmente, ela foi segurá-lo. O fator mulher entrou justamente nos pedais, o carro dela era automático, só tinha 2 pedais (o freio e o acelerador), na de segurar o filho, ao invés de continuar pisando no acelerador, ela enfiou o pé no freio. Assim que vi, enfiei o meu pé no freio do meu, mas não deu para parar e entrei no fundo dela (se não tivessem os carros, eu diria que tinha me dado bem). Pára-choque do Corola um pouco danificado e capô do Gol pra cima. A mulher assumiu a culpa sem discussão alguma e o seguro dela será acionado.
Acidentes de trânsito são um saco, além de ver seu querido carro todo fudido, ficará sem ele por uma ou duas semanas. Agora é pegar buzão lotado, andar, pedir carona... Mas tudo bem, nem tudo na vida são rosas. Como dizem meus amigos, a vida é uma gangorra, uma hora você vai tá por baixo, outra você vai cair e quebrar a perna...
*****
Hoje não é domingo, mas tem muito tempo que não boto uma frase aqui... Se não tem tu, vai tu mesmo! Hoje é segunda, mas tem frase:
“O problema de John Lennon era que ele achava que era Deus. O meu problema é achar que sou John Lennon”
Noel Gallagher, guitarrista e líder do Oasis.

terça-feira, 15 de julho de 2008

A vida não imita a arte em todos os lugares

Ontem assisti, num programa de tv local sensacionalista, uma entrevista com um ladrão que tinha acabado de ser preso. O cara foi preso porque roubou um saco de frango de um restaurante. Segundo ele, o fundo restaurante estava aberto, ele entrou, viu "friza" aberta e pegou um saco que ele disse ter entre 8 e 10 frangos. Para azar do ladrão de frango, tinham 2 policiais almoçando no restaurante na hora do roubo e que seguiram ele e efetuaram a prisão. O cara é um mendigo de rua e está preso por ter roubado um saco de frango para comer. Corretíssima a prisão, pois ele representa uma enorme ameaça para a sociedade.
Enquanto que um mendigo que furta frangos em restaurantes está preso junto com um amontoado outros ladrões numa cela de delegacia, um mega empresário está solto. Daniel Dantas até agora não conseguiu esquentar o colchonete do xadrez da Polícia Federal. Sempre o juiz Fausto de Sanctis manda prender o criminoso, os advogados deste último conseguem um habeas corpus que deixa o cliente ver o sol nascer por inteiro. Daniel Dantas é acusado, junto com a sua quadrilha chamada de Opportunity, por crimes financeiros de gestão fraudulenta a evasão de divisas, uso indevido de informações privilegiadas, corrupção ativa, lavagem de dinheiro, além, do óbvio, formação de quadrilha. No processo contra Dantas ainda aparecem os nomes de Naji Nahas (outro mega empresário) e de Celso Pitta (ex-prefeito de São Paulo).
Daniel Dantas enriqueceu através dos seus contatos com pessoas dos governos de FHC e do atual, Lula. A fórmula mágica de Dantas é agradar, ameaçar e corromper o poder. Ele teve privilégios na privatização do setor de telecomunicações, ficou as melhores e maiores fatias do bolo. Dantas também foi um dos financiadores do mensalão.
Hoje o delegado da operação Satiagraha que prendeu Dantas, Nahas e Pitta, Protógenes Queiroz, foi afastado do caso. A alegação do afastamento, dada pela PF, foi de que o delegado está fazendo um curso na Academia de Polícia. O próprio Protógenes afirmou que foi a cúpula da PF que o mandou deixar o caso. Como as duas afirmações levam a caminhos diferentes, penso que a lista de pagamento de Daniel Dantas seja muito grande e inclua pessoas de várias esferas do poder, tal como fazia Michael Corleone na trilogia O Poderoso Chefão. O curioso é que li na internet, alguns dias atrás, que Dantas ameaçou de contar todo os esquema. A delação de Dantas lembraria muito o filme O Gângster, em que o traficante de drogas, Frank Lucas, contou todo o esquema dele para a Justiça, inclusive a folha de pagamento com nome completo e RG dos "funcionários" dele e quem não foi preso é porque tinha se matado. E me parece que o filme foi baseado numa história real...
Na terra de Hollywood, a justiça não quer saber quem você é, nem quanto você tem no banco (a menos que seja para confiscar) para dar a sentença do seu julgamento. Tanto o ladrão de galinhas, quanto o mega empresário poderão se encontrar no pátio da penitenciária na hora do banho de sol. Aqui no Brasil acontece diferente da terra das grandes produções cinematográficas (que são ilusões, ficções...). Melhor para nós. A justiça daqui sempre trabalha para a segurança da população. Um ladrão de galinhas oferece um enorme risco para a segurança da sociedade. Um mega empresário que financia um esquema de corrupção que poderá atrapalhar a vida de um país em todas as esferas (Executiva, Judiciária e Legislativa) não oferece risco nenhum a sociedade.
E assim, a operação Satiagraha caminha para a pizzaria mais próxima, enquanto que, segunda a PF, Protógenes caminha para o seu curso na (Louca)Academia de Polícia (25), ao invés de assistir Kevin Costner desempenhar o seu papel em "Os Intocáveis 2" e repetir uma atuação tão importante para o seu país como fez Eliot Ness.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Ouvindo 1 som

Hoje eu pretendia botar uma música de Dave Matthews Band, que é uma das minhas bandas preferidas. Porém li num site, mais especificamente no Terra, que hoje é comemorado o dia dos Beatles. Hoje é oficialmente o 1º dia dos Beatles.
Na cidade natal dos caras, Liverpool, terá várias apresentações de bandas covers, além de ocorrer uma parada temática que percorrerá algumas ruas da cidade que entraram na história dos Beatles. Para participar, as pessoas devem ir de perucas imitando o corte de cabelo dos quatro rapazes de Liverpool.
Quem me ensinou a gostar dos The Beatles foi Noel Gallagher. O Oasis já colocou I am the walrus num dos cds e, vira e mexe, Noel toca algumas músicas dos Beatles em suas apresentações solo. Tanto Noel quanto Liam são fãs de carteirinha de John Lennon. Os caras até cortam o cabelo igual ao do líder dos Beatles, e Liam canta igual a Lennon, a altura do microfone um pouco abaixa da dele e com o corpo curvado. E Noel assume nos quatro cantos do mundo que Lennon tem bastante influência nas suas músicas.
Como dificilmente alguém não conhecerá os Beatles, escolhi a música sem levar em cosideração o critério "se vocês vão gostar", a fim de incentivá-los um pouco a procurar mais músicas da banda apresentada. Mas como todos devem conhecer o quarteto de Liverpool, quem já ouviu e gostou gosta e quem já ouviu e não gostou não gosta. E para os que nunca ouviram, mas conhecem os caras, aí está uma oportunidade para procurar as músicas mais conhecidas como Help, All you need is love, Yellow Submarine entre outras conhecidas. No entanto, gosto mais daqueles que não recebem tanto a luz dos holofotes, por isso escolhi esta aí, Don't let me down. Feliz dia dos Beatles para todos!

terça-feira, 8 de julho de 2008

Falta a contrapartida

Um dos meus programas favoritos é ir para o barzinho. É muito bom reunir os amigos para conversar, resenhar, dar risada. Além disso, é um bom programa para sair com uma mulher, uma paquerinha, principalmente naquela fase de conhecer, é mais bate-papo, olho no olho. Um outro programa que gosto de fazer é sair para jantar com mulher, tem o mesmo objetivo que o barzinho e intimida mais.
Seja com amigos, seja com mulher, uma cervejinha ou um chopp sempre caem bem. Com os amigos, as merdas saem com mais facilidade, tudo fica mais engraçado. Já com as mulheres, é ideal para quebrar o gelo, se soltar e ajuda a agilizar o processo para os dois. Num jantar a dois, um vinho é excelente para acompanhar a comida, além de causar uma boa impressão.
Porém, a cervejinha, o chopp, o vinho estão ameçados. A culpada disso é a Lei Seca que tolera apenas 0,2 grama de álcool por litro no sangue, isto é, essa quantidade é a margem de erro dos bafômetros. Aliada a nova lei, está a fiscalização, que tem estado presente nos arredores de qualquer burburinho regado á bebidas alcóolicas, fazendo blitz e testes com bafômetro. Quem ultrapassar o limite tolerável da lei, terá que pagar uma multa de 957 reais, terá a habilitação suspensa por um ano, além de ir em cana e ter que pagar uma fiança para ver o sol nascer por inteiro.
Já senti na pele os efeitos da lei, ou os transtornos dela. Saí sexta para um barzinho, que não é lá dos melhores. Eu e meus amigos, ficamos a água de côco. O bar estava uma merda, a gente de cara e não aguentamos ficar muito lá, um pouco depois da meia-noite estávamos indo embora. Uma cerveja deixaria o bar, que já era ruim, com um pouco mais de graça. Já no sábado, arranjei carona e pude beber tranquilamente. O bar era bom e tudo ficou muito bom.
Apesar de gostar de beber um pouco para ver o mundo com mais graça, sou completamente favorável a nova lei e concordo plenamente com o rigor da fiscalização. Ninguém consegue lembrar de não dirigir depois de beber, se não tiver a SET (a CET daqui) para refrescar nossa memória. Os acidentes diminuíram nessa semana, depois que a nova lei entrou em vigor e a fiscalização apertou. A tolerância zero é importante, pois é difícil mensurar quantos copos de cerveja podemos beber para atingirmos o limite da antiga lei, que era de 0,6 grama. Essa quantidade de bebida alcóolica pode variar de indivíduo para indivíduo.
É fácil inventar aquelas soluções mágicas de escolher uma pessoa do grupo para ficar de motorista, ou ir de ônibus ou táxi. Ninguém gostaria de ser tirado para Cristo e fazer o sacrifício de ser o único a não beber numa mesa em que todos estão bebendo. Os ônibus tem um horário em que param de circular pela cidade. E o táxi é caro. Comemoro a chegada da nova Lei Seca, mas é preciso lembrar que o governo precisa dar a contrapartida dele, disponibilizando um eficiente transporte público e dando mais segurança à população para que ela possa andar nas ruas de madrugada voltando dos bares.
O grande problema é que se o processo com a gata for agilizado no bar ou no jantar, como seria para entrar naqueles locais em que os casais (ou mais...) entram para brincar de fazer bebê? Não dá para entrar a pé e de táxi não é muito bom...

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Os outros não são os culpados

"Se você é capaz de sorrir quando tudo deu errado, é porque já descobriu em quem pôr a culpa."
Essa frase cai bem para o time do Fluminense. Diretoria, técnico, jogadores descobriram dois culpados para a derrota para a LDU: o árbitro e a loteria chamada pênalti.
O Fluminense cai na vala comum quando diz que pênalti é loteria. Mas não é. Pelo menos eu não concordo com isso. Pênalti é treino, quando mais você treina, melhor bate. É a mesma coisa de cobrança de falta. E disputa de pênalti é a soma de treino mais frieza, o time que mais sabe controlar os nervos, normalmente vence a disputa. A LDU foi muito mais fria que o Fluminense. Um time não perde 3 pênaltis a toa e além disso, as cobranças foram tristes, Cevallos não pode sair do Maracanã como especialista em pênaltis.
Já culpar o árbitro é não olhar para o próprio umbigo. Se ele deixou de marcar um pênalti em Washington no primeiro tempo, o mesmo Washington perdeu um gol de cara, coisa inadimissível numa decisão de campeonato, logo após a LDU ter aberto o placar. Se o árbtiro marcou um impedimento que não existiu quando Cícero ficaria sozinho na cara do gol, ele achou um impedimento onde não existia e anulou o gol, que seria do título, da LDU no segundo tempo da prorrogação o que poderia matar o jogo, sem a necessidade dos pênaltis. Fora que a defesa do tricolor carioca fez pixotada atrás de pixotada nos dois jogos das finais, além de não marcar o lado mais forte do ataque da LDU que era o direito. Dizer que não sabia não é justificativa já que o o Flu comenteu o mesmo erro no primeiro jogo em Quito.
Sempre acreditei que um time que elimina Boca Jr., River ou São Paulo numa Libertadores, a partir das quartas de final, tem todas as credenciais possíveis para levar o título. O Fluminense conseguiu eliminar São Paulo e Boca numa mesma edição. Para mim, o único time que poderia parar o Flu era o Manchester United. Mas tomar quatro gols numa final de Libertadores, não importa onde, é coisa de time que não quer ser campeão de jeito nenhum!!
Tudo bem que o Flu fez uma bela campanha na Libertadores. Afinal de contas, ninguém elimina Boca e São Paulo a toa. O Flu tinha um bom time, fez de tudo para ser campeão, mas fez muito mais para entregar o título para a LDU.
Foi bom também ver Renato Gaúcho perder a pose de garanhão, Don Juan, agora ele tem motivos para dar coletiva de óculos escuro, que é para esconder as lágrimas. Ele saiu cantando nos quatro cantos do mundo que o time dele seria campeão. Pecou no excesso de confiança, pecou na arrogância que não pode ter. Renato se achou muito maior do que realmente é. Copa do Brasil não é a mesma coisa que Libertadores. E como diz o ditado, quem fala demais dá bom dia a Cevallos, ops, a cavalos!!

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Ouvindo 1 som

Aí está uma das bandas que eu mais gosto e essa música faz parte do segundo álbum deles, (What's The Story) Morning Glory?, que foi o que me apresentou ao Oasis. Gosto muito dessa música, ela foi a primeira música deles que eu gostei e depois dela passei a acompanhar a banda, comprar o cd...
É do Oasis também o único cara que eu reconheço que sou fã. Sim, Noel Gallagher, líder, guitarrista e compositor de 90% das músicas da banda, é o meu ídolo. Para quem não conhece, ele é o cara que começa o clipe tocando violão, sozinho, sentado numa cadeira. Aliás, foi no clipe ao vivo dessa música que começei a admirar Noel, ele entrava no palco sozinho, sentava num baquinho e começava a tocar só voz e violão. Do alto dos meus 13 anos de idade, achava aquilo o máximo.
Bom, essa é a segunda música da seção. Semana que vem tem mais. Vou mostrar para vocês um pouco do que eu ouço e quando eu não for fã da música que aparecer por aqui avisarei. Wonderwall é uma das músicas mais conhecida do Oasis, inclusive ela já entrou na lista das músicas que mais influenciaram. E uma curiosidade, quando Noel escreveu essa música, dizem que na verdade ele pensou em Wonderfull, só que ele sofre de dislexia (é assim que escreve?) e quando se deu conta, estava cantando Wonderwall. É o que dizem, histórias que o povo conta...

domingo, 29 de junho de 2008

Nasce um mito

Numa bela tarde num parque: "Olha que bebê lindo!", disse um pequeno grupo de pessoas. Uma mulher do grupo diz: "Que fofinho, ele sorri pra todo mundo! Ele é tão amável.". Alguns perguntam: "Como ele se chama?". E a mãe do bebê responde: "Adolf. Adolf Hitler".
Numa outra cena, duas mulheres conversam: "Pauline, está encantada com filho de 1 ano dela. Ela acha o menino o mais lindo de todos e diz que o nenê dela é o mais inteligente de todos!". A outra diz: "Ah isso é normal, todas as mães dizem isso dos filhos, eles sempre são os mais lindos e os mais inteligentes. Isso é coisa de mãe coruja". O nome do filho de Pauline? Albert Einstein.
Como deve ter sido acampanhar a infânia, a juventude desses dois personagens? Será que as pessoas que viviam ao redor imaginaram que eles se tornariam dois dos maiores personagens da história da humanidade? Será que alguém olharia para o bebê Adolf dormindo num sono angelical e conseguiria visualizar no pequeno indefeso um dos maiores tiranos do século XX? Ou alguém conseguiu prever que Albert, do alto dos 4 anos de idade, seria um dos maiores gênios que deu novos rumos para humanidade? Creio que não.
Já escrevi algo parecido no blog antigo, mas eu queria ver Bob Marley nascer musicalmente. Queria ver um dos mais conhecidos músicos da história, que até hoje conquista novos fãs apesar de ter morrido há quase 30 anos, ainda anônimo tocando num barzinho ou na rua. Será que alguém previu o sucesso que ele viria fazer?
Imagine a cozinheira da casa dos Senna e vamos supor que ela viu nascer e crescer Viviane, Ayrton e Leonardo. Ela deve ter visto o pequeno Ayrton correr pela casa de velotrol. Deve ter ouvido as histórias empolgadíssimas do garoto Ayrton contando, com brilho nos olhos, a primeira vez que andou de kart. Deve ter visto a casa comemorando a primeira vitória de Ayrton no kart. Sentiu a casa menos cheia quando soube que o, agora jovem, piloto tinha ido morar na Inglaterra para correr de Fórmula 3. Deve ter feito um almoço especial para a família se reunir em torno do piloto Ayrton Senna para comemorar sua estréia na Fórmula 1. Certamente, a cozinheira deve ter ajudado na arrumação da casa para a festa da primeira vitória de Ayrton na Fórmula 1 e da enorme festa que deve ter ocorrido no final de 1988 quando conquistou o primeiro título mundial. E lembrou do pequeno Ayrton brincando de velotrol dentro de casa, quando este virou a válvula de escape do povo brasileiro durante um dos piores períodos que a economia do país passou. Será que quando uma certa criança brincou de velorol na sala, a cozinheira da família Senna chegou a cogitar que ali estava um dos maiores heróis do Brasil?
Queria ver um mito, um personagem da história da humanidade crescer. Queria ver ele ouvir um não de um empregador ou receber uma nota vermelha de um professor ou ouvir tocá-lo numa casa de show com apenas 4, 5 gatos-pingados na platéia. Será que já convivi ou convivo com algum e não sei? Será que um dia entrarei para a história da humanidade? Pretensão minha. Mas não faço questão de ver o meu nome na história, apenas queria ver um personagem dela crescer e quando ela escrevesse o nome dela, eu pensaria: "Quem diria, hein? Ninguém apostava naquele garotinho franzino ou naquela garotinha toda desconfiada.".
*****
"Digno e admirável é aquele que tendo tropeçado ao dar o primeiro passo, levanta-se e segue em frente”.
Carlos Fox, pensador

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Eu voltei, eu voltei!!

Não foi uma falta de tempo, nem uma necessidade de férias. Fiquei um tempo sem postar inicialmente por falta de tema e no final, porque viajei. A falta de tema foi devido ao meu método de produção que é o mesmo dos japoneses, o Just in Time (JIT). O JIT é o método de produção sem estoque, isto é, os caras só trabalho com pedidos feitos e no tempo certo, eles não fazem nada com antecedência, nada antecipado. E é assim que faço meus trabalhos desde os tempos de colégio. Estou fazendo MBA e tinha 30 dias (a data de entrega era 25/06) para entregar um trabalho, mas só começei a fazer no dia 19. Muitos dias para terminar? Não. O problema é que dia 20 eu viajei para curtir o São João e só retornei dia 25 as 3 da manhã. No dia da entrega eu tive que terminar o trabalho, pouca coisa, é verdade. No final deu tudo certo, entreguei o trabalho dentro do prazo e um abraço.
Ontem foi correria e não pude atualizar isso aqui, além disso, como toda ótima e aproveitosa viagem, eu volto doente. E essa não foi diferente. O são joão em Ibicuí é muito bom!! Hoje, estou um pouco melhor, mas continuo sem tema para tratar. Como já são praticamente 15 dias sem postar, vou responder alguns comentários. Não sei se o blogspot tem como responder os comentários, não na tora do dono do blog deixar um comentário-resposta ou ir ao blog da pessoa que comentou para responder, mas caso tenha ainda não descobri como ativa esse dispositivo.
Bom, sem mais enrolação vamos ao que intressa, como muita gente disse não ter entendido o meu comentário sobre a vitória do Sport Recife sobre o Corinthians, que deu o título da Copa do Brasil ao time pernambucano. Vou explicar. Claro que, como um bom são-paulino, achei o resultado S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L e o gabirú que atende pelo nome de Carlinhos Bala virou o meu ídolo. Mas eu já tinha pronto na cabeça um texto, que teria a conquista do Corinthians como pano de fundo ou o fato gerador, sobre a Copa do Brasil de excluir os melhores times do país devido a disputa da Libertadores. A Copa do Brasil é adora pregar uma peça e botar um time de segunda divisão na Libertadores do ano seguinte (vide Paulista e Santo André). Tirar quatro times da competição por estarem disputando uma outra não é democrático.
Já está muito tarde, estou começando a ficar com sono e daqui a pouco vai começar Os Simpsons, que é de lei eu assistir antes de dormir... Ah, depois da tempestade sempre vem a calmaria, meu time está chegando!! São três vitórias seguidas, sendo 2 de goleada, 1 inclusive foi sobre o líder do campeonato e fora de casa!! O primeiro semestre foi por água baixo, mas o segundo promete, na pior da hipóteses, uma vaguinha na Libertadores. Isso é porque o São Paulo conseguiu se livrar dos encostos (Fábio Santos e Carlos Alberto). Infelizmente, mas que não foi surpresa nenhuma, Adriano já voltou para Itália. Obrigado pelos seus serviços e se precisar pode voltar novamente.
Tentarei não sumir mais por um bom tempo, enquanto isso vou pensar num tema para domingo. Até a próxima!!

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Ouvindo 1 som

Como o Sport virou ontem para cima do Corinthians e ficou com o título da Copa do Brasil, hoje terei que estrear uma nova seção ou uma nova faixa ou... o que quer que seja.
Pelo menos uma vez por semana vou postar uma música do Youtube, ela poderá ser clipe ou em show ao vivo. Uma chance para vocês conhecerem o som que eu gosto (como se eu fosse alguma celebridade que inspira muita gente).
Para estrear, uma música que tenho ouvido bastante nas últimas semanas (no mínimo uma vez por dia). Essa música chama-se Aqueous Transmission é do Incubus. Uma música única da carreira deles, não há nenhuma outra no mínimo parecida que eles tenham feito até hoje.
É uma música puramente da paz, traz tranquilidade e linda. Uma música para você ouvir depois de um dia cheio no trabalho, naqueles dias que você teve que descascar vários abacaxis, ouviu bronca do chefe ou quando algum sacana fez alguma merda na, digamos assim, linha de produção e você recebeu a batata assada e já quase queimada para consertar. Pode ser também depois de um engarrafamento quilométrico, com gente buzinando inúmeras vezes.
Mas como hoje é dia dos namorados, você pode ouví-la sentado num sofá em frente ao som, agarradinho com sua namorada(o), tomando um vinho.
Bom, é isso. Viajem no som e depois comentem a onda que sentiram ou digam o que acham da nova session. Até a próxima!

terça-feira, 10 de junho de 2008

Dois comedores de água e um bolso

Fui abastecer o meu carro hoje e tomei um susto. Pedi pro frentista botar 20 reais de gasolina e quando ele terminou de botar, olhei para o visor da bomba e deu apenas 7 litros! Em seguida peço mais 30 reais de álcool e ainda atônito com o susto da gasolina, vejo que deu apenas 16 litros. Os combustíveis estão muito caros. E para piorar, meu carro gosta de beber (é 1.6).

Meu carro é carca bem o dente, porém ele perde pra mim, principalmente em festas e shows. Aliás, no último que eu fui, Asa 20 anos, a cerveja custava 4 reais. Depois de uma dessa, nem me atrevi a saber o preço da vodka, que deveria está em torno de 7 a 9 reais. As bebidas estão muito caras. E para piorar, não consigo ficar de mão fazia em shows.

O álcool que carro bebe custa 1,70 o litro, enquanto que apenas 1 litro de Smirnoff custa 14 reais. Você não bebe 1 litro de vodka crua (aliás, até se bebe...). Geralmente as pessoas (meu caso) misturam com energético e gelo. A latinha de energético custa algo entre 4 a 6 reais. Uma latinha de energético não é suficiente para 1 litro de vodka, então você deve comprar 2 latas. Pois é. Nessa brincadeira, você gasta algo em torno de 20 reais, fora o gelo (que não lembro o preço).

Os carros adoram álcool. Quando tem, eles bebem muito mais do que gasolina. É um pouco ilusório ver o ponteiro que marca o nível de combustível lá em cima com 16 litros de álcool. O carro vai entornar tudo isso em menos de uma semana. E é muito desanimador gastar 20 reais para botar apenas 7 litros de gasolina. Mesmo que o carro beba um pouco menos, você só vai conseguir rodar alguns dias a mais do que com álcool. Ao invés de gastar esses 20 reais em gasolina, você pode comprar o combustível para a concentração de um show grande, mas também antes de entrar você já vai ter secado a garrafa de vodka, amassado as latinhas de energético e jogado o saco de água, que antes era de gelo.

O governo negocia o aumento da gasolina. Mais um aumento! Isso é devido ao preço do barril de petróleo que não pára de subir. E como o mundo é movido a petróleo, os preços das outras coisas deverão subir também. Um dia desses o preço da vodka vai subir, levando consigo o energético. Eu deveria ser movido a petróleo também, aí a minha mão-de-obra também acompanharia essa subida o barril. O problema é que em alguns momentos sou movido a vodka, a cerveja e dizer isso é feio. Por isso, ninguém vai aumentar o meu salário.Um dia terei que negociar com o meu carro ou negociá-lo. Ou ele bebe menos ou terei que interna-lo numa clínica de reabilitação. O problema é que lá existem as más influências como Amy Whinehouse, Britney Spears... Talvez um dia eu tenha que escolher entre quem vai beber, eu ou o carro. Se esse dia chegar, bato na porta de Durval Lellys e falo com ele pra mandar uma van me buscar em casa, porque ir andando pro show dele não dá e também não dá para ficar de bico seco lá.

domingo, 8 de junho de 2008

A guerra está dentro da civilização

Não sou a favor das guerras, mas vejo que elas fazem parte da natureza. Toda vez que os homens entraram em guerra, todos levantam a bandeira de que isso é uma estupidez, irracionalidade entre outros adjetivos. Porém, o instinto dos homens, dos animais é entraram em guerra de tempos em tempos da sua existência.
Todo mundo reprova as atrocidades que os alemães fizeram com os judeus na II Guerra Mundial. As fotos das valas cheias de cadáveres vindos das câmaras de gás, dos campos de concentração podem ser realmente vistas como atrocidades, mas não como algo nunca visto antes. Ou os vitoriosos conduzindo seus prisioneiros de guerra para lugares cujas condições de vida ultrapassam as desumanas.
Acabei de assistir Apocalypto, um filme que retrata as civilizações antigas da América Central, antes da colonização. O que se passa nesse filme, também passa nos filmes que retratam a II Guerra Mundial. Os judeus podem ser vistos com as civilizações conquistadas em Apocalypto. Muitos prisioneiros nos campos de concentração morrem de doença, pestes, fome na grande guerra. A mesma coisa acontece com os prisioneiros oriundos das civilizações conquistadas. A câmara de gás, o paredão de fuzilamento são retratados nas tradições dos povos de matar os guerreiros derrotados, oferecendo o coração para os Deuses.
A diferença das guerras dos povos antigos para as guerras do Afeganistão, Iraque está no armamento. Enquanto que os guerreiros antigos se pintavam, colocavam as máscaras de guerra e se armavam com machados, pedaços de madeira, arco, flechas, os guerreiros de hoje também se pintam, colocam suas máscaras de infra-vermelho e se armam com AK-47, pistolas, aviões B-52, mísseis tele-guiados e bombas atômicas. As humilhações de Guantânamo são as mesmas praticadas pelos povos antigos.
A humanidade não está condenada e as guerras entre as civilizações não acabará com o mundo. Antes de a ver uma guerra atômica, antes de alguma civilização usar um armamento nuclear, o instinto de sobrevivência falará mais alto. Na hora de proteger suas famílias, os homens farão qualquer coisa, lutarão com colméias de abelhas, dardos com veneno de sapo e armadilhas. E eles utilizarão isso dentro do seu terreno, dentro das suas florestas como fizeram os vietnamitas contra os EUA e como fez o Jaguar Paw.
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"Eu sou Jaguar Paw, filho de Flint Sky, meu pai caçou nessa floresta e meus filhos caçarão nela também quando eu morrer. Venham!"
Jaguar Paw, em Apocalypto.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Nesse rojão vai pegar a BR logo, logo

Primeiro vejam vejam esse vídeo (por favor, cliquem o mouse com o botão direito e abram o link em uma nova página):

http://www.youtube.com/watch?v=5tDFyFyX3Qg&feature=related

É o que eu tenho mais ouvido nas últimas duas semanas. Já tinha ouvido falar e lido muita coisa boa e ruim sobre Amy Winehouse. A boa, a ótima é sobre a música que ela fazia. Parei para escutar um dia essa música, gostei tanto que logo em seguida procurei o cd para baixar. Encontrei justamente o que eu queria O cd é um ao vivo que tem uma versão da mesma qualidade que essa aí. O cd é fantástico e o som que ela faz é muito bom.
Amy tem um vozeirão parecendo aquelas cantoras de soul de uns anos atrás. A banda dela também faz um som que lembra um pouco jazz naqueles bares de jazz (!) nos Estados Unidos, aqueles que os músicos tocam demais, conhecidos apenas para o pessoal que frequenta, mas que quando estouram, é estouram muito e fazem sucesso. É isso!! Amy Winehouse é uma cantora a moda antiga, uma cantora retrô e por isso o som dela é apenas definido como pop, mas não é visto como pop, você esquece de perceber que ela é pop.

Extremamente talentosa, Amy parece que faz música como quem sua, isto é, a música sai de Amy como se fosse suor. Enquanto que você sua líquido, Amy sua música. Digo isso por causa desse vídeo (idem ao aviso do primeiro parágrafo):

http://www.youtube.com/watch?v=eHgcMvhAl5c

Amy não pode sentar para fazer música pelo simples fato de que ela só vive drogada. É cena rara encontrá-la sã. Esse vídeo mostra a degradação de uma pessoa. Ela não sobe no palco simplesmente doidona para fazer um show espetacular como faziam Jim Morrison, Bob Marley, Kurt Cobain e outros, que subiam no palco e aproveitavam a onda para viajar cantando as músicas. Amy sobiu no palco do Rock in Rio Lisboa pronta para ir pro hospital ou escornar no chão. Ela é muito louco e o pior de tudo é que não consegue visualizar a real situação em que se encontra. Qualquer lugar que for para beber, ela arruma confusão, inclusive com as pessoas que querem ajudá-la quando está chapada. Já foi presa várias vezes, mas na cabeça dela é fruto de perseguição.

Amy tem um incrível talento de simplesmente fazer música. Ela simplesmente faz a música e não se importa nem um pouco com as consequências. Não está nem aí para o dinheiro que música dá, nem a fama e talvez nem para os fãs. Ela só pensa em se encher de droga, bebida e no namorado, também doido de pedra que nem ela, que está preso, por causa de incidentes por causa das loucuras das drogas.

Se você tem a oportunidade de ir para um show de Amy Winehouse, vá! Aproveite. Ela é fora de série, talentosa e entrará para a história da música rapidamente. Não perca a oportunidade de vê-la num show ao vivo, pois com essa vida que ela leva, dificilmente dará boas-vindas para 2010, a menos que ela caia na real de que precisa mudar. Antes de pegar a "Br", Tim Maia fazia a mesma coisa em vários shows. Aí depois para vê-la, só assistindo os vídeos do Youtube.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Un poquito de portuñol

Mañana mi time de corazón és Boca. Desde que nasci, mi padre me vestiu la camisa 10 de Maradona. Mas agora yo visto la camisa del Román Riquelme, o herdero de Dieguito. O Fluminense non será pareo pra Boca. E com certeza los xeneize vai ter mucho sucesso no Maracaná.
Palermo é mucho mejor que Uóxiton e tieno certeza que el camisa 9 fará el gol de la vitória aos 47 do segundo tiempo. Thiago Neves, aquele chico de cabielo colorido, non fará nada mañana, encuanto que Palacio trocará muchos passes com Román que deixarão tonto, tonto el brasileño Arouca. E Thiago Silva non será páreo pra Palermo.
Yo soy Boca mañana. Ainda non puede engolir la derrota del San Pablo para Fluminense. Ainda estoy com mucha raiva del pó-de-arroz, que és nada mais do pó... Mas com cierteza Dieguito non torcerá para el pó e sí para los xeneize!! Bamos, bamos Boca!!